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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

RIP, HAROLD RAMIS


























Minha geração o conhecia mais por outro nome: Egon Spengler, o crânio dos Caça-Fantasmas. Ramis morreu segunda-feira e, além de ator, era roteirista - tendo co-escrito os dois filmes da franquia Ghostbusters - e diretor.

Para a despedida, tá rolando nas interwebs a imagem acima. Doce, singela e muito apropriada. Guie-o direitinho, Geleia.

Ah, e que isso não nos impeça de sonhar com um terceiro filme da série. Mas não agora, claro.



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

"HER" E SUA GRANDE PERGUNTA



Eu até tenho vontade, mas confesso não saber por onde começar a falar sobre o novo filme de Spike Jonze. Talvez o melhor caminho seja fazer um paralelo com o que minha mulher falou outro dia sobre outro filmaço: "'O Iluminado' não é um filme de terror: é uma história sobre violência doméstica".

Pois. Indo por esse caminho, "Her" nada mais é do que uma reflexão sobre um assunto sintetizado numa pergunta que, em tempos mais civilizados, deveria ser 100% retórica: quem tem o direito de julgar quem o outro ama?

Essa pode até não ser a mosca do alvo de Jonze - pode? -  mas, não importa: seja como for, palmas pra ele. De pé. Se ainda não viu, se vire, dê seu jeito, mas vá vê-lo agora.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O ultraje das refilmagens...e da Bruna Surfistinha

Não pode: eu busco assuntos interessantes para postar, e dou de cara com dois que não me empolgam nada. Não pode.

Primeiro, eu vejo que estão querendo fazer uma versão baixo custo de Psicopata Americano. E depois eu vejo pôsteres de um tal The Amazing Spider-Man que minha ignorância - felizmente? - não me deixa saber se já é um remake do Homem Aranha ou se é uma nova e inédita aventura. Tomara mesmo que seja a segunda opção. De qualquer forma, a primeira notícia já foi bem esquisitona...como esquisitona é essa onda de remakes 100% desnecessários.

O Iluminado virou minssérie de TV em 1997. Por quê?




















Eu entendo quererem refazer diversos filmes que, à época de sua produção original, não tinham como serem realizados do jeito que seus respectivos diretores os conceberam, por conta de limitações meramente técnicas e tecnológicas; mesmo assim, esse grupo devia ser controlado, limitado ao máximo. A regra deveria ser outra: a de que a imensa maioria dos longas teriam que ser tombados, sendo proibida a sua reinvenção.

A verdade é que eu até tentei pensar em pelo menos 3 remakes que me valessem uma lista de nobres exceções de refilmagens. Seria legal ter um contraponto, o post ficaria mais legal...mas não aconteceu. Alguém aí consegue? Se conseguir, mande bala nos comentários. Sinceramente, acho difícil - e ainda bem; mas Hollywood tá pouco se lixando pra quem pensa assim. Definitivamente, parece que o novo Karate Kid - aquele, do kung fu - não ensinou nada a ninguém.

***

Não tem nada a ver com o que eu disse acima mas ao mesmo tempo tem: neste sábado acabei vendo Bruna Surfistinha. Na última cena, Radiohead. Se a banda não merecia o filme, quem chegou até a cena final daquela porcaria, sim.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Django Unchained: o western do Tarantino vem aí!

























Depois de muito flertar e homenagear o gênero em sequências e trilhas sonoras, Tarantino finalmente vai fazer um western. Django Unchained é protagonizado por um ex-escravo que vira caçador de recompensas e, com a ajuda de seu mentor - Pai Mei, alguém? -, parte para resgatar sua esposa da jugo de Calvin Candle, um cruel fazendeiro do Mississipi. Em 2012 nas melhores salas...e diante de mim com um saco de pipoca do tamanho do (antigo) Maracanã.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Trailer da Vez: Out of The Blue (1980)


(Via 01 Magazine)

Vi esse trailer e pensei em fazer uma nova seção aqui no blog, só pra postar trailers que eu curta, tanto de novidades quanto de filmes antigos - como é o caso de Out Of The Blue/Anos de Rebeldia, que nunca tinha visto até hoje.

