Estão vendo? Eu disse que mais um pod estava a caminho! E dessa vez tem de novidade a velharia, passando pela música da abertura da (por mim) venerada série "True Blood"!
Ouçam já:
A tracklist da vez:
- N.E.R.D., Julian Casablancas e Santogold - "My Drive Thru"
- Eagles of Death Metal - "Anything Cept The Truth"
- Eddy Grant - "Electric Avenue"
- Pulp - "Help the Aged"
- Roisin Murphy - "Movie Star"
- Jace Everett - "Bad Things"
Como sempre, o convite: escrevam-me um e-mail para criticar/elogiar/sugerir músicas, bandas e artistas...
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
PODCAST TUDO ESTÁ RODANDO #6
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domingo, 23 de novembro de 2008
RODADINHA!
Para alegrar o fim de domingo - ou o começo de segunda-feira, vá lá - de todos:
- Passeata de papais noéis no Japão. É Freak ou não é?
- A volta do Elf Yourself, especialmente para sacanear os amigos!

- Arriba! Bonequitos mexicanos de papel para todos nosotros!
- Cartaz fail do McDonald's na cidade australiana de Yass. Será que ninguém notou?
- Passeata de papais noéis no Japão. É Freak ou não é?
- A volta do Elf Yourself, especialmente para sacanear os amigos!

- Arriba! Bonequitos mexicanos de papel para todos nosotros!
- Cartaz fail do McDonald's na cidade australiana de Yass. Será que ninguém notou?
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sábado, 22 de novembro de 2008
CLIPES QUE NINGUÉM PODE DEIXAR DE VER - "RABBIT IN YOUR HEADLIGHTS", UNKLE e THOM YORKE
A angustiante história deste clipe com cara de curta-metragem prende até o fim e seu desfecho é surpreendente... Cliquem sem hesitar:
Os caras do Unkle, James Lavelle e Richard File, aparecem como os caras do carro que tentam falar com o esquizofrênico andarilho. Bela e premiada história do diretor Jonathan Glazer.
Os caras do Unkle, James Lavelle e Richard File, aparecem como os caras do carro que tentam falar com o esquizofrênico andarilho. Bela e premiada história do diretor Jonathan Glazer.
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sexta-feira, 21 de novembro de 2008
POP-AGANDA!
O blog Popped Culture juntou várias paródias de cartazes de propaganda governamental/militar feitas com elementos e personagens célebres de cinema/tv/games/livros.
Meus favoritos:
- O que une de uma vez só Wally, de "Onde Está Wally?" - desta vez olhando em vez de ser procurado -, e o lema "Big Brother is Watching You" ("Big Brother está espiando você"), da obra-prima "1984", de George Orwell.

- O de "Animal Farm" ("A Revolução dos Bichos"), a genial fábula, também de Orwell:

- E um de inspiração mais recente: Luke Skywalker, de "Star Wars" substituindo Barack Obama e seu "hope" por "A New Hope", nome do quarto filme da saga:

Curtiram? Tem mais aqui...
Meus favoritos:
- O que une de uma vez só Wally, de "Onde Está Wally?" - desta vez olhando em vez de ser procurado -, e o lema "Big Brother is Watching You" ("Big Brother está espiando você"), da obra-prima "1984", de George Orwell.

- O de "Animal Farm" ("A Revolução dos Bichos"), a genial fábula, também de Orwell:

- E um de inspiração mais recente: Luke Skywalker, de "Star Wars" substituindo Barack Obama e seu "hope" por "A New Hope", nome do quarto filme da saga:

Curtiram? Tem mais aqui...
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quinta-feira, 20 de novembro de 2008
RODADINHA

