quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Uma solução contra os pedestres lerdos

Um dos diversos males crônicos urbanos dessa vida é gente que anda mais devagar do que realmente consegue. Para piorar, normalmente essas pessoas adoram ocupar muito, muito espaço - por exemplo, ficando no meio do que seria a "faixa imaginária" de pedestres em vez de escolher um canto para exercer a sua lerdeza. Porém, como há solução para tudo nessa vida, vem do Japão um antídoto contra os que se arrastam tenebrosamente pelas ruas, corredores de shoppings etc. Ah, se essa moda pega: Descobri essa via Cassano.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Falta algo na Joss Stone...e eu acho que sei o que é

Aconteceu numa manhã desta semana. Ou da passada. Não importa: levava eu minha namorada ao trabalho quando ligamos o rádio e lá estava a voz rouca de Joss Stone. Rouca, bonita, afinada... Em tempos de vocais femininos em alta - uma onda relativamente recente e que deve muito à Amy Winehouse -, fiquei pensando na sorte melhor que a loira poderia ter tido.

Tudo bem, "melhor sorte" talvez não seja a expressão, já que Joss Stone está longe de ser pobre e/ou renegada. Mas vamos lá: em termos vocais, o que Joss deve a Adele, Katy Perry, Lily Allen, Alicia Keys Rihanna...? Nada. Mas pensem só o quanto todas as que eu citei têm mais relevância na cena pop do que Joss. É um fato, não?

Segundos depois, a resposta à charada surgiu: Joss Stone, linda, carismática, com uma ótima presença de palco e dona de uma bela e bem colocada voz...tem um repertório muito meia boca. E isso é uma pena.

Tentei simplesmente pensar em uma - UMA - música incrível da Joss Stone. Eu sei de algumas melodias, mas sou incapaz de citar uma música sua realmente boa. É estranho. Absolutamente estranho. E agora parece ir pelo mesmo caminho na SuperHeavy, sua empreitada com Mick Jagger, Dave Stewart e Damian Marley - sim, porque aquela Miracle Worker, que anda tocando nas rádios, é chatona.


Pensem só que Joss Stone faria se estivesse cercada de bons compositores e bons produtores. Não, o mundo não seria dela, mas ela teria abocanhado uma porção mais generosa dele fácil, fácil. De novo: ela é bem sucedida. Ela é famosa. E ela merece. O que ela não merece é essa incrível vocação de zero-hit wonder. Concorda?


terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Presente de Natal atrasado: o trash Especial de Natal de Star Wars!

Um presente de Natal atrasado? Então, aí vai: veja abaixo o infame, odiado e trash até o talo The Star Wars Holiday Special. Pra quem não sabe, este é o nome de um especial de TV de 1978 cuja história envolve a família de Chewbacca, um tal de Life Day - algo que seria equivalente ao nosso Natal - e a Princesa Leia em números musicais...

Eu nunca vi. Na verdade, acho que tenho medo de assistir e tirar um pouco da minha afeição pela saga criada por George Lucas; mas, segundo muitos fãs, é tão ruim que faz a volta e fica bom. Clique, assista e depois agradeça ou culpe o Dangerous Minds. Ah, e os primeiros 50 segundos são criados pelo cara que postou o vídeo e estão em silêncio mesmo:



segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Dragon Dictation: um "Simi de pobre" que vai muito bem

Ontem ganhei uma bela dica de aplicativo de iPhone de meu primo: Dragon Dictation. O programinha é uma mão na roda para aqueles com muita preguiça de digitar ou que andam muito ocupados para sequer fazer isso.

Funciona assim: você aperta o botão de reconhecimento de voz, dita a sua mensagem e a finaliza. Segundos depois, lá está ela na sua tela, pronta para ser corrigida por teclado - infelizmente ele não pontua - enviada por e-mail, sms ou compartilhada no Twitter e no Facebook - sim, rola integração com as duas redes sociais. E uma outra vantagem: é de graça. Sim, eu sei que você preferia ter um iPhone 4S; mas enquanto a Simi não vem, pode ir de dragão.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz Natal do Billy Idol...e meu também

Leader Magazines à parte, agora sim é Natal. As redes sociais, claro, repletas de conteúdo ligado à data...e foi de um post - da Fernanda - que tirei o meu vídeo comemorativo pra todos que acompanham o blog. Senhoras e senhores, ressurgindo das cinzas, Billy Idol e sua leitura de Jingle Bell Rock:



Depois dessa divertida atração, a mensagem:  não perca uma chance de dar uma alegria a você e a quem te cerca. De verdade. É um mundo estressado demais pra gente perder essa oportunidade - que, se tem motivos suficientes pra fazermos acontecer todos santo dia, no Natal mesmo é que não dá pra deixar passar. Tudo de bom pra você, e pra você, e pra você. ;)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Rolling Stones, Amy Winehouse e um clássico

Já que a quinta-feira é de calor - dentre as diversas cidades citadas ontem na meteorologia da TV5, o Rio tinha a média mais quente -, vamos de um encontro ocorrido no festival Isle of Wight em 2007. Aviso logo: quem der play nesta versão de Ain't Too Proud To Beg sem o ar condicionado ligado vai suar mais do que o normal.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Case de iPhone feito de solado de Vans

















Em tempos em que o iPhone 4S chega ao Brasil com preços absurdamente imbecis, descobri este incrível mimo que, além de muito cool, é útil demais, já que é borracha capaz de proteger mesmo o telefone. O boato, segundo o Complex, é que a capa deve mesmo ser lançada em breve. Estou atento.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Arcade Fire e sua nova experiência interativa














Depois de ganhar prêmio em Cannes por Wilderness Downtown, o Arcade Fire ataca novamente no uso original das possibilidades digitais. A banda lançou Sprawl2 - Mountais Beyond Mountains, clipe interativo que reage aos seus movimentos diante da webcam. Você dança com as mãos em frente à câmera, e o clipe responde no ritmo.