Na verdade eu nunca tinha ouvido falar desse filme. As cenas já me convenceram a correr atrás dele, e a informação de que Dennis Hopper não só atua como dirige também provoca curiosidade. Além do mais, eu gosto desses trailers antigos, com narradores e pílulas de críticas surgindo sobre as cenas. Se você já viu esse filme, não deixa de comentar o que achou.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O Google e os 75 anos de Jim Henson


O doodle do Google de hoje faz o que eu chamo de uma homenagem a altura. Jim Henson é só o jedi dos bonecos de Hollywood, pai dos Muppets, da Família Dinossauro e de tantos outros vistos em filmes e séries. Henson morreu em 1990 e, se estivesse vivo, no dia de hoje faria 75 anos. Mestre!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Back 4 The Future : a nova historinha de De Volta Para o Futuro feita pela Nike

Não consegui - e claro que nem tentei - deixar de postar o filminho que a Nike fez para lançar o Nike MAG, o tênis visto em De Volta Para o Futuro 2.  Capacitor de fluxo e nostalgia no máximo:

 

E se quiser conhecer melhor o tênis, o Back 4 The Future está aí pra isso mesmo.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Nike lança hoje o tênis de Marty McFly. Mesmo!

É um clássico do cinema pipocão dos 80s - e da publicidade - a cena de De Volta Para O Futuro 2 em que Marty McFly experimenta o modelo Nike do ano de 2015. Essa aqui:

 


 E agora a Nike vai realmente - realmente - lançar um modelo inspirado no do filme:


 

 Eu nem curti tanto o tênis - batizado de Nike MAG -, mas me amarrei demais na iniciativa, que ainda fica mais legal: segundo o Freshness, o ator Michael J. Fox fará uma participação na noite de hoje no Dave Letterman Show para o lançamento, que envolve a pré-venda de 1500 pares no eBay, com renda revertida para a Michael J. Fox Foundation for Parkinson's Research. Para quem não sabe, Fox é portador do Mal de Parkinson.

Cool. Agora só fico esperando o lançamento do hoverboard, o skate sem rodas do filme. Quem duvida?

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Uma vodka, um cineasta e quatro artesãos contemporâneos

Há meses fui convidado para participar de um projeto bem bacana, iniciativa da vodka KetelOne: nele, alguns outros caras ajudaram o cineasta João Jardim a encontrar artesãos contemporâneos e produzir minidocumentários a respeito deles. Bom, não?

Infelizmente, por conta da agenda estrangulada, não consegui estar presente às reuniões de debate e participar da forma mais ativa e legal possível do projeto; mas o que importa é que, se a iniciativa já era legal, o resultado final dessa história rendeu bem...

Abaixo estão os quatro minidocs já produzidos. Seus personagens/protagonistas são o shaper e surfista Ricardo Martins; Henrique Oliveira, artista plástico cujas principais matérias primas são materiais descartados; William Takahaski, luthier especializado na construção de cravos; e Arthur Joly, músico, produtor e inventor de sintetizadores. Divirta-se:











terça-feira, 16 de agosto de 2011

Por que Super 8 é legal...mas não é o que poderia ter sido



Por vezes, para mim a expectativa é um touro intempestivo que acho difícil demais de domar. Um animal que ficou especialmente bravo ao se criar por conta de um filme dirigido por JJ Abrams e produzido por Steven Spielberg, dois caras que respeito, admiro e cuja maioria dos trabalhos curto de verdade...

Assim, não consegui desviar dessa safada, maldita e incontrolável ao ir ver Super 8, misto de ficção científica, suspense e comédia de trama passada nos anos 80 em uma pequena cidade americana e protagonizada por uma turminha do barulho um grupo de moleques apaixonados por cinema que se envolvem em altas confusões em um mistério surgido para eles na colisão de uma picape com um trem. Soa promissor, não?

Aí é que mora o problema: em sua primeira metade, Super 8 se ocupa com máxima competência em te preparar para algo grandioso, que logo você percebe que acontecerá na outra metade do filme; eis que então ela chega e...e...puén. Nada demais. É sério. Após os créditos finais, me vi frustrado; e fiquei pensando no que eu faria para Super 8 cumprir o destino ao qual parecia prometido, mas que infelizmente não alcançou - ao menos não para mim.

Não me leve a mal: o filme diverte, tem uma bela aura de reverência a Spielberg, composta por diversos momentos ao longo da jornada - a começar pela exaltação da estética Super 8 e do espírito do-it-yourself dos moleques -, rola boa química no elenco infantil, The Case (que, óbvio, não contarei do que se trata) é ótimo, a sequência da explosão do trem é matadora... Mas se eu dissesse a você que saí felizão do cinema seria mentira. De novo: infelizmente.

Assim sendo, lá vou eu dar minha opinião sobre os motivos pelos quais Super 8 mais prometeu do que de fato entregou - e sim, daqui pra frente o post fica contra-indicado aos que não viram o filme, que podem pular lá pra baixo, depois dos três asteriscos. Não são críticas construtivas (já que não tem mais o que construir) mas são possibilidades que espero que o meu eu do universo paralelo encontre no Super 8 de lá. Tomara mesmo:

- Um grupo que vira um trio - Se a turma de moleques vai bem em termos coletivos, no singular a coisa fica bem discrepante, pois apenas Joe, Charles e Alice ganham mais destaque e detalhamento. Os outros sobrevivem apenas de tiradas - ok, vá lá, Cary, o obcecado por explosivos, até que se dá melhor; mas faltou trabalhá-los todos melhor individualmente, para que pudéssemos ter o mínimo de empatia que eles mereciam ter.