- Obra de arte mostra William Burroughs matando Amy Winehouse. O nome da instalação: "O único rockstar bom é o rockstar morto". E o autor, o italiano Marco Perego, jura que é homenagem.
- Foi lançado "Rolling with Katamari", versão para celulares do popular Katamari, aquele joguinho da bola-em-que-tudo-cola.
- Chewbacca, co-piloto da Millenium Falcon de "Star Wars", em versão pantufas.
- O Dawson - ele mesmo, de "Dawson's Creek" - vai aparecer em "One Tree Hill" cheirando pó. Adeus, inocência...
- E, finalmente, um vídeo feito por alguém tão desocupado quanto criativo: Bike Hero, fusão de Guitar Hero e uma volta de bicicleta:
(Via YesButNoButYes)
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DOMINGO, SANGRENTO DOMINGO
Não basta apenas dar uma olhada no calendário da TV americana, conferir os nomes de "Dexter" e "True Blood" juntinhos no domingo para saber que é o dia (ou a noite) nobre das séries por lá. É preciso assisti-las, sem qualquer chance de arrependimento, para constatar que os dois seriados que têm em comum o gosto por sangue são as melhores das que estão no ar nos Estados Unidos. Tudo bem que eu só consigo assisti-las lá pelo meio da semana seguinte, mas não dá pra deixar de citar que as duas formam uma dobradinha dominical que arrasa qualquer outra na atualidade.
Entra semana, sai semana - e já foram 11 - e "True Blood" continua espetacular. Não tiro uma palavra do que disse há um tempinho, ao coroá-la como a melhor estréia da nova temporada. Melhor ainda, acrescento: rumando para o fim de seu ano inicial, sua trama só se aprofunda e diversifica.
Para onde quer que aponte, "True Blood" segue acertando. Seja em Tyra, seu caos particular e sua nova e misteriosíssima protetora, Maryann Forester - que eu aposto que é a tal mulher nua com o porco do lado; em Lafayette (meu personagem favorito), suas tiradas sensacionais e lições bem aplicadas, desta vez no político hipócrita; em Jason e Amy, com o desgaste da relação, a última viagem de V do casal - e as ondas são sempre legais de se ver - alternando/contrastando com o assassinato da riponga... Por sinal, que cena bem editada! Tudo certinho, sempre.
Incrível também foi a sequência da garota reprimida que se descobre vampira e resolve despirocar de vez, para desespero de Bill. O que foram os palavrões em seqüência? E "você é o pior criador do mundo?". "True Blood" também é humor, e dos bons.

Ah, sim, claro, o triângulo Bill-Sookie-Sam. Estaria a pequena Stackhouse um tanto quanto volúvel? Ah, sim. Mas eu dou crédito porque a cabeça da garota deve estar em parafuso com tanta coisa acontecendo em tão pouco tempo. Melhor pra Sam, pior para Bill; e como o vampiro agirá daqui pra frente? Será que ele ainda vai insistir no ser humano e suas fraquezas mortais?
Depois da revelação da foto deRene Drew Marshall - ohhhhhhh! -, já dá para imaginar o que vem por aí: Sookie em apuros novamente, sendo salva aos 45m do segundo tempo por Bill e mostrando a Arlene que não tem moral pra falar mal do namorado de ninguém...