A estética é meio GIFadona, mas garanto que a brincadeira é divertida. E como é bom ter uma banda boa que não cansa de ir atrás da inventividade em outros meios. É, é essa a diferença entre o Arcade Fire e o Ok!Go: estes são um coletivo digital que faz música legal, enquanto o Arcade é um grupo sensacional que ainda arrebenta no meio digital.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Beach Boys, juntos novamente...e prontos para criar














É coisa de fã. Quando bati os olhos na notícia de que Brian Wilson e os demais Beach Boys ainda vivos - Mike Love, Alan Jardine e Bruce Johnston - vão se reunir para comemorar os 50 anos de surgimento da banda, fiquei balançado.

Pentelhésimos de segundo depois, logo pensei que essa reunião dos Beach Boys, embora tenha toda a carga emocional para pessoas como eu, teria exatamente a mesma pegada da maioria desses trocentos reagrupamentos de bandas já extintas: a de formar uma jukebox viajante, olhando para o passado e ponto. Só que...

Só que a mesma notícia traz a informação de que a banda celebrará o reencontro com um disco, incluindo músicas inéditas de Brian. Que tal?

Admirável. Os Beach Boys não são o Blur. Nem os Stone Roses. Tampouco os Pixies. Falando sério, embora Mike Love tenha ganhado (e exercido) o direito de usar o nome "Beach Boys", a banda que maravilhou o mundo acabou há bastante tempo - pouco menos do que três décadas. E agora, que poderia voltar e cair e optar pelo caminho da jukebox viajante - que não, não é indigno, embora não seja nada glorioso -, promete agregar um pouco mais. Como disse, em se tratando de tiozões que não têm mais nada a provar, minimamente admirável. Eles podiam subir e mandar seus 2352 greatest hits que estava na boa. Mas não: vem coisa nova aí. E assinada pelo líder da banda e um dos maiores gênios que a música pop já conheceu.

O que podemos esperar? Não faço ideia. Só sei que vai sobrar carisma quando os caras estiverem, depois de tanto tempo, reunidos diante de um público. E bastam poucos segundos para confirmar isso. Assistam só:


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Super-heroínas contra o câncer de mama

















(Via Topless Robot)

















Com o lema "Ninguém está imune ao câncer de mama", a DDB de Moçambique lançou quatro pôsteres de heroínas dos quadrinhos na luta contra a doença. São quatro no total - além da Mulher Maravilha e da Mulher Gato, há também imagens da She-Hulk e da Tempestade, dos X-Men. Confira todos neste link aqui. 

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O bizarro catálogo de produtos Apple em 86





















Muito curioso o post da 01 Magazine sobre um catálogo de produtos da Apple nada, nada  tecnológicos. Lançado em 1986, ele traz diversos itens - de roupas a guarda-chuvas, passando por casacos e clipes de papel.

Tudo de bom gosto, bem ao padrão Apple que hoje conhecemos? Na verdade, quase nada. Ok, talvez  alguns itens que hoje parecem tenebrosos na época caíssem bem, já que, hipsters extremistas à parte, os anos 80 não são exatamente referência estética; mas foram outras duas coisas que me chamaram a atenção. Na verdade, dois desejos: o de fazer a marca ser desejável e maior do que seus produtos; e o de torná-la portátil, carregável por todos não importa aonde ou como.


Isso aconteceu há 25 anos - três antes do lançamento do MacIntosh Portable, o primeiro gadget portátil da companhia. E hoje, se é divertido dar uma olhada no catálogo, difícil sacaneá-lo ao pensar em suas reais intenções. Lá atrás, Steve Jobs e seus comparsas podem não ter feito a coisa certa - e não fizeram -, mas sabiam o que queriam. Demoraram um pouco, porém, assim que conseguiram atribuir design e portabilidade na medida - isto é, fazer produtos atraentes, razoavelmente acessíveis e associados ao que de melhor sempre souberam fazer -, chegaram lá.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O ultraje das refilmagens...e da Bruna Surfistinha

Não pode: eu busco assuntos interessantes para postar, e dou de cara com dois que não me empolgam nada. Não pode.

Primeiro, eu vejo que estão querendo fazer uma versão baixo custo de Psicopata Americano. E depois eu vejo pôsteres de um tal The Amazing Spider-Man que minha ignorância - felizmente? - não me deixa saber se já é um remake do Homem Aranha ou se é uma nova e inédita aventura. Tomara mesmo que seja a segunda opção. De qualquer forma, a primeira notícia já foi bem esquisitona...como esquisitona é essa onda de remakes 100% desnecessários.

O Iluminado virou minssérie de TV em 1997. Por quê?




