- Dr. Woodward: um desperdício - O professor de biologia da escola de Lillian é o tipo de personagem que poderia servir como uma espécie de Doc Brown/Sr.Miyagi dos garotos; ou ainda, eles poderiam descobrir mais e mais coisas incríveis sobre ele na tal "masmorra", em vez de apenas coletar objetos nela; mas ele e seu temido espaço físico na escola são tremendamente subaproveitados. A morte de Woodward, então, perde bastante em dramaticidade uma vez que - de novo! - não se constroi qualquer vínculo com o personagem.

- Pobre gafanhoto... - Mais uma vez a falta de empatia. Espera-se muito, mas muito mais de um ser ultrainteligente e sensível do que uns grunhidos e o abandono de Joe no chão na grande cena por ele protagonizada. Aliás, a questão vem bem antes: a opção em fazê-lo uma espécie de Giga-Alien insetóide - Cloverfield, alguém? - não foi lá das mais felizes. Abrams não teve a manha de desenvolver o personagem a ponto de nos deixar comovidos no cara a cara com Joe, e muito menos na cena do adeus da nave. Em outras palavras, fica difícil o sentirmos como o pobre coitado que é.

- Um vilão meia boca que só ele - Não é preciso ser um especialista em documentários sobre ufologia do Discovery Channel para saber que os militares capazes de ir a campo e pegar em armas pra atirar em aliens são apenas peões, a pontinha do iceberg; e que é um caminho mais sombrio e curioso ver esse tipo de gente escapando do pior numa boa, por trás de uma mesa cheia de pastas, como se o enigma fosse ser mantido pra sempre. Nelec é uma decepção porque não passa de um capataz que se ferra na primeira chance que tem, sem que deliremos com sua morte - e olha aí de novo a má construção de personagem...


- Clichês, clichês, clichês... - Os problemas acima só fazem agravar a falta de fôlego que Super 8 aparenta na sua reta final, cujo maior erro é o sem número de lugares comuns no clímax e na resolução da história. Fica parecendo que rolou aquela preguiça na hora de concluir, de resolver o filme, de cumprir o prometido. A partir do momento da invasão à toca do alienígena - para mim, o ponto de partida da degringolada de Super 8 -, o diretor recorre ao caminho mais fácil, aos expedientes mais comuns. Ninguém vai me convencer que se surpreendeu ao ver a "conversa" de Joe e o alien, ou da decisão dele na cena da medalhinha que se vai... e muito menos de que Abrams e Spielberg não têm talento para se saírem com algo melhor, tão surpreendente como sensível.

***

Antes das minhas considerações finais, a convocação: dê um pulo na fanpage do Rodando no Facebook e participe da enquete sobre o filme!

***

Mesmo com as diversas críticas feitas, não me arrependi de ter ido ver o filme; e se não aplaudo nem exalto Super 8, o recomendo a quem quiser passar duas horas à base de pipoca e diversão. No mínimo, no mínimo, é a chance de poder dizer que assistiu no cinema à estreia da dobradinha Abrams-Spielberg - sim, estreia, porque certamente os dois voltarão a trabalhar juntos, de forma mais entrosada e, sem otimismo exagerado, nos dando filmes muito melhores do que Super 8. Pelos créditos que os dois têm, acho que vale pensarmos desta forma: é apenas um começo de parceria.


terça-feira, 9 de agosto de 2011

KARATE KID EM QUADRINHOS...MAS NÃO É O QUE VOCÊ ESTÁ PENSANDO


























Antes de ser o nome de uma franquia de filmes de sucesso, Karate Kid era um personagem em quadrinhos - e não, o herói não tem nada a ver com Daniel LaRusso. Das coisas que se aprendem numa madrugada...


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O ADEUS DO HIGHTOWER DE LOUCADEMIA DE POLÍCIA



Cheguei em casa com vontade de postar algo muito legal, e fui avisado pelo Fabio de que Aaron "Bubba" Smith, o Moses Hightower da série Loucademia de Polícia, foi-se deste mundo aos 66 anos.


