quinta-feira, 8 de julho de 2010

PODCAST TUDO ESTÁ RODANDO #29: DE VOLTA, MELHOR E MAIOR!



Finalmente! Putz. Saudade violenta do Podcast! E esse é apenas o primeiro - Primeiro? Primeiro! - de 2010. Mas ninguém ficará mais sem o pod. Nunca. Promessa.

E para celebrar a volta, a mudança: tá tudo diferente - acredito eu, para a melhor. Menos falatório, mais música. E mais mesmo: a cada semana, 11 novas escaladas. O critério: o que ouço, estou ouvindo, o que gosto, estou gostando e sempre gostei.

No retorno triunfal, juntei de Tom Tom Club - projeto dançante de parte do Talking Heads, coisa velha e boa - a Kenna, espécie de cruza com Kele Okereke (vocal do Bloc Party) e Pharrell Williams. Dentre as novidades, as guitarras do The Soft Pack, o twee-synth-pop do Housse De Racket, uma novíssima do Devo...

Outra coisa: morreu o esquema de blocos temáticos, mas os mais atentos sacarão uns minibloquinhos - nesta edição, por exemplo, temos um parisiense e outro com vocais femininos cool. Divirtam-se pra cacete:












Problemas com o player? Aqui dá pra ouvir direto e baixar a bagaça também. E tome tracklist:

Kenna - Say Goodbye To Love
Jump Jump Dance Dance - Modern Eyes (Bit Funk Remix)
Housse de Racket - Synthétiseur
Friendly Fires - Paris
Two Door Cinema Club -
Come Back Home
Gabriella Cimli - Sweet About Me
The Asteroids Galaxy Tour - The Sun Ain't Shining No More
Tom Tom Club - Genius of Love
Midnight Juggnernauts - Shadows
The Soft Pack - Answer To Yourself
Devo - Fresh

***

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E agradeço antecipadamente àqueles que me darão alguns caracteres de seus preciosos tempos para dar suas impressões sobre o novo e revitalizado pod nos comentários abaixo ou por e-mail. Podem também escrever pra sugerir músicas que achem dignas de serem tocadas para nosotros. Enfim, é festa.

p.s.: Na emoção da gravação, tasquei um "remodelação" nos tímpanos meus e nos alheios... e, claro, doeu pra cacete. "Remodelagem" é o certo, sim? Perdoem-me o tropeço, e grato pela generosidade.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

JOGUE! FUJA DOS INIMIGOS! ACABE COM SUA PRODUTIVIDADE!

Não há funcionário caxias que resista a esse game aqui: Avoison tem como único objetivo fazer com que o jogador, transformado em bolinha branca, fuja de qualquer contato com os outros personagens do jogo. É só isso. É tudo isso.



O game não apenas diverte como também é uma espécie de simulador tosco de candidato a vítima de legião de zumbis. A boa é não menosprezar seu poder viciante. Dica excelente do Telio Navega.

terça-feira, 6 de julho de 2010

CINCO ANOS PARA UMA DATA FESTIVA...EM HILL VALLEY

Iria me escapar, não fosse o atento e intrépido Mattoso me avisar que hoje é um dia muito importante na cultura pop universal. Acho que isso diz tudo:



Na verdade, a imagem acima tá circulando na internet, mas é montagem: em De Volta Para O Futuro 2, a data certa é 6 de julho de 2015. Eu tinha postado como verdade, mas veio o leitor Marcos Farias e me avisou. Boa!

De qualquer forma, daqui a cinco anos, em algum lugar em Hill Valley, o Marty McFly de 1985 verá o de 2015 ser demitido, roubará o hoverboard de seu filho, vai descobrir que o Biff encheu o rabo de dinheiro por conta do roubo do almanaque de resultados...
Mentira. A data certa é 26 de outubro de 2015. Caí na pegadinha do Mallandro, olhei pra Candid Camera duas vezes, mas tudo o que está abaixo tá valendo.

Enquanto esse dia não chega, eis aqui o projeto de um cara chamado Blake Bevin. Lembram dos tênis de cadarço, err, auto-amarrante? Bevin viu, foi lá e fez:



(Via Nerdices Pop)

Dispenso os tênis, mas ainda vou andar num hoverboard... se Nils Guadagnin quiser. E em 2015. E em Hill Valley.

Ok, chega de sonhar.

COKE E MENTOS PODEM MOVER O MUNDO. OU UM TRICICLO

Fritz Grobe e Stephen Voltz, os nerds do EepyBird que ficaram famosos ao mostrar ao mundo o que acontece quando se junta Mentos e Diet Coke, fizeram agora uma evolução de seu projeto mais famoso: o primeiro veículo movido a mistura.


