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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Rolling Stones, Amy Winehouse e um clássico

Já que a quinta-feira é de calor - dentre as diversas cidades citadas ontem na meteorologia da TV5, o Rio tinha a média mais quente -, vamos de um encontro ocorrido no festival Isle of Wight em 2007. Aviso logo: quem der play nesta versão de Ain't Too Proud To Beg sem o ar condicionado ligado vai suar mais do que o normal.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Meu Planeta Terra de velho

Eu gosto do Planeta Terra. Acho razoavelmente bem estruturado - o que já o credencia a ser, na minha opinião, o festival de música de grande porte mais organizado do país -, e costuma ter o line-up mais compatível com meu gosto. Porém, quando o dia chegou é que eu descobri que, pra mim, tudo está ficando meio relativo, e por conta desse lance maldito chamado idade - e aí entenda-se cronológica, mental, espiritual, todas juntas. E a minha idade diz que eu não tenho mais saco/disposição para...festivais.

E num festival, quando não há a disposição, melhor focar e ver o que você realmente não quer perder, en la créme de la créme, na parte mais macia do filé. E pensando dessa forma, o meu Planeta Terra de apenas 3 bandas foi bom demais.

A primeira de todas era a única que ainda não havia visto ao vivo, e que é uma descoberta relativamente recente: a canadense Broken Social Scene. Gosto muito deles em disco e curti demais deles em show, mas queria muito ter visto a banda num lugar menor e com um público mais interessado. Eles têm um som bem peculiar e que por isso fica meio difícil ter uma definição mais precisa. Pensa em alguma coisa de Sonic Youth, outra porção de Flaming Lips e uma coisinha dos conterrâneos mais famosos deles, o Arcade Fire. Melhor ouvir mesmo (e tentar abstrair o corte ridículo da edição as 17"):

Aí depois veio o Interpol, a banda da qual senti mais pena na minha vida. Isso porque, quando eles vieram tocar no Rio, se apresentaram na péssima Fundição Progresso, um exemplo do que não se deve fazer em matéria de infraestrutura de local para shows; e os que lá estiveram lembram bem do show interrompido por conta de uma cascata d'água que caiu sobre a mesa de som do grupo naquela noite de chuva torrencial. A banda se portou superprofissional, mas obviamente foi prejudicada por tudo ali. Neste sábado, não. Som e tempo bons, condições perfeitas de jogo e uma bela apresentação. Uma de minhas favoritas: Por fim, os Strokes, banda campeoníssima no quesito "Reprodução fiel ao vivo do que se escuta nos discos". Nesse aspecto, ninguém impressionou mais do que eles até hoje, mas esse tipo de show pode frustrar aquelas pessoas que vão a shows esperando uma banda que gosta de mexer nos arranjos, ou de brincar de improviso. Confesso que gosto mais desse outro tipo de apresentação, mas os Strokes têm um repertório sensacional e, por isso, podem fazer o que está nos discos que eu vou me divertir. E me diverti muito, mesmo com aquele lance da idade jogando contra. E foi com esse saldo de 100% de aproveitamento que deixei o Playcenter. Ah, e com essa certeza da incompatibilidade entre minha idade e esses eventos também. Nada que eu não consiga esquecer até 2012 - afinal, memória fraca também entra nessa conta...

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Stevie Wonder e sua mágica de fazer felicidade



Posso dizer que já vi shows memoráveis ao vivo, in loco e pela televisão. Apresentações de músicos geniais, de ídolos pessoais, que me arrancaram voz, suor e choro - e sim, existem alguns bons homens e mulheres por aí cuja música possui esse poder. Mas ontem, pela tela de uma tevê, vi um show dos mais especiais: o de um homem capaz de transformar instantaneamente sua música, atitude e sorrisos na vibração coletiva mais positiva e bonita que possa existir.