Com a triste morte, acaba também a chance de ver um novo filme da série - algo como uma "reunion tour" de Mahoney, Jones, Hooks, Tackeberry, Callahan, Zed, Sweetchuck, Lassard, Harris...e Hightower.  Descanse em paz, Bubba.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

O MONSTRO DE MARSHMALLOW DE GHOSTBUSTERS EM VERSÃO INFLÁVEL...E GIGANTESCA

(Via Blog de Brinquedo)                                                  

























Convenhamos: Stay Puff de 2,6 metros >>> Bonecão do Posto. À venda por US$110 na Things From Another World.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

CINEMETRICS: ANALISANDO FILMES EM IMPRESSÕES GRÁFICAS

Se você não entendeu o que eu quis dizer acima, relaxe...e aperte o play abaixo para conhecer o projeto Cinemetrics:


(Via Brainstorm #9)

Estas "impressões digitais" dos filmes - como o próprio Frederic Brodbeck, criador do Cinemetrics batizou - renderam pôsteres que aparecem no site e estão à venda através do contato com o próprio. Você pode não curtir o projeto, mas não tem como não achar bacana a ideia do cara.

terça-feira, 26 de julho de 2011

UM DOCUMENTÁRIO EM HOMENAGEM A STANLEY KUBRICK

Meu diretor de cinema favorito, Stanley Kubrick, faz aniversário hoje. E aí que eu não sabia que rolava um documentário em homenagem a ele chamado Imagens de uma Vida. E, pior/melhor ainda: não fazia ideia de que ele estava no YouTube.

Minha dupla ignorância foi pro espaço na sensacional informação compartilhada pelo Dodô. Deem um pulo na página do cara no Iutubiu e assistam. Para os preguiçosos, segue abaixo as duas primeiras partes:





Confesso que ainda nem assisti, mas não queria perder a hora de homenageá-lo em seu dia...

A ATRIZ IDEAL PARA VIVER AMY WINEHOUSE EM UM FILME

Juro que não quero ganhar cliques por conta da morte (anunciada) de Amy Winehouse, mas se um dia rolar um filme sobre ela - e pelo menos uma minissérie ou longa para TV deve sair -, já existe atriz para vivê-la. O nome dela? Tanya Raymonde, velha conhecida dos fãs de Lost pelo papel de Alex.

Vejam a impressionante semelhança entre as duas - sendo que, naturalmente, Tanya é uma versão saudável de Amy:













Tanya pode ou não pode ficar danada se tiver filme da Amy e ela não for lembrada para vivê-la?

terça-feira, 19 de julho de 2011

TRILHAS SONORAS DE FILMES EM STREAMING


















Soundtracks For Me é um site feito pra quem ama as trilhas sonoras do cinema. São dezenas de opções, entre clássicos de mestres como John Williams e Ennio Morricone a autores não ligados diretamente ao cinema, como Eddie Vedder (de Na Natureza Selvagem) e Daft Punk (responsável por Tron: Legacy).

Duas dicas sobre o site: a primeira é que é possível acessar a playlist levando a seta do cursor até o lado esquerdo;  e a segunda é a de fazer o test drive durante o trabalho. Estou fazendo isso agora mesmo com a trilha de Laranja Mecânica, cujo livro estou lendo. Ajuda na concentração que é uma beleza.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

IMAGEM DO DIA: O PÔSTER JAPONÊS DE SUPER 8

Depois de Super 8, filme de JJ Abrams produzido por Steven Spielberg, roubar as atenções no Festival de Cannes com a exibição de um clipe com 20 minutos, agora é a vez de o pôster japonês do filme chamar a atenção de quem esbarra nele nas interwebs:

(Via Den of Geek)                                                                                                            









































De novo: estreia por aqui em junho.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

FACEBOOK, ENCONTRO ÀS ESCURAS... E UM TRAILER DAQUELES QUE QUALQUER UM GOSTA DE VER

Ou pelo menos aqueles que amam ser surpreendidos. Catfish é o nome do filme.



No começo, você pensa se tratar de uma coisa... e eis que o trailer muda de caminho e revela que o filme é outro lance. Me senti sensacionalmente enganado.

Esse filme bombou no Festival de Sundance no ano passado, mas eu ainda não vi. Aí veio a Carla Lamarca , postou o trailer - avisando sabiamente para ver o longa antes de sair adicionando qualquer um no Facebook - e a vontade de vê-lo voltou.  Tinha esquecido dele. Não esqueço mais. E aposto que você também não.

IMAGEM DO DIA: CANNES VINTAGE + ESTAMOS DE VOLTA!

Estive bem ocupado nos últimos dias...e isso implica quase que invariavelmente no abandono do blog. Mas estamos de volta; e como estamos na época do Festival de Cannes, vale celebrar o retorno com essa imagem fanfarronaça, tirada no mesmo evento em 1974, direto de um hotel * * * * * qualquer da região.























A foto do Jack é da Vanity Fair, mas quem me mostrou foi meu camarada Danilo Cabral.
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