Eu entendo quererem refazer diversos filmes que, à época de sua produção original, não tinham como serem realizados do jeito que seus respectivos diretores os conceberam, por conta de limitações meramente técnicas e tecnológicas; mesmo assim, esse grupo devia ser controlado, limitado ao máximo. A regra deveria ser outra: a de que a imensa maioria dos longas teriam que ser tombados, sendo proibida a sua reinvenção.

A verdade é que eu até tentei pensar em pelo menos 3 remakes que me valessem uma lista de nobres exceções de refilmagens. Seria legal ter um contraponto, o post ficaria mais legal...mas não aconteceu. Alguém aí consegue? Se conseguir, mande bala nos comentários. Sinceramente, acho difícil - e ainda bem; mas Hollywood tá pouco se lixando pra quem pensa assim. Definitivamente, parece que o novo Karate Kid - aquele, do kung fu - não ensinou nada a ninguém.

***

Não tem nada a ver com o que eu disse acima mas ao mesmo tempo tem: neste sábado acabei vendo Bruna Surfistinha. Na última cena, Radiohead. Se a banda não merecia o filme, quem chegou até a cena final daquela porcaria, sim.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Napsack: o saco de dormir que é um casacão!

















Há 4 dias a aba da página do Napsack fica aberta no meu browser à espera de uma postagem aqui no blog para falar a respeito dele. É que eu estava na dúvida se postava ou não a respeito. Mas mesmo em tempos de pré-calor infernal carioca resolvi que você também merece conhecer esta grande invenção da humanidade.

O Napsack é exatamente o que o título acima sugere: um saco de dormir com buracos para os braços e cabeça. Parece uma grande besteira, mas não é. Na verdade, é daquelas invenções que atendem a uma necessidade tão óbvia que irrita a quem não se saiu com essa - no caso, eu.

O preço é que não é tão amigo: US$130. Mas em compensação é o tipo de coisa que, sabendo usar, dura uma vida inteira. É só tomar aquele cuidado pra não manchar de vinho quando você estiver lendo um livro na rede da varanda, ou nescau enquanto faz uma maratona de seriados naqueles sensacionais domingos frios e nublados.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Relembrando John Lennon em toy art de papel




















O aniversário de morte de John Lennon é hoje, mas não vai ser um dia que vai te separar de prestar uma pequena homenagem e ainda tornar sua mesa de trabalho mais divertida a partir desta sexta: clique aqui e baixe o projeto do boneco acima e dos outros Beatles na fase Sgt. Peppers. Cortesia do blog Toy-A-Day.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Não Paro: um lugar para guardar (minha) arte

Todo mundo merecia ter, na vida, pelo menos uma viagem mindblowing, do tipo que realmente muda alguma coisa determinante. Eu tive uma no ano passado, quando fui para Nova York e, em 10 dias ultracorridos, mergulhei em alguns dos museus da cidade. Em um deles, o Metropolitan, dei de cara com uma exposição de um cara que nunca tinha ouvido falar: John Baldessari , que depois descobri ser um dos maiores nomes da arte conceitual.


Saí do Met com o livro da exposição - chamada Pure Beauty - e decidido que queria fazer algo naquela linha. Se antes eu já estava gostando cada vez mais de artes plásticas e visuais, aquela viagem foi matadora. De lá pra cá, já fiz uma obra, que se chama Sem Sorte; e ando fazendo outras brincadeiras com ilustrações e com fotografia, utilizando a câmera do iPhone e o Hipstamatic, aplicativo que oferece diversas opções de lentes, filmes e flashes.

Agora que minhas pequenas obras estão crescendo em número, resolvi fazer o Não Paro: um Tumblr que funcionará como uma galeria digital dos meus trabalhos. O Não Paro ganhou destaque aí na coluna da direita, e toda vez que eu atualizá-lo vou avisar no Twitter e no Facebook do Rodando. Sejam bem-vindos.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Segure os impulsos e leia Um Dia antes de vê-lo!

Este era para ser um post sobre o filme Um Dia, mas não o livro. Contudo, aquele velho e patife* motivo da falta de tempo ainda não me deixou ver o filme inspirado na obra de David Nichols.

Escrevo então para você que, por alguma razão, também não foi ainda ao cinema: não vá antes de ler o livro. É só porque o livro é uma das coisas mais gostosas de ler dos últimos tempos. O texto de Nicholls está a altura da ótima ideia que criou - a história do mesmo dia (15 de julho) na vida de duas pessoas por vinte anos seguidos. Bem, ao menos tudo corre excelentemente bem até a página 250, aquela em que acabo de repousar o marcador antes de saltar do ônibus minutos atrás.

Vamos fazer assim: eu me comprometo a terminar Um Dia antes ainda do Natal, e você promete que, em caso de dúvida sobre o que pedir em qualquer Amigo Oculto, irá optar pelo livro. Eu não diria isso se não garantisse que o seu presente será uma das obras contemporâneas mais contundentes sobre um homem, uma mulher e o continente de sentimentos que pode existir entre os dois já lida por você. Fechado?

*Me lembrem de usar mais vezes essa palavra. É legal de pronunciar e de escrever. 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A alma gorda e o bolo de caneca

Há pessoas que podem emagrecer o quanto quiserem, mas sempre terão a alma gorda. É fácil identificar alguém de alma gorda: é aquele que, no incrível xadrez da gula, está sempre uns dois, três movimentos à frente dos demais.