(Via Doobybrain)

Eu lembro quando eu era garoto de um cara que apareceu na TV com o primeiro carro movido a água. Sumiu misteriosamente. Pelo rastro de sujeira que o triciclo de Grobe e Voltz deixa, acho que eles não precisam temer que o mesmo aconteça com eles. Por enquanto.

CAMISETA DO DIA: CAFÉ E (MONSTRO DE) MARSHMALLOW

Ainda é cedo, faltam muitas horas para o fim da terça-feira mas por que esperar quando se dá de cara com algo como isso?



Something Strange, In Your Beverage é criação de David Staffell para a Threadless. Por enquanto custa US$18, mas com as promos que a loja faz, já, já essa história muda. Aguardemos...sem cruzar os raios.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

WISHLIST É ISSO : OS TOYS EXCLUSIVOS DA COMIC-CON 2010

Daqui a poucos dias, o centro do universo será San Diego. De 21 a 25 de julho rola a tão querida, desejada e cada vez mais lotada Comic-Con - e nela, como sempre, a presença de um bando de gente que juntou uma grana para gastar por lá. Sim, porque duvido de que haja algum evento em que o bolso deva coçar mais...

Um dos maiores atrativos dos colecionadores/gastadores compulsivos na Comic-Con são os itens exclusivos da convenção - em geral, toy art. E da boa. E nem tão cara, acreditem. Aqui neste link há a relação completa dos mimos. Olhando rápido, selecionei três espetaculares exemplares que me deixaram com vontade de me teletransportar para o San Diego Convention Center nem que fosse por algumas horas. De cara, o bobblehead do Mystical Seer, trazido à tona pela Entertainment Earth direto de algum episódio antigaço de The Twilight Zone, por apenas US$15, e com algumas cartas de sorte no pacote!




A Mezco também deve bombar nas vendas com a duplinha Batman e Coringa, ainda sem preço definido...



E a Mattel, com o Hot Wheels do Ecto-1, o carro dos Ghostbusters, a US$20?



E em pensar que neste ano não devo ir... Bom, pelo menos deixo um consolo: dias depois alguns destes itens costumam baixar no eBay. Por um preço mais salgado, claro.

CHUCK CRESCEU E VIROU SÉRIE GRANDE



Antes de começar, sim, eu sei que a temporada de Chuck acabou há milênios nos EUA, mas só consegui terminá-la neste domingo. Malditos dias de apenas 24 horas...

Engraçado é que, como andava com um bando de séries acumuladas, resolvi deixar Chuck, Sarah, Casey e cia. por último, com uma margem de seis episódios por ver - uma prova de que, na minha escala de prioridades, os espiões de Burbank não estavam muito bem cotados não. Mas como muitas coisas boas surgem justamente como surpresas, veio a série me espantar com uma bela subida de nível - e chamar esse sprint da temporada de excelente não é nada condescendente, mas justíssimo.

A reta final da terceira temporada de Chuck foi sem dúvida a melhor da série. Num ritmo crescente de tensão/ação, seus cinco últimos episódios foram brilhantes por terem dado uma guinada incrível na trama: transformaram uma comédia com elementos de espionagem em um seriado de espionagem com elementos cômicos.

Pra mim, Chuck sempre foi uma série, acima de tudo, simpática. Quase de estimação, daquelas que você acompanha, se afeiçoa demais mas nunca de fato achou espetacular. Mas, como eu ia dizendo, curiosamente o seriado pediu licença ao público para se levar um pouco mais a sério - e aí que o que era legal ficou muito bom.

Um belo exemplo dessa transformação se deu quando os personagens experimentaram sensações e sentimentos até então nunca explorados, e sem caricaturas. Neste fim de temporada, Chuck sentiu dores reais, tanto físicas (nos problemas com a Intersect) quanto emocionais (na perda do pai); Casey desarmou-se - no sentido figurado, claro - para mostrar para valer lampejos de carinho pelos parceiros de trabalho e, claro, por Alex... E que tal o Morgan menos infantil, ainda atrapalhado porém mais seguro, mostrando talentos e atributos que o qualificam para estar no time da General Beckman?

A palavra deste fim de temporada foi uma só: amadurecimento. Chuck pode atirar para matar. Chuck e Sarah podem ficar juntos. Casey pode ter sentimentos. Morgan pode ser herói. Some-se a tudo - tudo! - isso o elemento Buy More (Big Mike-Jeffster) finalmente encaixadinho no seu lugar - minirespiro cômico e só -, a ausência de segredos entre Ellie e Chuck e o mistério da mãe deles. O que temos? Uma série pela qual esperar ansiosamente por uma nova temporada, não como a queridinha mas sim como uma das grandes.

John Casey disse a Sarah sobre Chuck, o nerd espião: "Nosso menino virou um homem". Chuck, a série, aproveitou e cresceu junto. Quem diria? Que orgulho.
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