Impressionante o que Stevie Wonder fez no palco principal do Rock in Rio na noite desta quinta. É chover no molhado falar da genialidade de suas canções, do groove inconfundível, do sorriso sempre aberto e do entrosamento perfeito com a plateia. Mas até ontem eu nunca tinha pensado nesses elementos como ingredientes da maior e melhor mágica do gênio: criar um círculo virtuoso de bons sons e felicidade. Com todo aquele carisma e energia, sem dúvida Stevie vive no centro dele, se alimenta dele, e assim consegue prover seu público de toda essa vibe espetacular, da qual sem dúvida se nutre também.

Não sei se estou sendo claro. O lance é que o diferencial do show de Stevie Wonder não é o de ser excelente, mas sim de ser especialmente bonito, de acarinhar o coração, de nos deixar numa alegria que nos joga naquele paradoxo: ao mesmo tempo que não deveria ser tão difícil de acontecer, quando acontece, por ser rara e especial, nos põe a pensar se nos fascinaríamos assim se fosse tão fácil.

Sem dúvida de que o altíssimo nível musical é fundamental para que aquele grande encanto aconteça como aconteceu. Mas aquilo ali não é só música não. É o que vem antes dela. É o que faz Stevie Wonder fazer melodias como as que faz, atraindo pessoas para seus concertos e, com tudo ali diante de si, produzir todo aquele encanto. É boa música boa, que só poderia ter vindo de um homem com aquela energia. Amor em forma de sons e de acontecimento.

Uma vez envolto pela ambiência criada por Stevie Wonder, como é fácil sorrir e se sentir bem - e não há nada de melhor que a música possa fazer conosco. A mágica daquele show aconteceu por poucas horas, mas felizmente os efeitos são extensivos à lembrança; e essa certamente vai durar para sempre em quem presenciou o espetáculo.





quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Wilco e o show completo no Dave Letterman!

O mês de setembro vai muito bem para os fãs do Wilco: além do lançamento do novo disco da banda, The Whole Love, na noite de ontem o grupo fez um show especial para o site do Late Show de David Letterman. E está tudo aqui:


 

Ah, faltou dizer: ainda vou fazer um Faixa a Faixa do incrível The Whole Love. Merece.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

SHOW DO NIRVANA NO HOLLYWOOD ROCK TÁ NO YOUTUBE! E ALGUNS COMENTÁRIOS...

O Rock em Geral avisou, e eu abro espaço também: pra quem ainda não viu o famoso show do Nirvana no Hollywood Rock de 1993, em pleno Rrrio de Enero. Tudo abaixo.



***

Eu estava lá. Era um moleque de 17 anos e, na ocasião, o L7 me divertiu tanto quanto o Nirvana, que não me parecia tão a fim de jogo assim: Kurt Cobain não só estava prejudicialmente doidaralho como também, dizem, tinha ficado possesso ao saber que o Hollywood que batizava o festival estava ligado a uma marca de cigarros. A atitude rock estava lá, claro, mas não tinha pago pra isso. Queria ver aquelas músicas explodindo no palco e nas caixas de som, com mais sangue e vísceras do que no meu aparelho de som. Só isso... e nem tive tanto assim.

Desde então eu nunca corri atrás do VT - que, na verdade, nunca foi muito difícil de ser conseguido. Agora facilitou bastante. Acho que vou tentar dar um play mais tarde...

segunda-feira, 23 de maio de 2011

PAUL McCARTNEY AO VIVO: A EXPERIÊNCIA QUE TODOS DEVERIAM TER

Ontem fui pela primeira vez a um show de Paul McCartney. E só posso dizer que tê-lo tocando a alguns metros de você é o tipo de sensação que todos, todos deveriam ter nessa vida.

Pronto. Queria escrever muito, mas falta o tempo; porém, na verdade, não preciso dizer mais nada. E não é preciso dizer nada quando se tem isso aqui:



(Preste muita, muita atenção na plateia da frente. Muita. Muita.)



***

Acho que tenho mais uma coisa só a dizer: os cartazes são a prova de como o simples e o genial, juntos, são imbatíveis.

terça-feira, 12 de abril de 2011

MIAMI HORROR DIVERTE, THE NATIONAL EMOCIONA

O fim de semana passado pediu licença para começar um dia antes, mesmo sem ser feriado no Rio: na quinta e sexta feiras o Circo Voador recebeu dois shows assinados pelo Queremos e seus Cariocas Empolgados: respectivamente, Miami Horror e The National. Saldo duplamente positivo, embora com diferenças notáveis entre os dois - e ao dizer isso, lógico, não estou falando (só) de estilo musical...