Vou exemplificar com uma cena, em que você e a pessoa de alma gorda estão numa doceria e veem um brownie.

Você: - Olha esse brownie, que sensacional.
Ela: - Isso com uma calda quente por cima e um sorvetinho de flocos... Hmm...

Sacou? Então. Eu sou uma pessoa de alma gorda.

Neste fim de semana, minha namorada fez uma descoberta espetacular, que agora divido com vocês, companheiros(as) de alma gorda (ou não): o bolo de caneca de chocolate da Dr.Oetker. O pior/melhor é que o bolinho é tão delicioso quanto malignamente simples de ser preparado: basta adicionar a mistura a 5 colheres de sopa de leite, misturá-los na canequinha e deixar a mágica acontecer em míseros 1'10" na potência alta do microondas.

Sozinho o maldito já é uma delícia, mas senti falta de um toque de chocolate. No que comentei: "Da próxima vez vou derreter uns 2 quadradinhos de meio amargo junto com a mistura". Típico exemplo de uma alma que contém glúten. Provem e me digam depois se não vale a experiência.

P.S.: Alma gorda virou tag. Em breve, outros posts falando de experimentos gastronômicos por mim realizados. Promessas de muitas calorias felizes.

Os dois piores tipos de maus perdedores e a arte de sacanear e ser sacaneado no futebol

Acabou ontem o Brasileirão 2011. Mais um domingo decisivo em que os torcedores entupiram ruas, estádios, bares e redes sociais com comemorações e gozações. E a rodada final de todo campeonato é o período em que não só a paciência dos que não gostam de futebol - coitados - é testada ao extremo nos ambientes digitais como também aquela em que se evidenciam os insuportáveis maus perdedores. Dentre estes, os piores tipos, para mim, são dois: os conspiratórios e os hipócritas.

Bom remédio pra cabeça inchada

Os conspiratórios são os que acham que todos os resultados dos jogos e campeonatos são comprados. Para eles, por trás da bola rolando, existem diversos esquemas que garantem resultados certeiramente negociados, não importando a competência ou a vontade dos que estão em campo. Juízes, mídia, jogadores, técnicos, dirigentes, o escambau. Tudo e todos agindo para favorecer alguns poucos times que sempre, sempre, sempre devem vencer.

Já os hipócritas são os reis da amnésia seletiva. Adoram sacanear os rivais, independentemente de que tenha sido seu time ou não a provocar a derrota deles, mas não aturam na mesma moeda. Quando são eles que estão em posição desfavorável, esquecem de que já fizeram - e fazem - a mesmíssima coisa ao estarem na condição de sacaneadores.

Pronto. Uma vez identificados, para cada um, uma mensagem minha.

Conspiratórios, façam um favor a vocês: parem com esse lance de futebol. Mesmo. Sério. Não faz sentido vocês darem um pingo de seu tempo livre e um centavo sequer de seus bolsos para algo em que vocês acreditam piamente ser encenado - especialmente porque, se pensam isso é porque são vocês os prejudicados. Larguem já aquilo que, para vocês, não passa de um telecatch com bola e peguem um cineminha, vão namorar, ler um livro... Enfim, envolvam-se em algum tipo de lazer em que vocês não se sintam trouxas. Isso não faz bem.

Hipócritas, façam um favor a vocês: parem com esse lance de futebol. Mesmo. Sério. Lembrem-se do famoso ditado contemporâneo popular: "Se não sabe brincar, não desça para o play". Enfim, envolvam-se em algum tipo de lazer em que vocês não façam os outros de trouxas. Isso não faz bem.

*** 


Quase encerrando a história, relembro a incrível frase do Bussunda, citando o maior defensor da pena de morte no Brasil nos anos 80 ao ser questionado se era a favor ou contra a pena capital: "Sou favorável, claro, mas só para o Amaral Netto". Por isso, aos maus perdedores desejo um caminhão de entulho de gozações nas secretárias eletrônicas, e-mails e nas redes sociais. Das duas, uma: ou mudam de comportamento ou deixam o futebol aos que os merecem - justamente os que sabem que, se num dia você sacaneia, noutro é o sacaneado, e está tudo muito bem porque futebol é só um lazer. Um lazer que ensina muito sobre a vida. Mas só um lazer.




sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

TUDO VAI MUDAR POR AQUI. AGORA VAI. MESMO!

É quase um paradoxo: eu, que há quase 7 anos trabalho diretamente com comunicação digital, mal consigo tempo para postar por aqui...por causa do trabalho. Por conta disso, já cheguei algumas vezes a pré-cogitar o fim do Tudo Está Rodando, mas logo abandono por conta do carinho que eu tenho pelo blog.

Aí eu chego, prometo novos tempos... mas os novos projetos profissionais - que, felizmente, não param - vêm e tomam conta de novo. E o pobre Rodanders fica nesse desprestígio que pode ser muito bem exemplificado na escassez de posts nas últimas semanas. O que fazer?

Não, não é o que fazer. Eu fiz. No auge do apego ao blog, fiz um planinho de recuperação dele. Afinal, lá se vão alguns bons anos de vida - uma história que, se sei que não durará pra sempre, que pelo menos tenha um fim mais digno...e que não seja agora.

