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terça-feira, 19 de maio de 2015

APENAS QUERO DIZER QUE...

...a sequência final de Mad Men não me sai da cabeça. Se você já assistiu, reveja aí, a partir de 1m30. De aplaudir de pé.




quarta-feira, 30 de abril de 2014

UMA LISTA COM TODOS OS CLIENTES DE DON DRAPER

Quer dizer, da Sterling Cooper. Ou da Sterling Cooper Draper Pryce. Ou da SC & P. Nah. Você me entendeu. Que maneiro.



Via FiveThirtyEight

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

GIRLS E O FAZ DE CONTA DAS JOVENS ADULTAS

Aqui em casa a gente acompanha algumas séries. Eu, que já trabalhei com isso e até tive um blog da minha favorita de todos os tempos - "Lost" -, hoje ando bem mais fraco no número de seriados que acompanho. Hoje, além de "Homeland" e "Mad Men", só vejo "Girls". E nem rola essa desculpa de que "é só porque minha mulher vê", não: eu acho bacana. É mesmo, mas é somente bacana. E "bacana", pelo que já pude perceber por amigas, colegas e conhecidas, é pouco para o tanto que as mulheres gostam, ou costumam gostar.


















Não é uma série de trama, mas de roteiro; e, na minha humilde opinião, pode-se apenas dizer que é superestimado. Porém, é errado julgar "Girls" por esse viés - e, consequentemente, a paixão de quem gosta da série por conta dele. Pra mim, a explicação é simples: "Girls", para boa parte de seu público feminino - que, sem dúvida, é maioria esmagadora -, a chance semanal de se projetar.

Vou tentar me explicar mais claramente. Todos nós nos projetamos, de uma forma ou de outra, em livros, filmes, peças e shows. Alguma parte de nós adoraria viver aquilo ali em algum momento; e assistir é uma convite para essa fantasia. De certa forma, no geral os homens costumam ser mais infantojuvenis em suas projeções culturais. Nunca deixam de gostar do Luke Skywalker, do Batman, do Indiana Jones, do Marty McFly sem que esse gostar signifique "como eu queria ser ele". As mulheres, não: elas não crescem e seguem querendo ser a Mulher Maravilha, ou a Barbie, ou a Hannah Montana. Elas preferem exemplares menos fantasiosos, e que pareçam - pareçam - mais próximos da realidade. Tipo Hannah, Marnie, Shosh e Jessa.

O quarteto de "Girls" vive o glamour do cool sem parecer viver. Fingem para o público que ralam, estudam, o escambau, mas na verdade levam a vida na boa. Nenhuma é ricaça, mas moram na cidade mais cobiçada do mundo apenas trabalhando em cafeterias - em que, no máximo, tiram um espresso aqui, outro ali, saindo do serviço a hora em que bem querem -, suas altas confusões histórias rolam em festas sensacionais... É algo que me lembra "Sex & The City" mas, além da diferença de geração, "Girls" tem a manha de não ter personagens que ostentam roupas, carrões, vestidos e belezas inquestionáveis - como, por exemplo, suas quase-contemporâneas de "Gossip Girl". Pelo contrário: "Girls" é um show de desalinho com os padrões estéticos das passarelas, das revistas e, claro, das séries. No visual e no gosto, as garotas realmente poderiam ser suas vizinhas - e sim, isso é legalzão. Mais do que isso, a estética da "vida real", juntamente com os momentos losers, selam com poderes superbondianos a conexão da mulherada que se projeta no quarteto.

Injusto dizer que é só isso? Claro. Tem excelentes sacadas, momentos muito divertidos, uma direção bacana e uma trilha sonora que encanta quaisquer ouvidos afeitos ao indie pop rock. Mas como série, é apenas um programa razoável cujo trunfo é dar às espectadoras a chance de serem aquelas meninas por 20 minutos por semana.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

O fraco sexto ano de Dexter e sua grande derrapada anticlimática

(Eu vou tentar fazer esse post sem spoilers. Acho que dá.)