Ainda sobre surpresas, o terceiro ano de "Dexter" segue me embasbacando. Cá estamos no oitavo episódio, e a amizade entre nosso herói e Miguel Prado vem se firmando em laços tão perigosos quanto fascinantes. Me lembro que, no painel da série da Comic-Con, foi dito que Dex teria um aprendiz; mas ainda assim consigo me fascinar com a forma com que Miguel está se revelando um matador.
Aproveito pra voltar a dizer: Jimmy Smits está excelente no papel; e não sai da cabeça a cena final deste oitavo episódio, com Miguel entrando na casa de sua inimiga pública, Ellen Wolf. Aquela velha história da linha tênue entre o ódio e o amor mas que não me pareceu em nada batida porque eu simplesmente não esperava aquilo. E vocês?
Para não dizer que tudo são elogios, "Dexter" anda se fiando demais em Dexter e Miguel. O negócio é que eu já não sei se a trama dos dois é milhões de vezes mais legal do que todas as demais ou se o abismo existe também porque as historinhas paralelas não andam sendo tão fortes. Ok, simpatizo com o romance de Batista e de Barbara e até fiquei tenso com o sumiço de Anton - apesar de deduzir de cara que tinha dedo do Esfolador em seu desaparecimento -, mas nada chega aos pés da história dos serial friends... por enquanto. Pelo histórico excepcional, creio em que logo, logo "Dexter" irá explorar melhor a gravidez da Rita e o casamento dela e de Dexter, e que a saga do Esfolador poderá mesmo melhorar. Afinal, é "Dexter", série que quis o destino - no caso, também conhecido como "os homens da grade de programação - que fosse companheira de noite de "True Blood", fazendo o domingão dos americanos bem melhor do que o nosso. Com trocadilhos. E sangue, muito sangue.
P.S. True Blood: Bacana ver a mala da Amy (finalmente) indo pro quinto dos infernos. Gostei.
P.S. Dexter: Hormônios e mente perturbada à parte, o que Rita tem de gata, tem de chataralha.
Entra semana, sai semana - e já foram 11 - e "True Blood" continua espetacular. Não tiro uma palavra do que disse há um tempinho, ao coroá-la como a melhor estréia da nova temporada. Melhor ainda, acrescento: rumando para o fim de seu ano inicial, sua trama só se aprofunda e diversifica.
Para onde quer que aponte, "True Blood" segue acertando. Seja em Tyra, seu caos particular e sua nova e misteriosíssima protetora, Maryann Forester - que eu aposto que é a tal mulher nua com o porco do lado; em Lafayette (meu personagem favorito), suas tiradas sensacionais e lições bem aplicadas, desta vez no político hipócrita; em Jason e Amy, com o desgaste da relação, a última viagem de V do casal - e as ondas são sempre legais de se ver - alternando/contrastando com o assassinato da riponga... Por sinal, que cena bem editada! Tudo certinho, sempre.
Incrível também foi a sequência da garota reprimida que se descobre vampira e resolve despirocar de vez, para desespero de Bill. O que foram os palavrões em seqüência? E "você é o pior criador do mundo?". "True Blood" também é humor, e dos bons.

Ah, sim, claro, o triângulo Bill-Sookie-Sam. Estaria a pequena Stackhouse um tanto quanto volúvel? Ah, sim. Mas eu dou crédito porque a cabeça da garota deve estar em parafuso com tanta coisa acontecendo em tão pouco tempo. Melhor pra Sam, pior para Bill; e como o vampiro agirá daqui pra frente? Será que ele ainda vai insistir no ser humano e suas fraquezas mortais?
Depois da revelação da foto de

Ainda sobre surpresas, o terceiro ano de "Dexter" segue me embasbacando. Cá estamos no oitavo episódio, e a amizade entre nosso herói e Miguel Prado vem se firmando em laços tão perigosos quanto fascinantes. Me lembro que, no painel da série da Comic-Con, foi dito que Dex teria um aprendiz; mas ainda assim consigo me fascinar com a forma com que Miguel está se revelando um matador.
Aproveito pra voltar a dizer: Jimmy Smits está excelente no papel; e não sai da cabeça a cena final deste oitavo episódio, com Miguel entrando na casa de sua inimiga pública, Ellen Wolf. Aquela velha história da linha tênue entre o ódio e o amor mas que não me pareceu em nada batida porque eu simplesmente não esperava aquilo. E vocês?
Para não dizer que tudo são elogios, "Dexter" anda se fiando demais em Dexter e Miguel. O negócio é que eu já não sei se a trama dos dois é milhões de vezes mais legal do que todas as demais ou se o abismo existe também porque as historinhas paralelas não andam sendo tão fortes. Ok, simpatizo com o romance de Batista e de Barbara e até fiquei tenso com o sumiço de Anton - apesar de deduzir de cara que tinha dedo do Esfolador em seu desaparecimento -, mas nada chega aos pés da história dos serial friends... por enquanto. Pelo histórico excepcional, creio em que logo, logo "Dexter" irá explorar melhor a gravidez da Rita e o casamento dela e de Dexter, e que a saga do Esfolador poderá mesmo melhorar. Afinal, é "Dexter", série que quis o destino - no caso, também conhecido como "os homens da grade de programação - que fosse companheira de noite de "True Blood", fazendo o domingão dos americanos bem melhor do que o nosso. Com trocadilhos. E sangue, muito sangue.
P.S. True Blood: Bacana ver a mala da Amy (finalmente) indo pro quinto dos infernos. Gostei.
P.S. Dexter: Hormônios e mente perturbada à parte, o que Rita tem de gata, tem de chataralha.
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quarta-feira, 19 de novembro de 2008
RODADINHA!
Mais uma seção do blog! Como o nome sugere, a Rodadinha é um giro rápido por coisas que eu garimpo em minhas leituras online, com rápidos comentários - algo como uma "versão The Flash" da Vitamina. Segurem-se:
- Gostavam daqueles tecladinhos Casio portáteis dos anos 80? Então dêem uma conferida nos noruegueses do CasioKids e seu indiepop com pitadas de sons típicos dos minikeyboards.
- Para quem curte "True Blood", um clipinho fake produzido para promover a série e feito para conscientizar as crianças de que vampiros não devem ser discriminados. Apoiado! E a musiquinha do vídeo é ótima!