Na quinta, o Miami Horror abriu os trabalhos, apresentando ao vivo seu disco único, Illumination. O show rendeu bons momentos, como em Echoplex...




... mas, mesmo assim, faltou algo. Repertório? Sinergia com o público? Uma plateia (mais) cheia? Talvez, talvez e talvez. Mas o que pesou mesmo foi a falta de cariocas realmente empolgados no público. Eu até acreditava que poderia haver fãs da banda australiana em número suficiente pra fazer o show virar pista de dança...mas não. Ou pelo menos não dessa vez. Tomara que haja uma próxima - e que eles nos surjam com uma versão tão inesperada quanto bacana como a que fizeram de You Can Call Me Al, de Paul Simon.




Veio o dia seguinte, trocando os dances australianos pela coleção de canções introspectivas do The National. E os americanos, por incrível que pareça, animaram o público bem mais do que o Miami Horror. Quer dizer, pensando com calma, nem é tão incrível assim: a banda de Ohio é mais rodada - tendo inclusive tocado no último Tim Festival -, mais conhecida...e mais arrebatada. Do tipo que consegue invocar a melhor vocação do Circo Voador: a de, vez por outra, arrancar apresentações históricas de quem o comanda.



Eu não sou exatamente um grande fã do The National. Na verdade, conheço pouco da banda; e foi assim, destreinado, quase em branco, que preferi vê-los. Não me arrependi. Gosto demais quando deixo pra conhecer um grupo de verdade na hora em que estou diante dele e acontece o que aconteceu na última sexta-feira: me deparar com uma banda de canções bonitas, arranjos precisos, liderada por um vocalista que sabe o valor de sentir o que se canta, contagiando todos os presentes. Uma conexão provada na última música do bis, levada sem sistema de som. Música orgânica do palco, garganta coletiva sob a lona, e um belo e inesquecível encerramento para um showzaço.

Em outras palavras, eu não precisava ter escrito nada. Bastava colar esse vídeo pra vocês entenderem tudo:





***

Se o trabalho deixar, falo de Rio, o filme, ainda nesta terça. Por agora, apenas a recomendação: assistam.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

TWO DOOR CINEMA CLUB NO RIO...E EM SUPER 8

Domingo teve Two Door Cinema Club no Circo Voador. Banda feliz, público animado e bonito... Me senti no dever de fazer um registro. Gravei então um vídeo na íntegra de What You Want usando o 8mm, aplicativo do iPhone que transforma a câmera do telefone em uma Super 8:



Bonus track: No segundo bis do show, eles aproveitaram pra tocar um certo sucesso de uns tais Strokes...

sábado, 15 de janeiro de 2011

MAYER HAWTHORNE E A MÚSICA QUE O VERÃO MERECE

(Foto: Luciano Oliveira)                                                                                                                         
















Mayer Hawthorne não amenizou o calor inclemente da Lapa, tampouco apagou da nossa memória os capítulos trágicos dos últimos dias no Rio; mas ainda assim fez um grande bem a algumas centenas de fãs de música que estiveram nesta sexta no Circo Voador. A animação de estar fazendo no Brasil um show só seu - ele veio para abrir as apresentações de Amy Winehouse - deu a Mayer algo do espírito do Franz Ferdinand quando deixou de ser banda de abertura do U2 no Brasil em 2006 por uma noite para se consagrar no mesmo palco. Mayer e seu grupo, The County, estavam nessa vibe mesmo, e eles souberam exatamente o que fazer com essa chance. 