Você pode ver Dexter de duas formas. Uma é esquecendo completamente o que as quatro primeiras temporadas da série ofereceram, correndo atrás da diversão por diversão. A outra é fazendo o oposto: pondo a expectativa à altura daquela que já foi uma das melhores - para mim, a melhor - série de TV fechada. Se fizer a primeira opção, provavelmente encontrou nesta sexta temporada o mínimo de diversão; mas se escolheu a outra, a queda já anunciada na temporada anterior se confirmou de vez, e nem mesmo a última cena pôde salvá-la...

Eu escolhi a segunda alternativa. Ou melhor: acho que, pros que viram a série desde o começo, esta não é uma escolha. E por isso mesmo, a tal última cena não só não salvou a esquisita sexta temporada como, para mim, a derrubou.

O que os produtores e roteiristas consideraram o ás na manga para animar o público para o novo ano, realmente não funcionou comigo. A cena em si não foi problema algum; o incômodo foi o contexto meio forçado, meio estranho... Não sei. Não rendeu. Ou vai dizer que você não esperava que aquele momento fosse muito mais cercado de estarrecimento? Garanto que sim.

Outro probleminha deste último ano de Dexter foram os erros do personagem. Digo, alguns dos erros. Em defesa dos roteiristas, acho bastante aceitável o fato de Dexter cometer alguns deslizes por dois motivos básicos. O primeiro é que o personagem é humano. Inteligente pra cacete, mas humano - e serial killers, por mais neurônios que tenham, também cometem erros (como fizeram Trinity e Rudy/Brian). O segundo é que Dexter está se aproximando de seu lado humano, e isso certamente o levaria a aumentar sua vulnerabilidade.

Mas voltando: há erros e erros. E não dá para aceitar que Dexter, por exemplo, ligue para o 911 de seu próprio celular para informar a localização de um serial killer.

Tem mais? Tem mais. A incerteza forçada de Debra; a subtrama do nerd do videogame - que, ao lado do Brother Sam e do Anderson, o novo detetive da trupe, foram a grande trinca de subaproveitados da temporada; o cada vez mais insuportável Quinn... Muita, muita coisa trabalhada ao longo do sexto ano e que não nos levou a nada - ou, pelo menos, a nada que estivesse parelho com que esperávamos.

Sobre Travis, eu curti. Fui um dos que não desconfiaram do grande segredo em torno de seu mentor... Mas até ele, no conjunto das coisas que deram errado, também teve lá seu grau de "poderia ter sido melhor" que a série não nos acostumou a experimentar desde que surgiu.

Dito isto tudo...retorno à tal última cena. Vou respeitar a promessa do começo do meu texto e, sobre ela, dizer apenas que já prevejo um caminho para que ela se resolva no sétimo ano, e ele envolve um desmaio e um esquecimento tão induzido como questionável. Se você ainda não viu, pode não ter entendido nada; mas se assistiu ao fim da sexta temporada, provavelmente me entendeu.

É apenas um palpite; um palpite para algo que pode ter sido mal encaixado, mas foi uma senhora aposta dos roteiristas para o novo ano de Dexter. Se por conta do retrospecto da série a barra já estava lá em cima, se escolheram aquele desfecho, os autores precisam dar conta da expectativa que criaram. Eu realmente acho que eles podem dar a volta por cima e devolver Dexter ao topo, e obviamente torço para isso; mas é bom que façam isso mesmo, pois os créditos que tinham já foram quase todos gastos.

P.S.: Aos que quiserem comentar, o pedido: sigam o meu exemplo e livrem as pessoas de spoilers. Parece difícil, mas dá.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O Google e os 75 anos de Jim Henson


O doodle do Google de hoje faz o que eu chamo de uma homenagem a altura. Jim Henson é só o jedi dos bonecos de Hollywood, pai dos Muppets, da Família Dinossauro e de tantos outros vistos em filmes e séries. Henson morreu em 1990 e, se estivesse vivo, no dia de hoje faria 75 anos. Mestre!

Separados no nascimento: o Dwight Schrüte de The Office e um dos Kaiser Chiefs

















Ontem eu tava vendo um clipe dos Kaiser Chiefs e me liguei na semelhança entre o tecladista da banda, Nick "Peanut"Baines, e o ídolo Rainn Wilson (mais conhecido como Dwight Schrüte).

sábado, 23 de julho de 2011

LOST FOREVER: SÉRIE GANHA MINIEPISÓDIO-PARÓDIA NA COMIC-CON 2011

Lost continua rendendo. Ora em debates, ora em livros... e em manifestações oficiais da ABC. A emissora produziu um episódio-paródia para a Comic-Con 2011 em que vemos uma cena clássica de Jack e Locke pertencente à primeira temporada sob um novo ângulo e com a presença de dois outros personagens...



