...a sequência final de Mad Men não me sai da cabeça. Se você já assistiu, reveja aí, a partir de 1m30. De aplaudir de pé.
terça-feira, 19 de maio de 2015
quarta-feira, 30 de abril de 2014
UMA LISTA COM TODOS OS CLIENTES DE DON DRAPER
Quer dizer, da Sterling Cooper. Ou da Sterling Cooper Draper Pryce. Ou da SC & P. Nah. Você me entendeu. Que maneiro.
Via FiveThirtyEight
Via FiveThirtyEight
Posts Relacionados
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
RIP, HAROLD RAMIS
Minha geração o conhecia mais por outro nome: Egon Spengler, o crânio dos Caça-Fantasmas. Ramis morreu segunda-feira e, além de ator, era roteirista - tendo co-escrito os dois filmes da franquia Ghostbusters - e diretor.
Para a despedida, tá rolando nas interwebs a imagem acima. Doce, singela e muito apropriada. Guie-o direitinho, Geleia.
Ah, e que isso não nos impeça de sonhar com um terceiro filme da série. Mas não agora, claro.
Posts Relacionados
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
GIRLS E O FAZ DE CONTA DAS JOVENS ADULTAS
Aqui em casa a gente acompanha algumas séries. Eu, que já trabalhei com isso e até tive um blog da minha favorita de todos os tempos - "Lost" -, hoje ando bem mais fraco no número de seriados que acompanho. Hoje, além de "Homeland" e "Mad Men", só vejo "Girls". E nem rola essa desculpa de que "é só porque minha mulher vê", não: eu acho bacana. É mesmo, mas é somente bacana. E "bacana", pelo que já pude perceber por amigas, colegas e conhecidas, é pouco para o tanto que as mulheres gostam, ou costumam gostar.
Não é uma série de trama, mas de roteiro; e, na minha humilde opinião, pode-se apenas dizer que é superestimado. Porém, é errado julgar "Girls" por esse viés - e, consequentemente, a paixão de quem gosta da série por conta dele. Pra mim, a explicação é simples: "Girls", para boa parte de seu público feminino - que, sem dúvida, é maioria esmagadora -, a chance semanal de se projetar.
Vou tentar me explicar mais claramente. Todos nós nos projetamos, de uma forma ou de outra, em livros, filmes, peças e shows. Alguma parte de nós adoraria viver aquilo ali em algum momento; e assistir é uma convite para essa fantasia. De certa forma, no geral os homens costumam ser mais infantojuvenis em suas projeções culturais. Nunca deixam de gostar do Luke Skywalker, do Batman, do Indiana Jones, do Marty McFly sem que esse gostar signifique "como eu queria ser ele". As mulheres, não: elas não crescem e seguem querendo ser a Mulher Maravilha, ou a Barbie, ou a Hannah Montana. Elas preferem exemplares menos fantasiosos, e que pareçam - pareçam - mais próximos da realidade. Tipo Hannah, Marnie, Shosh e Jessa.
O quarteto de "Girls" vive o glamour do cool sem parecer viver. Fingem para o público que ralam, estudam, o escambau, mas na verdade levam a vida na boa. Nenhuma é ricaça, mas moram na cidade mais cobiçada do mundo apenas trabalhando em cafeterias - em que, no máximo, tiram um espresso aqui, outro ali, saindo do serviço a hora em que bem querem -, suasaltas confusões histórias rolam em festas sensacionais... É algo que me lembra "Sex & The City" mas, além da diferença de geração, "Girls" tem a manha de não ter personagens que ostentam roupas, carrões, vestidos e belezas inquestionáveis - como, por exemplo, suas quase-contemporâneas de "Gossip Girl". Pelo contrário: "Girls" é um show de desalinho com os padrões estéticos das passarelas, das revistas e, claro, das séries. No visual e no gosto, as garotas realmente poderiam ser suas vizinhas - e sim, isso é legalzão. Mais do que isso, a estética da "vida real", juntamente com os momentos losers, selam com poderes superbondianos a conexão da mulherada que se projeta no quarteto.