Foi um show de leveza, de sorrisos e palmas fáceis de serem arrancados, de empolgação genuína, ainda que nada explosiva. O repertório, composto essencialmente por músicas de seu único disco, A Strange Arrangement, ajuda demais: são músicas feitas para embalar um verão carioca. Destaque para as deliciosas Maybe So, Maybe No e Your Easy Lovin' Ain't Pleasin' Nothin', acompanhamentos perfeitos para caipirinha e dancinhas - especialmente as femininas, cheias de graça como a trilha.

"Tem horas que ele é meio Motown, em outras Daryl Hall & John Oates", comentou um amigo. Em muito concordo com ele: a maior pretensão do som de Mayer Hawthorne, impregnado de nostalgia, é a de fazer uma clara reverência às suas referências sonoras. E digo pretensão na acepção mais ambiciosa do termo. Em termos diretos, na real, ele se propõe tão somente a fazer as pessoas se divertirem. E se continuar fazendo música desse jeito, vai sempre acertar na mosca do alvo, como de fato fez ontem.

Não foi meu primeiro show de Mayer. Tive a chance de vê-lo novembro passado em Nova York. Outono, Brooklyn, casa pequena, outras centenas de pessoas, um setlist quase igual ao de ontem - as músicas do disco, versões para Snoop Doggy Dog (Gangsta Luv e Beautiful), e outra espetacular para What A Fool Believes, dos Doobie Brothers. As diferenças marcantes: lá fora, teve música cantada pelo guitarrista da banda, Topher; aqui, um frontman cheio de historinhas bacanas - como a do cara do aeroporto que lhe pediu autógrafo por tê-lo confundido com Tobey Maguire; um bis a mais (com Work To Do, Isley Brothers), direito conquistado pela plateia mais do que satisfeita; e o Rio e seu verão, claro. O verão, que deixa a plateia das bandas de cá ainda mais carioca, naquele belo espírito coletivo que Mayer & cia. não devem costumar encarar lá em cima não - a ponto de o músico ter twitado logo após o show três palavrinhas que dizem muito: "Best. Show. Ever". Querendo repeti-lo ou até mesmo superá-lo, volte sempre, Mayer. Você também é carioca. Sua música, então, nem se fala.







***


Vivas à turma do Queremos, não só por mais este show como também por ter promovido e incentivado doações para os desabrigados da região serrana fluminense.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

AMY WINEHOUSE, DOIS EXTREMOS, UM DILEMA

Quero muito ter a coragem de comprar o ingresso para conferir a Amy hoje. Mas eu fico na dúvida: a cantora que irá se apresentar na noite de hoje é essa aqui...



Ou essa?



Quero muito ter a coragem de conferir. Será?

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

PAUL McCARTNEY NO BRASIL E A VONTADE DE TER SIDO UM BEATLE

Mais perto (e mais certa) do que o filme dos Beach Boys é a vinda de sir Paul McCartney ao Brasil novamente. Da primeira vez em que ele esteve por aqui eu era bem moleque, mas mesmo assim me arrependi obvia e profundamente de não ter ido. Mas desta vez eu vou. E até mais preparado - não por conhecer mais a carreira solo de Paul ou por gostar mais de Beatles, mas sim por ter emoções mais maduras para estar frente a frente com um Beatle. Afinal, se eu já consegui sobreviver integramente a Brian Wilson aos 28, não será Macca que me fará enfartar aos 34.

E foi essa boa notícia que me fez correr atrás, assistir e postar pra vocês algo que consegue especialmente me deixar com uma vontade inacreditável de ter sido um Beatle. Se eu já me emociono do lado de cá, imagina você ter um reencontro tão impactante, registrado lindamente em áudio e num vídeo que conta a história da sua vida e obra. Do outro mundo.

Por favor, usem fones antes de clicar no play.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

E O MIIKE SNOW NO RIO, COMO FOI?

Sendo muito objetivo, foi legal pra cacete. Mas é muito mais legal mostrar do que contar , até porque tô com o tempo apertadaço. O I Hate Foco já subiu as fotos -hah! - e tem uma galera já postando os vídeos:





Agora os 60 Cariocas Empolgados - os responsáveis pela festa de ontem - querem trazer o Belle & Sebastian. Será que rola? Bom, depois de conseguirem um Circo cheiaço em plena segunda-feira, eu não vou duvidar não.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

PARA AQUECER PRO MIIKE SNOW...