Muito boa a liberdade que os autores e a emissora se dão de se autoparodiarem... E, claro, qualquer oportunidade de matar saudade da melhor série de todos os tempos é bem-vinda.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

TRAILER DA SEXTA TEMPORADA DE DEXTER: UAU!

Parafraseando um certo safado, se tem uma série capaz de despertar em mim sentimentos primitivos é Dexter. E pelo clipe abaixo, a sexta temporada vem com o pé na porta:



E a brincadeira já tem data para acontecer: o novo ano de Dexter começa no dia 2 de outubro. Save the date!

Agradeço à querida Lívia Figueiredo pela dica.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

WALKING DEAD: O TRAILER DA SEGUNDA TEMPORADA E OS QUADRINHOS QUE DERAM ORIGEM A SÉRIE

Não achei nada demais não, mas eis aí uma primeira olhada no segundo ano da série, que começa lá fora em outubro:


(Via Bleeding Cool)


Já que eu falei da série, aproveito para falar dos quadrinhos que deram origem a ela. Estou no meio deste catatau que é o Walking Dead Compendium One, que reúne nada menos do que as primeiras 48 edições da revista em 232352 páginas. E mais uma vez aquele velhíssimo chavão de que o livro quase sempre é melhor do que o filme (ou a série) se confirma...

A história contada por Robert Kirkman é bem roteirizada e muito mais interessante do que o seriado. Nela, os zumbis são apenas a pré-condição para o assunto principal: o comportamento de um núcleo de pessoas em um mundo que pouco se parece com o mundo que elas conheceram. Ou melhor: que não precisa mais parecer. A ficha de que as regras, agora, estão com os sobreviventes vai caindo aos poucos, de formas variadas, para cada um deles. Não parece bom? E é.

Tomara que a série siga por esse caminho também. E não precisa deixar a ação de lado não, sobretudo porque estabelecer as regras passa por sobreviver à ameaça, e porque ver Rick Grimes e cia. se virando contra os mortos-vivos é divertido; mas que os roteiristas resistam à tentação de desobedecer aos quadrinhos e fazer algo único e diferenciado. Fazer isso é dar chance pro azar, e True Blood está aí para provar que isso pode ser mesmo um problema.

***

Ansioso mesmo estou para ver a estreia do novo ano de outra atração do AMC: a da quarta temporada de Breaking Bad. Foi ontem, eu sei, mas ainda não conferi. Que série boa - talvez a minha favorita da atualidade ao lado de Dexter.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

UM CLIPE OFICIAL PARA O TEMA DE BIG BANG THEORY

Eu pensei que o vídeo para a música dos Barenaked Ladies seria um apanhado de bons momentos da série, mas o resultado saiu melhor: no clipe, a banda invade o set de filmagem do seriado e interage com os atores e a equipe de produção:


(Via PopCandy)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

DEXTER VAI VOLTAR COM SANGUE NOS OLHOS

A melhor série da atualidade vai voltar para uma sexta temporada - e com seu protagonista prometendo um retorno aos velhos tempos.



O site oficial ainda não dá data alguma, mas podemos esperar algo em torno de agosto/setembro. E com sangue nos olhos.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

KID ROBOT E OS TOYS DE FAMILY GUY

É ou não é algo pra se ter na sala, escritório, mesa de trabalho...? Lançamento sensacional da Kid Robot é no dia 17 de fevereiro.




(Via Thug Style)                                                                                            

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

CAMISETA DO DIA: AS MARIONETES DE LOST

























 Eu sei que não são marionetes, mas na falta de um nome melhor para Jack e Locke como personagens daquele joguinho de boxe tosco... Foi meu amigo Davi Garcia que avisou sobre essa camisa (e a comprou). Nove dólares na Tee Fury, mas corram que é por tempo bem limitado.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

BOMBARAM SERIAMENTE EM MEU 2010...