Injusto dizer que é só isso? Claro. Tem excelentes sacadas, momentos muito divertidos, uma direção bacana e uma trilha sonora que encanta quaisquer ouvidos afeitos ao indie pop rock. Mas como série, é apenas um programa razoável cujo trunfo é dar às espectadoras a chance de serem aquelas meninas por 20 minutos por semana.
Não é uma série de trama, mas de roteiro; e, na minha humilde opinião, pode-se apenas dizer que é superestimado. Porém, é errado julgar "Girls" por esse viés - e, consequentemente, a paixão de quem gosta da série por conta dele. Pra mim, a explicação é simples: "Girls", para boa parte de seu público feminino - que, sem dúvida, é maioria esmagadora -, a chance semanal de se projetar.
Vou tentar me explicar mais claramente. Todos nós nos projetamos, de uma forma ou de outra, em livros, filmes, peças e shows. Alguma parte de nós adoraria viver aquilo ali em algum momento; e assistir é uma convite para essa fantasia. De certa forma, no geral os homens costumam ser mais infantojuvenis em suas projeções culturais. Nunca deixam de gostar do Luke Skywalker, do Batman, do Indiana Jones, do Marty McFly sem que esse gostar signifique "como eu queria ser ele". As mulheres, não: elas não crescem e seguem querendo ser a Mulher Maravilha, ou a Barbie, ou a Hannah Montana. Elas preferem exemplares menos fantasiosos, e que pareçam - pareçam - mais próximos da realidade. Tipo Hannah, Marnie, Shosh e Jessa.
O quarteto de "Girls" vive o glamour do cool sem parecer viver. Fingem para o público que ralam, estudam, o escambau, mas na verdade levam a vida na boa. Nenhuma é ricaça, mas moram na cidade mais cobiçada do mundo apenas trabalhando em cafeterias - em que, no máximo, tiram um espresso aqui, outro ali, saindo do serviço a hora em que bem querem -, suas
Injusto dizer que é só isso? Claro. Tem excelentes sacadas, momentos muito divertidos, uma direção bacana e uma trilha sonora que encanta quaisquer ouvidos afeitos ao indie pop rock. Mas como série, é apenas um programa razoável cujo trunfo é dar às espectadoras a chance de serem aquelas meninas por 20 minutos por semana.
Posts Relacionados
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
LINIERS: GENIALMENTE CERTEIRO
Em um mundo em que tanta gente quer parecer ter uma opinião contundente, vem o Liniers falar sobre um dos assuntos do momento - a crise na Venezuela - de uma forma singela e altamente engajada...com o que realmente importa numa hora e numa situação dessas.
Marcadores:
quadrinhos,
tirinhas
Posts Relacionados
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
"HER" E SUA GRANDE PERGUNTA
Eu até tenho vontade, mas confesso não saber por onde começar a falar sobre o novo filme de Spike Jonze. Talvez o melhor caminho seja fazer um paralelo com o que minha mulher falou outro dia sobre outro filmaço: "'O Iluminado' não é um filme de terror: é uma história sobre violência doméstica".
Pois. Indo por esse caminho, "Her" nada mais é do que uma reflexão sobre um assunto sintetizado numa pergunta que, em tempos mais civilizados, deveria ser 100% retórica: quem tem o direito de julgar quem o outro ama?
Essa pode até não ser a mosca do alvo de Jonze - pode? - mas, não importa: seja como for, palmas pra ele. De pé. Se ainda não viu, se vire, dê seu jeito, mas vá vê-lo agora.
Marcadores:
cinema
Posts Relacionados
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
SKATE. ALEMANHA ORIENTAL. ANOS 80. CURIOSO?
Este filme - que ainda está colhendo verba em crowdfunding para acontecer de verdade - se chama This Ain't California (Esta Não é a Califórnia) e seu teaser faz um bom papel no sentido de nos instigar sobre o que seria a vida de um grupo de skatistas da Alemanha Oriental.