Por isso, eis aí as medidas que vão rolar aqui no Tudo Está Rodando a partir desta segunda, dia 5/12:

* Todo santo dia útil, pelo menos um post. E em cada um vou ser menos lacônico do que tenho sido;

* O podcast do Rodanders volta para a prancheta, na tentativa de não deixá-lo morrer mas tentar achar um formato que seja tranquilo de produzir;

* Lembram de que falei de um videocast? Também está sob análise;

* E, finalmente, teremos conteúdo exclusivo para a página do Tudo Está Rodando no Facebook: além de duas enquetes por semana, a Imagem do Dia vai ser exclusiva do Face, bem como a Música do Dia, novidade desta nova fase.

É isso aí. Essa é só a primeira leva da mudança, pois outras alterações devem acontecer - tudo, claro, pra melhor. Como diria Frank Sinatra, let me try again, com a ajuda de todos ustedes. Quem quiser mandar sugestões é só fazê-las pelos comentários deste post e pelo e-mail do blog. E que a força e a regularidade estejam conosco. ;)

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Django Unchained: o western do Tarantino vem aí!

























Depois de muito flertar e homenagear o gênero em sequências e trilhas sonoras, Tarantino finalmente vai fazer um western. Django Unchained é protagonizado por um ex-escravo que vira caçador de recompensas e, com a ajuda de seu mentor - Pai Mei, alguém? -, parte para resgatar sua esposa da jugo de Calvin Candle, um cruel fazendeiro do Mississipi. Em 2012 nas melhores salas...e diante de mim com um saco de pipoca do tamanho do (antigo) Maracanã.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

QUANDO UM TÊNIS FERRADO VIRA TOY ART

























É. Foi comigo. Já, já vou levar àquela sapataria aonde aconteceu uma das histórias mais inacreditáveis da minha vida.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Meu Planeta Terra de velho

Eu gosto do Planeta Terra. Acho razoavelmente bem estruturado - o que já o credencia a ser, na minha opinião, o festival de música de grande porte mais organizado do país -, e costuma ter o line-up mais compatível com meu gosto. Porém, quando o dia chegou é que eu descobri que, pra mim, tudo está ficando meio relativo, e por conta desse lance maldito chamado idade - e aí entenda-se cronológica, mental, espiritual, todas juntas. E a minha idade diz que eu não tenho mais saco/disposição para...festivais.

E num festival, quando não há a disposição, melhor focar e ver o que você realmente não quer perder, en la créme de la créme, na parte mais macia do filé. E pensando dessa forma, o meu Planeta Terra de apenas 3 bandas foi bom demais.

A primeira de todas era a única que ainda não havia visto ao vivo, e que é uma descoberta relativamente recente: a canadense Broken Social Scene. Gosto muito deles em disco e curti demais deles em show, mas queria muito ter visto a banda num lugar menor e com um público mais interessado. Eles têm um som bem peculiar e que por isso fica meio difícil ter uma definição mais precisa. Pensa em alguma coisa de Sonic Youth, outra porção de Flaming Lips e uma coisinha dos conterrâneos mais famosos deles, o Arcade Fire. Melhor ouvir mesmo (e tentar abstrair o corte ridículo da edição as 17"):

Aí depois veio o Interpol, a banda da qual senti mais pena na minha vida. Isso porque, quando eles vieram tocar no Rio, se apresentaram na péssima Fundição Progresso, um exemplo do que não se deve fazer em matéria de infraestrutura de local para shows; e os que lá estiveram lembram bem do show interrompido por conta de uma cascata d'água que caiu sobre a mesa de som do grupo naquela noite de chuva torrencial. A banda se portou superprofissional, mas obviamente foi prejudicada por tudo ali. Neste sábado, não. Som e tempo bons, condições perfeitas de jogo e uma bela apresentação. Uma de minhas favoritas: Por fim, os Strokes, banda campeoníssima no quesito "Reprodução fiel ao vivo do que se escuta nos discos". Nesse aspecto, ninguém impressionou mais do que eles até hoje, mas esse tipo de show pode frustrar aquelas pessoas que vão a shows esperando uma banda que gosta de mexer nos arranjos, ou de brincar de improviso. Confesso que gosto mais desse outro tipo de apresentação, mas os Strokes têm um repertório sensacional e, por isso, podem fazer o que está nos discos que eu vou me divertir. E me diverti muito, mesmo com aquele lance da idade jogando contra. E foi com esse saldo de 100% de aproveitamento que deixei o Playcenter. Ah, e com essa certeza da incompatibilidade entre minha idade e esses eventos também. Nada que eu não consiga esquecer até 2012 - afinal, memória fraca também entra nessa conta...

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Playmobil lança navio pirata fantasma. Aye!

(Via Blog de Brinquedo)




















Para ressuscitar o blog em plena semana de Halloween (ou quase isso), nada melhor do que esse estupendo navio fantasma da Playmobil, o Playmobil Ghost Pirate Ship, tripulado por três zumbis fosforescentes (!), munido de dois canhões que funcionam (!!!) e que ainda pode funcionar de verdade dentro d'água com motorzinho!

Está a venda na Amazon a US$75. Ah, se eu (já) tivesse filho, o moleque iria se dar bem.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Amanhã o blog volta!

