O trabalho pode até dignificar o homem, mas muitas vezes prejudica seriamente o cinéfilo, quadrinista, gamer... e o blogueiro. Esse último, então, acaba se ferrando um pouquinho mais, porque é muito mais importante aproveitar o tempo lendo/vendo/ouvindo/jogando/escrevendo (longe do Blogger) do que exatamente fazendo blog.

Como é momento de retrospectiva, aproveito pra fazer a minha em formato de tópicos. Entre eles, coisas que relatei aqui no blog e outras que não deu pra mencionar no tempo devido; mas, tenham sido registradas anteriormente aqui ou não, todas me fizeram mais feliz em 2010. Lá vai:

MÚSICA

- Show do Holy Ghost! e do Mayer Hawthorne - não percam, que ele tá vindo pra cá - em Nova York.
- Air no Circo. Bonito do jeito que eu imaginava.
- Miike Snow - além de um show legal, a primeira iniciativa do excelente projeto do Queremos - que já promete ser responsável por belos momentos musicais de 2011.

- Bang Bang Bang, fruto da união Mark Ronson,MNDR e do incrível Q-Tip. Simplesmente a melhor música do ano.
- Klaxons lançando disco!
- Paul McCartney... ainda que tenha sido pela TV.
- Delicious Jukebox, festinha do Move That Jukebox, em que tive prazer em tocar em três edições - uma delas, dentro de uma das melhores festas do Rio, a Paradiso.

CINEMA

Mesmo passando quase que invictamente pelo Festival do Rio - droga - consegui ver coisas bem interessantes...

- Inception, é lógico. Christopher Nolan arrebentando novamente em roteiro e direção excelentes.
- The Social Network: bom, mas o curioso pra mim é ver a história de uma rede social no cinema. Sinal dos tempos...

- As adaptações de Scott Pilgrim e Kick Ass arrebentaram!
- Se Beber, Não Case. Galhofaça excelente.
- Onde Vivem os Monstros: se esperava muito mais de Spike Jonze, ao menos visualmente o filme é bonito em sua escuridão. Valeu sim.


LITERATURA/QUADRINHOS

- Aí a coisa embola, porque a maioria do que li não saiu nestes últimos doze meses, mas vá lá.
Nesse departamento, 2010 vai ficar marcado como o ano em que travei contato direto com John Fante e Albert Camus - cada um espetacular ao seu jeito, com Pergunte ao Pó e O Estrangeiro. Li também Juliet, Naked (Nick Hornby, sempre ótimo), Kerouak, o Umbigo Sem Fundo de Dash Shaw, finalmente perdi meu preconceito com Sandman (e me dei bem)... Enfim, foi um ano de boas e muitas leituras. E 2011 não será diferente não.

ARTES PLÁSTICAS


- Poderia chamar o tópico de "Nova York" que tava valendo. Conhecer a cidade - certamente uma das top 3 boas coisas do meu ano - é mergulhar em museus. Vi muita coisa boa, mas citarei só uma: Pure Beauty, a exposição que me fez conhecer o trabalho de John Baldessari, e fazer me interessar em definitivo a ponto de tentar me arriscar nesse campo também. 

GAMES

- Batman:Arkham Asylum: gráficos fodas, enredo divertido e uma jogabilidade responsável pela melhor representação do Batman num game.

- Red Dead Redemption: o GTA do Velho Oeste merece todo e qualquer elogio que lhe cobriu. Um assombro de bom.

- Pro Evolution Soccer 2011: o meu game favorito de futebol ficou mais difícil, com uma física mais precisa, mais e melhores dribles... e um desafio mais viciante do que já era. Meu polegar esquerdo que o diga.

TELEVISÃO

- Só um tópico, pra fechar muito bem: Lost. Um espetáculo do início ao fim, e um ponto final corajoso pra cacete. Bravo!

***

Se eu lembrar de algo mais - e isso fatalmente acontecerá -, vou atualizando. QUem quiser fazer o mesmo, manda bala nos comentários...

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

QUINTO ANO DE DEXTER: A TEMPORADA DO QUASE















De todos os cinco anos de Dexter, este foi o que me pareceu passar mais rápido. Normalmente essa sensação é associada a coisas espetaculares - algo que, definitivamente, esta quinta temporada não foi. Ruim, claro, também não; nem mesmo mediana. Foi divertido, legal, bom até - mas isso é pouco quando se trata de um seriado que nos acostumou ao melhor, certo?