O que mais curti foi o trecho em que o narrador/protagonista fala que o skate é apenas diversão. Concordo plenamente - e uma diversão que voltarei a reencontrar assim que os milhões de turistas de verão partirem do Rio, aliviando o engarrafamento humano da pista livre da orla. Muita saudade.
O que mais curti foi o trecho em que o narrador/protagonista fala que o skate é apenas diversão. Concordo plenamente - e uma diversão que voltarei a reencontrar assim que os milhões de turistas de verão partirem do Rio, aliviando o engarrafamento humano da pista livre da orla. Muita saudade.
Marcadores:
skate
Posts Relacionados
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Awesome People Hanging Out Together é o Tumblr da vez
A foto acima junta gente da TV, do rap e do pop em um momento de galhofa nos bastidores de alguma coisa que não sei o que é... Mas o que importa é a origem: o Awesome People Hanging Out Together - um Tumblr do cacete e que, como o nome diz, mostra gente conhecida curtindo um momento juntos, em flagras tão legais quanto inusitados. Diversão total, testada e aprovada por mim.
P.S.: Eu ia falar do imbroglio com Michel Teló, mas deixa pra amanhã. Acho.
Marcadores:
fotografia,
tumblr,
viral
Posts Relacionados
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
O fraco sexto ano de Dexter e sua grande derrapada anticlimática
Você pode ver Dexter de duas formas. Uma é esquecendo completamente o que as quatro primeiras temporadas da série ofereceram, correndo atrás da diversão por diversão. A outra é fazendo o oposto: pondo a expectativa à altura daquela que já foi uma das melhores - para mim, a melhor - série de TV fechada. Se fizer a primeira opção, provavelmente encontrou nesta sexta temporada o mínimo de diversão; mas se escolheu a outra, a queda já anunciada na temporada anterior se confirmou de vez, e nem mesmo a última cena pôde salvá-la...
Eu escolhi a segunda alternativa. Ou melhor: acho que, pros que viram a série desde o começo, esta não é uma escolha. E por isso mesmo, a tal última cena não só não salvou a esquisita sexta temporada como, para mim, a derrubou.
O que os produtores e roteiristas consideraram o ás na manga para animar o público para o novo ano, realmente não funcionou comigo. A cena em si não foi problema algum; o incômodo foi o contexto meio forçado, meio estranho... Não sei. Não rendeu. Ou vai dizer que você não esperava que aquele momento fosse muito mais cercado de estarrecimento? Garanto que sim.
Outro probleminha deste último ano de Dexter foram os erros do personagem. Digo, alguns dos erros. Em defesa dos roteiristas, acho bastante aceitável o fato de Dexter cometer alguns deslizes por dois motivos básicos. O primeiro é que o personagem é humano. Inteligente pra cacete, mas humano - e serial killers, por mais neurônios que tenham, também cometem erros (como fizeram Trinity e Rudy/Brian). O segundo é que Dexter está se aproximando de seu lado humano, e isso certamente o levaria a aumentar sua vulnerabilidade.
Mas voltando: há erros e erros. E não dá para aceitar que Dexter, por exemplo, ligue para o 911 de seu próprio celular para informar a localização de um serial killer.
Tem mais? Tem mais. A incerteza forçada de Debra; a subtrama do nerd do videogame - que, ao lado do Brother Sam e do Anderson, o novo detetive da trupe, foram a grande trinca de subaproveitados da temporada; o cada vez mais insuportável Quinn... Muita, muita coisa trabalhada ao longo do sexto ano e que não nos levou a nada - ou, pelo menos, a nada que estivesse parelho com que esperávamos.
Sobre Travis, eu curti. Fui um dos que não desconfiaram do grande segredo em torno de seu mentor... Mas até ele, no conjunto das coisas que deram errado, também teve lá seu grau de "poderia ter sido melhor" que a série não nos acostumou a experimentar desde que surgiu.