Hoje é o último dia de uma longa porém necessária pausa. Amanhã estaremos de volta com nossa atividade normal.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Shit That Siri Says: a secretária assanhada do iPhone 4S

A capacidade e a vontade do ser humano em sacanear o que está ao seu redor são mesmo inevitáveis. Poucos dias depois de a Apple lançar o iPhone 4s, o novo modelo do telefone que traz como grande novidade Siri, a secretária que auxilia o usuário ao interagir com ele via voz, vem um gaiato lançar o Tumblr ShitThatSiriSays - ou "Merdas que Siri Fala". Algo no naipe do que está abaixo:

(Clique para ampliar)























Uma bela dica do Diogão.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Imagem do dia: Duchamp, seu larápio!

(Via Fat Kid At Camp)                                                                                      



















Piadinha simples e sensacional. Dica do Paulinho Black. E se você não entendeu, dá uma olhada.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

As tirinhas do Liniers em versão vídeo

Em pleno Dia da Criança descobri o Liniers Animado, um canal de YouTube com versões animadas e filmadas das tirinhas do genial cartunista argentino Liniers. É um projeto ainda no início, mas já tem alguns vídeos, como esse aqui:

 

Alguém duvida de que o Liniers Animado é altamente promissor? Por exemplo, já está rolando por lá um making of de um vídeo do Oliverio, a azeitona. Já assinei o canal.


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Cycle-in cinema = drive-in de bicicletas













Bem legal o conceito do Cycle-in Cinema: a energia utilizada para as projeções vem das bicicletas, devidamente pedaladas pelos seus donos. O esforço alimenta o gerador e pronto. O projeto é da Magnificent Revolution, organização inglesa sem fins lucrativos, que vem organizando sessões de Cycle-in abertas a ciclistas e não-ciclistas. Dica boa da Lúcia.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

RIP, Steve Jobs




Apenas uma homenagem deste blog ao homem que mudou o jeito do mundo interagir com o mundo.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Stevie Wonder e sua mágica de fazer felicidade



Posso dizer que já vi shows memoráveis ao vivo, in loco e pela televisão. Apresentações de músicos geniais, de ídolos pessoais, que me arrancaram voz, suor e choro - e sim, existem alguns bons homens e mulheres por aí cuja música possui esse poder. Mas ontem, pela tela de uma tevê, vi um show dos mais especiais: o de um homem capaz de transformar instantaneamente sua música, atitude e sorrisos na vibração coletiva mais positiva e bonita que possa existir.

Impressionante o que Stevie Wonder fez no palco principal do Rock in Rio na noite desta quinta. É chover no molhado falar da genialidade de suas canções, do groove inconfundível, do sorriso sempre aberto e do entrosamento perfeito com a plateia. Mas até ontem eu nunca tinha pensado nesses elementos como ingredientes da maior e melhor mágica do gênio: criar um círculo virtuoso de bons sons e felicidade. Com todo aquele carisma e energia, sem dúvida Stevie vive no centro dele, se alimenta dele, e assim consegue prover seu público de toda essa vibe espetacular, da qual sem dúvida se nutre também.

Não sei se estou sendo claro. O lance é que o diferencial do show de Stevie Wonder não é o de ser excelente, mas sim de ser especialmente bonito, de acarinhar o coração, de nos deixar numa alegria que nos joga naquele paradoxo: ao mesmo tempo que não deveria ser tão difícil de acontecer, quando acontece, por ser rara e especial, nos põe a pensar se nos fascinaríamos assim se fosse tão fácil.

Sem dúvida de que o altíssimo nível musical é fundamental para que aquele grande encanto aconteça como aconteceu. Mas aquilo ali não é só música não. É o que vem antes dela. É o que faz Stevie Wonder fazer melodias como as que faz, atraindo pessoas para seus concertos e, com tudo ali diante de si, produzir todo aquele encanto. É boa música boa, que só poderia ter vindo de um homem com aquela energia. Amor em forma de sons e de acontecimento.

Uma vez envolto pela ambiência criada por Stevie Wonder, como é fácil sorrir e se sentir bem - e não há nada de melhor que a música possa fazer conosco. A mágica daquele show aconteceu por poucas horas, mas felizmente os efeitos são extensivos à lembrança; e essa certamente vai durar para sempre em quem presenciou o espetáculo.





quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Imagem do dia: o álcool entra...

(Via FuckYeahDementia)



















O dia só está começando, mas nada como iniciá-lo exaltando a verdade pura e simples dos fatos. Agradecimentos ao camarada Daniel Sansão pelo achado.

Trailer da Vez: Out of The Blue (1980)


(Via 01 Magazine)

Vi esse trailer e pensei em fazer uma nova seção aqui no blog, só pra postar trailers que eu curta, tanto de novidades quanto de filmes antigos - como é o caso de Out Of The Blue/Anos de Rebeldia, que nunca tinha visto até hoje.

Na verdade eu nunca tinha ouvido falar desse filme. As cenas já me convenceram a correr atrás dele, e a informação de que Dennis Hopper não só atua como dirige também provoca curiosidade. Além do mais, eu gosto desses trailers antigos, com narradores e pílulas de críticas surgindo sobre as cenas. Se você já viu esse filme, não deixa de comentar o que achou.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Sim e não na mesma escultura

(Via Bumbumbum)
























O artista plástico Markus Raetz fez essa bela escultura para os que acham que, muitas vezes, um quer dizer o outro e vice-versa...dependendo da perspectiva.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O Google e os 75 anos de Jim Henson


O doodle do Google de hoje faz o que eu chamo de uma homenagem a altura. Jim Henson é só o jedi dos bonecos de Hollywood, pai dos Muppets, da Família Dinossauro e de tantos outros vistos em filmes e séries. Henson morreu em 1990 e, se estivesse vivo, no dia de hoje faria 75 anos. Mestre!