- Um fotógrafo russo chamado Oleg Dou venceu o International Photographic Awards na categoria Fine Art, com um ensaio chamado Toystory. E, de fato, as crianças fotografadas parecem Dunnies humanos...
- "Josin Z Basin", antigo sucesso da República Tcheca (dos tempos da Tchecoslováquia), anda bombando no YouTube. A dancinha do barbudinho tem tudo pra pegar!
- Eis aí o Star Shine, mais um joguinho pra acabar com a vida social de qualquer um. O mais legal é que dá para você mesmo fazer seu próprio esquema estelar e desafiar os amigos. Nem tive muito tempo de brincar (ainda) mas empaquei seriamente no quinto nível. Em breve eu mudo isso...
- O Monty Python lançou canal no YouTube! Por enquanto a coleção só tem 24 vídeos, mas já conta com esquetes ótimos do programa de TV deles, o "Flying Circus" e cenas clássicas dos filmes do grupo. E encerrando bem a Rodadinha, uma destas seqüências memoráveis, tirada do final do excelente "A Vida de Brian". Cantem daí que eu canto daqui:
- Gostavam daqueles tecladinhos Casio portáteis dos anos 80? Então dêem uma conferida nos noruegueses do CasioKids e seu indiepop com pitadas de sons típicos dos minikeyboards.
- Para quem curte "True Blood", um clipinho fake produzido para promover a série e feito para conscientizar as crianças de que vampiros não devem ser discriminados. Apoiado! E a musiquinha do vídeo é ótima!

- Um fotógrafo russo chamado Oleg Dou venceu o International Photographic Awards na categoria Fine Art, com um ensaio chamado Toystory. E, de fato, as crianças fotografadas parecem Dunnies humanos...
- "Josin Z Basin", antigo sucesso da República Tcheca (dos tempos da Tchecoslováquia), anda bombando no YouTube. A dancinha do barbudinho tem tudo pra pegar!- Eis aí o Star Shine, mais um joguinho pra acabar com a vida social de qualquer um. O mais legal é que dá para você mesmo fazer seu próprio esquema estelar e desafiar os amigos. Nem tive muito tempo de brincar (ainda) mas empaquei seriamente no quinto nível. Em breve eu mudo isso...
- O Monty Python lançou canal no YouTube! Por enquanto a coleção só tem 24 vídeos, mas já conta com esquetes ótimos do programa de TV deles, o "Flying Circus" e cenas clássicas dos filmes do grupo. E encerrando bem a Rodadinha, uma destas seqüências memoráveis, tirada do final do excelente "A Vida de Brian". Cantem daí que eu canto daqui:
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