Dito isto tudo...retorno à tal última cena. Vou respeitar a promessa do começo do meu texto e, sobre ela, dizer apenas que já prevejo um caminho para que ela se resolva no sétimo ano, e ele envolve um desmaio e um esquecimento tão induzido como questionável. Se você ainda não viu, pode não ter entendido nada; mas se assistiu ao fim da sexta temporada, provavelmente me entendeu.
É apenas um palpite; um palpite para algo que pode ter sido mal encaixado, mas foi uma senhora aposta dos roteiristas para o novo ano de Dexter. Se por conta do retrospecto da série a barra já estava lá em cima, se escolheram aquele desfecho, os autores precisam dar conta da expectativa que criaram. Eu realmente acho que eles podem dar a volta por cima e devolver Dexter ao topo, e obviamente torço para isso; mas é bom que façam isso mesmo, pois os créditos que tinham já foram quase todos gastos.
P.S.: Aos que quiserem comentar, o pedido: sigam o meu exemplo e livrem as pessoas de spoilers. Parece difícil, mas dá.
Posts Relacionados
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Uma solução contra os pedestres lerdos
Um dos diversos males crônicos urbanos dessa vida é gente que anda mais devagar do que realmente consegue. Para piorar, normalmente essas pessoas adoram ocupar muito, muito espaço - por exemplo, ficando no meio do que seria a "faixa imaginária" de pedestres em vez de escolher um canto para exercer a sua lerdeza.
Porém, como há solução para tudo nessa vida, vem do Japão um antídoto contra os que se arrastam tenebrosamente pelas ruas, corredores de shoppings etc. Ah, se essa moda pega:
Descobri essa via Cassano.
Marcadores:
bizarro,
comportamento,
humor
Posts Relacionados
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Falta algo na Joss Stone...e eu acho que sei o que é
Tudo bem, "melhor sorte" talvez não seja a expressão, já que Joss Stone está longe de ser pobre e/ou renegada. Mas vamos lá: em termos vocais, o que Joss deve a Adele, Katy Perry, Lily Allen, Alicia Keys Rihanna...? Nada. Mas pensem só o quanto todas as que eu citei têm mais relevância na cena pop do que Joss. É um fato, não?
Segundos depois, a resposta à charada surgiu: Joss Stone, linda, carismática, com uma ótima presença de palco e dona de uma bela e bem colocada voz...tem um repertório muito meia boca. E isso é uma pena.
Tentei simplesmente pensar em uma - UMA - música incrível da Joss Stone. Eu sei de algumas melodias, mas sou incapaz de citar uma música sua realmente boa. É estranho. Absolutamente estranho. E agora parece ir pelo mesmo caminho na SuperHeavy, sua empreitada com Mick Jagger, Dave Stewart e Damian Marley - sim, porque aquela Miracle Worker, que anda tocando nas rádios, é chatona.
Marcadores:
música,
papo furado
Posts Relacionados
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Presente de Natal atrasado: o trash Especial de Natal de Star Wars!
Um presente de Natal atrasado? Então, aí vai: veja abaixo o infame, odiado e trash até o talo The Star Wars Holiday Special. Pra quem não sabe, este é o nome de um especial de TV de 1978 cuja história envolve a família de Chewbacca, um tal de Life Day - algo que seria equivalente ao nosso Natal - e a Princesa Leia em números musicais...
Eu nunca vi. Na verdade, acho que tenho medo de assistir e tirar um pouco da minha afeição pela saga criada por George Lucas; mas, segundo muitos fãs, é tão ruim que faz a volta e fica bom. Clique, assista e depois agradeça ou culpe o Dangerous Minds. Ah, e os primeiros 50 segundos são criados pelo cara que postou o vídeo e estão em silêncio mesmo:
Eu nunca vi. Na verdade, acho que tenho medo de assistir e tirar um pouco da minha afeição pela saga criada por George Lucas; mas, segundo muitos fãs, é tão ruim que faz a volta e fica bom. Clique, assista e depois agradeça ou culpe o Dangerous Minds. Ah, e os primeiros 50 segundos são criados pelo cara que postou o vídeo e estão em silêncio mesmo:
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Dragon Dictation: um "Simi de pobre" que vai muito bem
Ontem ganhei uma bela dica de aplicativo de iPhone de meu primo: Dragon Dictation. O programinha é uma mão na roda para aqueles com muita preguiça de digitar ou que andam muito ocupados para sequer fazer isso.