Separados no nascimento: o Dwight Schrüte de The Office e um dos Kaiser Chiefs

















Ontem eu tava vendo um clipe dos Kaiser Chiefs e me liguei na semelhança entre o tecladista da banda, Nick "Peanut"Baines, e o ídolo Rainn Wilson (mais conhecido como Dwight Schrüte).

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Wilco e o show completo no Dave Letterman!

O mês de setembro vai muito bem para os fãs do Wilco: além do lançamento do novo disco da banda, The Whole Love, na noite de ontem o grupo fez um show especial para o site do Late Show de David Letterman. E está tudo aqui:


 

Ah, faltou dizer: ainda vou fazer um Faixa a Faixa do incrível The Whole Love. Merece.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Starman, de David Bowie, em versão ítalodisco - ou Genghis Khan feelings



Eu não consegui não postar isso aqui:



A versão supermedonha e GenghisKhaniana da genial Starman, de David Bowie, é batizada Star e veio diretamente de 1984 de um italiano chamado Claudio Mingardi. As imagens, segundo o Dangerous Minds, foram tiradas dos filmes Mission Mars e Welt am Draht. O teclado da introdução, por sua vez, certamente foi de Doce Mel, sucesso da Xuxa.

E se eu fosse você não clicava no primeiro link do parágrafo anterior. Quer dizer, não se quiser dormir essa noite.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O Thriller de Michael Jackson em lego: obra e graça de Chris McVeigh



















Deixa só um kit Lego nas mãos de Chris McVeigh e veja o que ele é capaz de fazer. A incrível versão para a clássica cena da dança de Michael Jackson no clipe de Thriller é um dos trabalhos expostos em seu site. Power Pig - apelido/pseudônimo de Chris - também é um ilustrador bem bom. Um achado com o selo de qualidade do Juxtapoz.

A volta do @Twinfamia!

Houve um tempo em que me juntei com uns amigos e fizemos o Infâmia, blog só de piadas ruins, mas que chegou a ganhar alguma notoriedade nas interwebs. Anos após a morte do Infâmia, eu e o Pedro Giglio - um dos amigos/companheiros de iniciativa - resolvemos reencarnar o site através do @Twinfamia. Piadas ruins em forma de tweets - e está aí o Ari Toledo pra garantir o besteirol total.

O @Twinfamia começou bem, mas deu aquela hibernada... e agora voltou. Portanto, se você curtir pílulas de humor infame e contagiante, segue a gente. ;)

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Liniers na Rio Comicon 2011: ¡vamonos!


















É um post tão simples que se resolve no título, mas era preciso celebrar por aqui a notícia da presença do artista argentino nesta segunda edição da Rio Comicon. E pra quem ainda não conhece Liniers, fica a dica.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Requiem: o (verdadeiro) fim de Caverna do Dragão

Tudo começou quando eu estava tomando café da manhã e resolvi ligar a televisão. Aí, dei de cara com Caverna do Dragão - que, sem dúvida, é um dos melhores desenhos de ação dos anos 80. Surpreso com o fato de ainda o exibirem, aproveitei que estava com o laptop à mão para investigar toda aquela boataria envolvendo um suposto episódio final da série, coisa e tal...

No verbete do desenho na Wikipedia, há como fonte bibliográfica um texto de um roteirista chamado Michael Reaves, que logo descobri ser o responsável por Requiem, o episódio que tanto funciona/funcionaria para ser o encerramento da terceira temporada quanto o do próprio fim da série; e já que sequer foi produzido, Reaves, Deus e o mundo consideram que sim, foi o desfecho do desenho.

Reaves fez o que muita gente queria: postou na íntegra o roteiro de Requiem. Logo depois, vi que  o episódio tem verbete em português na Wikipedia contando todo o seu enredo - que, por sinal, é bem legal. Como eu desconhecia sua existência até hoje, resolvi fazer esse post para outros que, até eu hoje cedo, acham que tudo o que dizia respeito a um fim de Caverna do Dragão era conversa. Não é. Pelo menos, não Requiem.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Back 4 The Future : a nova historinha de De Volta Para o Futuro feita pela Nike

Não consegui - e claro que nem tentei - deixar de postar o filminho que a Nike fez para lançar o Nike MAG, o tênis visto em De Volta Para o Futuro 2.  Capacitor de fluxo e nostalgia no máximo:

 

E se quiser conhecer melhor o tênis, o Back 4 The Future está aí pra isso mesmo.

Meus headphones: investimento recomendado a quem ama boa música em todos os volumes

A cena: você está no ônibus querendo ler algo, mas é o tempo todo atrapalhado em seu DDA em sua concentração pelos diversos ruídos externos - os da rua, das pessoas que insistem em usar o rádio fora da orelha, das que amam falar berrando nos celulares etc.. Aí vem a solução: música. Só que, pra desaparecer com os ruídos externos, você se vê obrigado a pôr o som dos fones no talo. E o que acontece? Ferra com sua concentração de novo.