Hoje tem Miike Snow no Rio, como (muitos de) vocês já sabem. Então, vale muito ver o que eles aprontaram no Jimmy Kimmel:






A gente se vê lá. E vou tentar fazer um vídeo. E o I Hate Foco vai cobrir.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

GLASS CANDY É PURA SENSUALIDADE

Essa eu toquei na edição #35 do Podcast, mas ao vivo é outra vibe:



Como se escreve clássico com quatro letras?

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

E O CRYSTAL CASTLES VEM AÍ!!


(Via Henrique Sauer, amigo de fé e companheiro de cabine na Delicious Jukebox ao lado de Alex "Move That Jukebox" Corrêa)

Enquanto o Chromeo não vem, teremos essa bagunça vai comer solta no Rio (24/09, no Circo Voador, junto com as festas Shout! e ElectroShake) e em São Paulo (25/09, no Kaballah Festival). Vai ser bom.

CHROMEO EM SÃO PAULO: LEGAL PRA MEIRELLES



Curtiram? O Matias gravou várias músicas do showzinho que rolou na semana passada em Sampaulo e postou no Trabalho Sujo. E, segundo ele, os caras voltam ano que vem pra tocar noutras cidades do Brasil. Hooray!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

PAUL McCARTNEY VEM AÍ?



O Lúcio Ribeiro soltou essa, atiçando o começo da semana de todo mundo. E se vocês tiveram preguiça de clicar no link, sim, é coisa ainda para 2010 - novembro, mais precisamente.

E eu vou - até porque não fui no do Maraca. Que bucha.





E se tivesse ido, lá estaria novamente. Afinal, é Paul McCartney.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

MIIKE SNOW NO RIO: SIM, PODEMOS

Ou melhor: 60 cabeças cariocas puderam e podem. E graças a elas Miike Snow vem tocar no Rio.


Aqui no Globo tem matéria sobre os responsáveis pela façanha. Meus parabéns a todos os envolvidos - e nos vemos no Circo.

terça-feira, 23 de março de 2010

COURTNEY LOVE NO SOUTH BY SOUTHWEST: EU NÃO SEI O QUE PENSAR

...e a nem tão alegre viúva de Kurt Cobain resolveu sacudir o pó - sem trocadilho intencional - e voltar a tocar. Courtney Love se apresentou ao lado do Hole - se é que se pode chamar de Hole uma banda sem o colosso Melissa Auf Der Maur - por duas vezes no South By Southwest, Festival de Cultura Pop realizado em Austin e evento-em-que-mais-queria-estar-na-minha-vida-na-última-semana. E aí?

Eu não estava lá, mas fui até o YouTube ver se achava um vídeo deles tocando "Malibu", minha música favorita da banda. E achei:



Eu adoro a música, mas realmente não tenho uma opinião formada sobre o que se vê acima. Sinto falta dos backing vocals e de alguma aura californiana presente na gravação original. Mesmo assim, houve alguma nostalgia por aqui. É ponto pra você, Courtney. Acho.

terça-feira, 16 de março de 2010

CAFÉ, UMA SALINHA REDONDA E VERSÕES INUSITADAS DE CLÁSSICOS DO POP ROCK

Quando você pensa ter todos os motivos para gostar do Starbucks, os caras por trás da melhor cafeteria do mundo te arrumam mais um: lançou, em parceria com o (também) ótimo AV Club, o projeto Undercover.

O Undercover é assim: num mini-estúdio e ao longo de 25 semanas, 25 bandas farão covers impensadas de 25 outros grupos. Só foram divulgadas antecipadamente as músicas que farão parte do projeto. Na tracklist, Depeche Mode, Beach Boys - yeah! -, Nirvana, REM... e Tears For Fears, primeiros homenageados. Coube a Ted Leo & The Pharmacists relerem o clássico "Everybody Wants to Rule the World":





Curti pra cacete. Mais um golaço do Starbucks. Kudos ao PopMatters pela dica.
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