Funciona assim: você aperta o botão de reconhecimento de voz, dita a sua mensagem e a finaliza. Segundos depois, lá está ela na sua tela, pronta para ser corrigida por teclado - infelizmente ele não pontua - enviada por e-mail, sms ou compartilhada no Twitter e no Facebook - sim, rola integração com as duas redes sociais. E uma outra vantagem: é de graça. Sim, eu sei que você preferia ter um iPhone 4S; mas enquanto a Simi não vem, pode ir de dragão.
Funciona assim: você aperta o botão de reconhecimento de voz, dita a sua mensagem e a finaliza. Segundos depois, lá está ela na sua tela, pronta para ser corrigida por teclado - infelizmente ele não pontua - enviada por e-mail, sms ou compartilhada no Twitter e no Facebook - sim, rola integração com as duas redes sociais. E uma outra vantagem: é de graça. Sim, eu sei que você preferia ter um iPhone 4S; mas enquanto a Simi não vem, pode ir de dragão.
Marcadores:
aplicativos,
gadgets,
iPhone
Posts Relacionados
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Feliz Natal do Billy Idol...e meu também
Leader Magazines à parte, agora sim é Natal. As redes sociais, claro, repletas de conteúdo ligado à data...e foi de um post - da Fernanda - que tirei o meu vídeo comemorativo pra todos que acompanham o blog. Senhoras e senhores, ressurgindo das cinzas, Billy Idol e sua leitura de Jingle Bell Rock:
Depois dessa divertida atração, a mensagem: não perca uma chance de dar uma alegria a você e a quem te cerca. De verdade. É um mundo estressado demais pra gente perder essa oportunidade - que, se tem motivos suficientes pra fazermos acontecer todos santo dia, no Natal mesmo é que não dá pra deixar passar. Tudo de bom pra você, e pra você, e pra você. ;)
Depois dessa divertida atração, a mensagem: não perca uma chance de dar uma alegria a você e a quem te cerca. De verdade. É um mundo estressado demais pra gente perder essa oportunidade - que, se tem motivos suficientes pra fazermos acontecer todos santo dia, no Natal mesmo é que não dá pra deixar passar. Tudo de bom pra você, e pra você, e pra você. ;)
Marcadores:
música
Posts Relacionados
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Rolling Stones, Amy Winehouse e um clássico
Já que a quinta-feira é de calor - dentre as diversas cidades citadas ontem na meteorologia da TV5, o Rio tinha a média mais quente -, vamos de um encontro ocorrido no festival Isle of Wight em 2007. Aviso logo: quem der play nesta versão de Ain't Too Proud To Beg sem o ar condicionado ligado vai suar mais do que o normal.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Case de iPhone feito de solado de Vans
Em tempos em que o iPhone 4S chega ao Brasil com preços absurdamente imbecis, descobri este incrível mimo que, além de muito cool, é útil demais, já que é borracha capaz de proteger mesmo o telefone. O boato, segundo o Complex, é que a capa deve mesmo ser lançada em breve. Estou atento.
Posts Relacionados
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Arcade Fire e sua nova experiência interativa
Depois de ganhar prêmio em Cannes por Wilderness Downtown, o Arcade Fire ataca novamente no uso original das possibilidades digitais. A banda lançou Sprawl2 - Mountais Beyond Mountains, clipe interativo que reage aos seus movimentos diante da webcam. Você dança com as mãos em frente à câmera, e o clipe responde no ritmo.
A estética é meio GIFadona, mas garanto que a brincadeira é divertida. E como é bom ter uma banda boa que não cansa de ir atrás da inventividade em outros meios. É, é essa a diferença entre o Arcade Fire e o Ok!Go: estes são um coletivo digital que faz música legal, enquanto o Arcade é um grupo sensacional que ainda arrebenta no meio digital.