Pelo que andei vendo nas interwebs, a grande maioria dos fãs concorda que esta foi a fase menos inspirada da trama do psicopata que mata psicopata, e eu concordo. Ao longo destas 12 semanas, li gente dizendo que a série não sabe mais para onde ir porque não tem mais para onde ir... e é aí que eu discordo. Dexter tem pra onde ir - e tinha muito pra fazer nessa temporada, já que abriu portas muito interessantes e boas de serem exploradas, mas que acabaram sendo subvalorizadas.


Recorrendo ao velho artifício da comparação com o futebol, foi um festival de belas jogadas que viraram bolas na trave, chutes pra fora... chances perdidas. Por exemplo, os roteiristas tiveram a possibilidade de reaver a ambição de LaGuerta, mas optaram por uma mulher mais ética; criaram a boa e oportuna união entre Quinn e Liddy mas a destruíram com a paixonite do policial; poderiam ter feito da transição de Lumen algo bem mais complexo e perturbador para ela e para Dexter; poderiam ter caprichado no embate entre Dexter e Eugene/Jordan; e, por fim, perderam a enorme oportunidade de fazer com que Debra soubesse do envolvimento de Dexter na caçada aos estupradores/assassinos do barril - ou que pelo menos tivesse elementos para desconfiar dele. Ainda assim foi legal, mas poderia ter ido muito além.

De novo: se a quinta temporada não foi brilhante como as anteriores, pelo menos foi divertida, com bons momentos de suspense, Peter Weller atuando benzão como o irritante Liddy e Jonny Lee Miller e Julia Stiles cumprindo bem seus papeis. E o melhor é que ainda há tempo e timing para que, na sexta, algumas das chances acima sejam retomadas, e de preferência logo no começo da história. Ou não está na hora da (cada vez mais competente) Debra desconfiar de seu irmão?

Claro que já - e o que ela fará/faria com essa informação é (apenas) um belíssimo caminho a ser explorado pela série, capaz de render pelo menos novos 12 episódios, em uma nova temporada que não só colocará Dexter em seu devido lugar como comprovará que, em tudo o que a história já nos ofereceu e que pode ainda nos dar, essa quinta temporada não foi o golaço de sempre.  

terça-feira, 30 de novembro de 2010

VANS LANÇOU UMA TV ONLINE. SABIAM?

Só hoje soube que existia a OffTheWall.TV, a TV online criada pela Vans. Na verdade é recente - surgiu no meio deste mês de novembro - e traz vídeos de moda, arte, skate, bmx, e algumas webséries - uma delas é do Yo!Gabba Gabba, aquele programa infantil megaübercool.

Isto é um robô andando de skate.                                                                        














Ainda não fuxiquei o canal direito, mas certamente o farei, pois confio bastante no gosto da galera da Vans. Recomendado.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

THE WALKING DEAD: UM BELO APERITIVO


Tem gente achando que o episódio de estreia de The Walking Dead - que causou furor nos EUA e fúria no Brasil - se desenvolveu a passos de zumbi. Não achei não, talvez por ser acostumado a histórias de mortos vivos, que costumam começar com a apresentação de um cenário desolador, apocalíptico, de poucos imunes à maldição. Falando nisso, uma das coisas que mais gosto em histórias de zumbis é a falta de qualquer explicação para o começo da epidemia, do caos, da doença. Simplesmente tudo começa e é isso aí mesmo. Mas enfim...

Voltando. O que alguns chamam de arrastado, eu chamo de apresentação. A história de Rick, policial que (literalmente) acorda em um mundo completamente diferente do que conhecia, é bem interessante. Melhor ainda é o encontro dele com a dupla de pai e filho Morgan e Duane, já familiarizados com a situação e devidamente traumatizados por terem mulher e mãe transformada em um dos walkers. Aliás, alguém ouviu a palavra "zombie" citada na série até agora? Eu, pelo que me lembre, não. Boa decisão...

Só me preocupa um pouco a história meio óbvia de a mulher de Rick, Lori (a bela-que-já-teve-melhores-dias Sarah Wayne Callies), em meio ao desespero, se envolver com o parceiro do policial. Ainda não li os quadrinhos - a primeira compilação tá me esperando na estante de casa - e não sei como isso se resolve em HQ, mas quero saber como os roteiristas vão fazer com que isso seja minimamente diferente de tantas histórias iguais que já vimos antes...

