sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Mosaicos de estrelas pop feitos de pílulas!
(Via Ctrl+Music)
E o detalhe é que o trabalho de Jason Mecier só retrata estrelas que já estiveram às voltas com elas - as pílulas, claro. Mas até que as cores suavizam um pouco o conceito sombrio... Ou não?
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Banksy bica (de novo) o pau da barraca em outro documentário
(Via Freshness)
The Antics Roadshow é o nome do documentário acima, feito pelo Bansky para o Channel 4. Só pra variar, ainda não tive tempo pra ver essa nova empreitada do cara na íntegra... Porém, pelo que vi nos primeiros minutos, é um novo tapa (de Anderson Silva) na fuça da sociedade, estilo versão estendida do que ele fez na abertura d'Os Simpsons. Toma-to-toma dos bons? Provavelmente.
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Galeria de fotos só de cachorros se sacudindo é a maior diversão
Se Shake, galeria de fotos de Carli Davidson só com cães se sacudindo, não for uma das coisas mais divertidas do mundo, eu já não sei mais o que é diversão. Boa noite.
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Uma vodka, um cineasta e quatro artesãos contemporâneos
Há meses fui convidado para participar de um projeto bem bacana, iniciativa da vodka KetelOne: nele, alguns outros caras ajudaram o cineasta João Jardim a encontrar artesãos contemporâneos e produzir minidocumentários a respeito deles. Bom, não?
Infelizmente, por conta da agenda estrangulada, não consegui estar presente às reuniões de debate e participar da forma mais ativa e legal possível do projeto; mas o que importa é que, se a iniciativa já era legal, o resultado final dessa história rendeu bem...
Abaixo estão os quatro minidocs já produzidos. Seus personagens/protagonistas são o shaper e surfista Ricardo Martins; Henrique Oliveira, artista plástico cujas principais matérias primas são materiais descartados; William Takahaski, luthier especializado na construção de cravos; e Arthur Joly, músico, produtor e inventor de sintetizadores. Divirta-se:
Infelizmente, por conta da agenda estrangulada, não consegui estar presente às reuniões de debate e participar da forma mais ativa e legal possível do projeto; mas o que importa é que, se a iniciativa já era legal, o resultado final dessa história rendeu bem...
Abaixo estão os quatro minidocs já produzidos. Seus personagens/protagonistas são o shaper e surfista Ricardo Martins; Henrique Oliveira, artista plástico cujas principais matérias primas são materiais descartados; William Takahaski, luthier especializado na construção de cravos; e Arthur Joly, músico, produtor e inventor de sintetizadores. Divirta-se:
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O MTV News analisa a internet...em 1995
Veja você que sensacional:
Naquela época, mal sabíamos onde tudo isso iria parar... e nem que os layouts dos sites seriam muito, muito melhores.
Naquela época, mal sabíamos onde tudo isso iria parar... e nem que os layouts dos sites seriam muito, muito melhores.
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terça-feira, 16 de agosto de 2011
Por que Super 8 é legal...mas não é o que poderia ter sido

Por vezes, para mim a expectativa é um touro intempestivo que acho difícil demais de domar. Um animal que ficou especialmente bravo ao se criar por conta de um filme dirigido por JJ Abrams e produzido por Steven Spielberg, dois caras que respeito, admiro e cuja maioria dos trabalhos curto de verdade...
Assim, não consegui desviar dessa safada, maldita e incontrolável ao ir ver Super 8, misto de ficção científica, suspense e comédia de trama passada nos anos 80 em uma pequena cidade americana e protagonizada por
Aí é que mora o problema: em sua primeira metade, Super 8 se ocupa com máxima competência em te preparar para algo grandioso, que logo você percebe que acontecerá na outra metade do filme; eis que então ela chega e...e...puén. Nada demais. É sério. Após os créditos finais, me vi frustrado; e fiquei pensando no que eu faria para Super 8 cumprir o destino ao qual parecia prometido, mas que infelizmente não alcançou - ao menos não para mim.
Não me leve a mal: o filme diverte, tem uma bela aura de reverência a Spielberg, composta por diversos momentos ao longo da jornada - a começar pela exaltação da estética Super 8 e do espírito do-it-yourself dos moleques -, rola boa química no elenco infantil, The Case (que, óbvio, não contarei do que se trata) é ótimo, a sequência da explosão do trem é matadora... Mas se eu dissesse a você que saí felizão do cinema seria mentira. De novo: infelizmente.