Posts Relacionados
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Beach Boys, juntos novamente...e prontos para criar
É coisa de fã. Quando bati os olhos na notícia de que Brian Wilson e os demais Beach Boys ainda vivos - Mike Love, Alan Jardine e Bruce Johnston - vão se reunir para comemorar os 50 anos de surgimento da banda, fiquei balançado.
Pentelhésimos de segundo depois, logo pensei que essa reunião dos Beach Boys, embora tenha toda a carga emocional para pessoas como eu, teria exatamente a mesma pegada da maioria desses trocentos reagrupamentos de bandas já extintas: a de formar uma jukebox viajante, olhando para o passado e ponto. Só que...
Só que a mesma notícia traz a informação de que a banda celebrará o reencontro com um disco, incluindo músicas inéditas de Brian. Que tal?
Admirável. Os Beach Boys não são o Blur. Nem os Stone Roses. Tampouco os Pixies. Falando sério, embora Mike Love tenha ganhado (e exercido) o direito de usar o nome "Beach Boys", a banda que maravilhou o mundo acabou há bastante tempo - pouco menos do que três décadas. E agora, que poderia voltar e cair e optar pelo caminho da jukebox viajante - que não, não é indigno, embora não seja nada glorioso -, promete agregar um pouco mais. Como disse, em se tratando de tiozões que não têm mais nada a provar, minimamente admirável. Eles podiam subir e mandar seus 2352 greatest hits que estava na boa. Mas não: vem coisa nova aí. E assinada pelo líder da banda e um dos maiores gênios que a música pop já conheceu.
O que podemos esperar? Não faço ideia. Só sei que vai sobrar carisma quando os caras estiverem, depois de tanto tempo, reunidos diante de um público. E bastam poucos segundos para confirmar isso. Assistam só:
Marcadores:
bandas,
Beach Boys,
música
Posts Relacionados
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Super-heroínas contra o câncer de mama
| (Via Topless Robot) |
Com o lema "Ninguém está imune ao câncer de mama", a DDB de Moçambique lançou quatro pôsteres de heroínas dos quadrinhos na luta contra a doença. São quatro no total - além da Mulher Maravilha e da Mulher Gato, há também imagens da She-Hulk e da Tempestade, dos X-Men. Confira todos neste link aqui.
Marcadores:
pôsteres,
publicidade,
quadrinhos
Posts Relacionados
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
O bizarro catálogo de produtos Apple em 86
Muito curioso o post da 01 Magazine sobre um catálogo de produtos da Apple nada, nada tecnológicos. Lançado em 1986, ele traz diversos itens - de roupas a guarda-chuvas, passando por casacos e clipes de papel.
Tudo de bom gosto, bem ao padrão Apple que hoje conhecemos? Na verdade, quase nada. Ok, talvez alguns itens que hoje parecem tenebrosos na época caíssem bem, já que, hipsters extremistas à parte, os anos 80 não são exatamente referência estética; mas foram outras duas coisas que me chamaram a atenção. Na verdade, dois desejos: o de fazer a marca ser desejável e maior do que seus produtos; e o de torná-la portátil, carregável por todos não importa aonde ou como.
Isso aconteceu há 25 anos - três antes do lançamento do MacIntosh Portable, o primeiro gadget portátil da companhia. E hoje, se é divertido dar uma olhada no catálogo, difícil sacaneá-lo ao pensar em suas reais intenções. Lá atrás, Steve Jobs e seus comparsas podem não ter feito a coisa certa - e não fizeram -, mas sabiam o que queriam. Demoraram um pouco, porém, assim que conseguiram atribuir design e portabilidade na medida - isto é, fazer produtos atraentes, razoavelmente acessíveis e associados ao que de melhor sempre souberam fazer -, chegaram lá.
Posts Relacionados
Assinar:
Postagens (Atom)