Bom, sorte que os ótimos minutos finais não me deixaram pensar nisso. Toda a sequência que se inicia com Rick cavalgando na rua em contraste com o "engarrafamento" da pista contrária, o perrengue diante de uma legião de walkers, culminando no refúgio dentro de um tanque é excelente, definindo o primeiro episódio de The Walking Dead como um belo aperitivo que insinua que temos uma boa história a caminho.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

T-GIRL: KATY PERRY+VILA SÉSAMO



Katy usou a camisa do Elmo em uma esquete do Saturday Night Live deste último sábado. Tem vídeo...



...e esse GIF espetacular:


Não preciso mais dizer nada... Preciso? Preciso: vai lá, Vinicius.

domingo, 26 de setembro de 2010

A ABERTURA DO SÉTIMO ANO DE THE OFFICE É IMBATÍVEL.

Não é exagero não:





É difícil achar por aí um elenco tão carismático a serviço de uma série.  Em 2m52s pwned toda a história de Glee. Isso é musical. Sou Dunder Mifflin até morrer.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

TRUE BLOOD: UMA SÉRIE FLERTANDO COM A MORTE VERDADEIRA

(Com SPOILERS! do fim da terceira temporada)

Era uma vez um seriado que teve um primeiro ano impecável, um segundo bem inconsistente e um terceiro lamentável. Seu nome? True Blood. Muito provavelmente os que acompanham a série e o blog puderam notar que eu deixei de comentá-la semanalmente como costumava fazer. É que, de fato, fui me desempolgando aos poucos com o que estava vendo; porém, senti necessidade de pelo menos me despedir desta temporada com um post a respeito. E, como vocês já puderam notar pela abertura, não é exatamente elogioso.



Verdade seja dita, o fato é que esta terceira fase da série nunca realmente engrenou. E até que tinha personagens interessantes, que podiam nos fazer esquecer daquele show de bizarria que fizeram com o finzinho do segundo ano e a história de Maryann. Tínhamos Alcide, Talbot, Franklin, Russell - todos promissores, sem dúvida. Só esqueceram de dar uma história bacana pra eles. Ok, os lobisomens nos foram apresentados mas não passaram de uns motoqueiros ogros que lambiam as botas de Russell. Tsc.

Tá bom que o desenvolvimento destas novidades até - até - poderiam ficar para uma quarta temporada, certo? Sim, caso eles resolvessem agora trabalhar melhor os personagens principais. Falando neles, que desastre. Eric e Bill foram diminuídos; e Sookie consolidou-se como uma chataralha.

Tudo bem, esqueçam os principais. E se eles dessem um gás na história dos secundários como Jessica, Lafayette e Pam? Nah. Em vez disso, jogaram a ruiva num drama existencial raso demais, o cozinheiro/trafica/operário num relacionamento que ficou pra decolar no quarto ano e, depois de prometer nos primeiros capítulos algo mais para a sócia de Eric, a confinaram nos domínios do Fangtasia sem qualquer relevância.

Novos ou antigos, Alan Ball e companhia tinham os personagens, os cenários, mas em nenhum momento deste terceiro ano nos deram o mínimo de segurança de que sabiam o que fazer com eles. Subaproveitou os novos e estragou os antigos. E mesmo assim, mesmo assim torci para um bom final, o que significaria necessariamente como algo acima do nível da temporada. Se é que isso serve de argumento - esfarrapado, sujo e fedido -, este episódio foi totalmente harmonioso com os deste ano da série. E nem quero exemplificar tão a fundo, falando do vazio no qual jogaram Alcide, do esdrúxulo fim de Jason e os maltrapilhos herdados de Crystal, de Tara e sua mudança teen... Melhor não.

Hoje, True Blood vive pelo que fez no passado - um crédito que, para mim, basta apenas para eu assistir ao início da quarta temporada. Se vou prosseguir ou não, bem... Só sei que, para continuar espectador, nesse recomeço vão ter que me dar bem mais do que eu vi ao longo deste terceiro ano fajutaço. É o justo para uma série que já brilhou mas que hoje não sabe para onde correr.
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