Assim sendo, lá vou eu dar minha opinião sobre os motivos pelos quais Super 8 mais prometeu do que de fato entregou - e sim, daqui pra frente o post fica contra-indicado aos que não viram o filme, que podem pular lá pra baixo, depois dos três asteriscos. Não são críticas construtivas (já que não tem mais o que construir) mas são possibilidades que espero que o meu eu do universo paralelo encontre no Super 8 de lá. Tomara mesmo:
- Um grupo que vira um trio - Se a turma de moleques vai bem em termos coletivos, no singular a coisa fica bem discrepante, pois apenas Joe, Charles e Alice ganham mais destaque e detalhamento. Os outros sobrevivem apenas de tiradas - ok, vá lá, Cary, o obcecado por explosivos, até que se dá melhor; mas faltou trabalhá-los todos melhor individualmente, para que pudéssemos ter o mínimo de empatia que eles mereciam ter.
- Dr. Woodward: um desperdício - O professor de biologia da escola de Lillian é o tipo de personagem que poderia servir como uma espécie de Doc Brown/Sr.Miyagi dos garotos; ou ainda, eles poderiam descobrir mais e mais coisas incríveis sobre ele na tal "masmorra", em vez de apenas coletar objetos nela; mas ele e seu temido espaço físico na escola são tremendamente subaproveitados. A morte de Woodward, então, perde bastante em dramaticidade uma vez que - de novo! - não se constroi qualquer vínculo com o personagem.
- Pobre gafanhoto... - Mais uma vez a falta de empatia. Espera-se muito, mas muito mais de um ser ultrainteligente e sensível do que uns grunhidos e o abandono de Joe no chão na grande cena por ele protagonizada. Aliás, a questão vem bem antes: a opção em fazê-lo uma espécie de Giga-Alien insetóide - Cloverfield, alguém? - não foi lá das mais felizes. Abrams não teve a manha de desenvolver o personagem a ponto de nos deixar comovidos no cara a cara com Joe, e muito menos na cena do adeus da nave. Em outras palavras, fica difícil o sentirmos como o pobre coitado que é.
- Um vilão meia boca que só ele - Não é preciso ser um especialista em documentários sobre ufologia do Discovery Channel para saber que os militares capazes de ir a campo e pegar em armas pra atirar em aliens são apenas peões, a pontinha do iceberg; e que é um caminho mais sombrio e curioso ver esse tipo de gente escapando do pior numa boa, por trás de uma mesa cheia de pastas, como se o enigma fosse ser mantido pra sempre. Nelec é uma decepção porque não passa de um capataz que se ferra na primeira chance que tem, sem que deliremos com sua morte - e olha aí de novo a má construção de personagem...
- Clichês, clichês, clichês... - Os problemas acima só fazem agravar a falta de fôlego que Super 8 aparenta na sua reta final, cujo maior erro é o sem número de lugares comuns no clímax e na resolução da história. Fica parecendo que rolou aquela preguiça na hora de concluir, de resolver o filme, de cumprir o prometido. A partir do momento da invasão à toca do alienígena - para mim, o ponto de partida da degringolada de Super 8 -, o diretor recorre ao caminho mais fácil, aos expedientes mais comuns. Ninguém vai me convencer que se surpreendeu ao ver a "conversa" de Joe e o alien, ou da decisão dele na cena da medalhinha que se vai... e muito menos de que Abrams e Spielberg não têm talento para se saírem com algo melhor, tão surpreendente como sensível.
***
Antes das minhas considerações finais, a convocação: dê um pulo na fanpage do Rodando no Facebook e participe da enquete sobre o filme!
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Mesmo com as diversas críticas feitas, não me arrependi de ter ido ver o filme; e se não aplaudo nem exalto Super 8, o recomendo a quem quiser passar duas horas à base de pipoca e diversão. No mínimo, no mínimo, é a chance de poder dizer que assistiu no cinema à estreia da dobradinha Abrams-Spielberg - sim, estreia, porque certamente os dois voltarão a trabalhar juntos, de forma mais entrosada e, sem otimismo exagerado, nos dando filmes muito melhores do que Super 8. Pelos créditos que os dois têm, acho que vale pensarmos desta forma: é apenas um começo de parceria.
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Canetinhas + janelas de escritório = Windoodles
Que Tumblr espetacular é o Windoodles: uma compilação dos desenhos de hidrocores em janelas de escritórios feitos pelo designer Garrett Miller, resultando em sensacionais obras como as que você vê abaixo.
Conheci graças ao Blue Bus.
Conheci graças ao Blue Bus.
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