Outra cena: você, na varanda de seu apartamento, querendo curtir a rede - e uma leitura com soneca, ou uma delas apenas -, mas atrapalhado pelo som alto da festinha que rola na churrasqueira. E aí a solução é a da cena acima, assim como o novo problema.

 Tô escrevendo isso tudo pra dizer que eu já fui o sujeito das duas cenas acima, mas faz um bom tempo - mais precisamente, na época em que eu não gastei uns bons R$300 na compra de um headphone decente: um Sennheiser HD 280 Pro. Tão logo fiz o test drive, o salgado preço virou doce. Material altamente resistente, te produzindo uma alta definição de graves, médios e agudos e, antes de tudo isso, proporcionando um isolamento do mundo exterior de fazer você sorrir de orelha a orelha, pois não precisa mais chutar no alto o volume do mp3 player. Lindo.

Isso não é um post pago não. É que estou, neste exato momento, trabalhando diretamente de uma cafeteria e ouvindo boa música num volume conciliável com o que escrevo e leio sem me atrapalhar, pensando no quão eu sou grato por essa compra. É verdade: olhando para trás e dando de cara com um passado recente eu não consigo me recordar de um melhor investimento em produto. Se você já viveu ou vive constantemente uma das situações que mencionei, ou simplesmente ama boa música reproduzida do jeito que ela merece, a dica está aí.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Nike lança hoje o tênis de Marty McFly. Mesmo!

É um clássico do cinema pipocão dos 80s - e da publicidade - a cena de De Volta Para O Futuro 2 em que Marty McFly experimenta o modelo Nike do ano de 2015. Essa aqui:

 


 E agora a Nike vai realmente - realmente - lançar um modelo inspirado no do filme:


 

 Eu nem curti tanto o tênis - batizado de Nike MAG -, mas me amarrei demais na iniciativa, que ainda fica mais legal: segundo o Freshness, o ator Michael J. Fox fará uma participação na noite de hoje no Dave Letterman Show para o lançamento, que envolve a pré-venda de 1500 pares no eBay, com renda revertida para a Michael J. Fox Foundation for Parkinson's Research. Para quem não sabe, Fox é portador do Mal de Parkinson.

Cool. Agora só fico esperando o lançamento do hoverboard, o skate sem rodas do filme. Quem duvida?

Foursquaropoly: o Banco Imobiliário do Foursquare vem aí



Eu adoro o Foursquare. E creio já ter pensado em algo do tipo "E se o Foursquare funcionasse como um Banco Imobiliário?" antes - verdade seja dita, eu e mais uns 38238423424 usuários da rede social, pois essa é uma ideia quase elementar pra quem se acostuma a ganhar e perder prefeituras e pontos ao fazer check-ins por aí... Só que agora tem gente realmente fazendo esse casamento.

O Foursquaropoly, por enquanto, ainda está em fase de desenvolvimento; mas o projeto já tem perfil de Twitter pra quem quiser acompanhar de perto o lance. Tenho certeza de que só vai fazer o velho e bom 4sq ficar ainda mais viciante.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Westway To The World: que tal um doc sobre The Clash para a sexta?


(Via Dangerous Minds)

Mais uma atração do tipo "Não-tive-tempo-de-ver-mas-deve-ser-do-cacete": uma alma sublime uploadeou Westway To The World, documentário sobre minha banda punk favorita, o Clash. Clique acima e, como hoje é sexta, erga um brinde a essa pessoa - e, claro, a Mick Jones, Joe Strummer, Paul Simonon e Topper Headon. Cheers!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Enfim, o botão de "Descurtir" no Facebook!

Já tava na hora: di.slik.es é uma extensão para Safari, Chrome e Firefox que deixa seu Facebook com a opção sensacional de descurtir ("dislike") as atualizações em sua timeline. Clique aqui e instale aí.

***

Ah, você usa Internet Explorer? Bem feito Sai dessa vida. ;)

Heróis depois da surra

(Via Complex)


















E se os heróis clássicos dos quadrinhos tomassem muita porrada? O artista britânico Boneface resolveu transformar em obras de arte. Aqui no Zombie Swap tem a coleção completa - que, além do Robin e do Capitão América, é também composta pelo Batman e pelo Homem de Ferro.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

David Bowie transforma Space Oddity em livro infantil

Antes de qualquer coisa, você conhece a música? Se a resposta for afirmativa, avance um parágrafo; se não, ouça e acompanhe a letra:



O bacana é que Bowie resolveu transformar os versos em um livro infantil, unindo forças com o ilustrador Andrew Kolb, dono de um traço à altura da excelente história do Major Tom...



A história ainda melhora, pois o PDF com o livro completo está à disposição de graça nesse link aqui. Para salvar e ler para os filhos e/ou irmãozinhos. Uma dica espacial do camarada Felipe Venetiglio.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O pug que canta a música-tema da antiga série do Batman


(Via Pop Culture Junk Mail)

Só pra dar aquela preparada no espírito para o finde. Boa sexta.

A amizade canina é algo de outro mundo

Eu juro que tentei desviar minha cabeça disso aqui, postar alguma outra coisa, mas não dava não: estou falando da história contada no blog do Animal Planet sobre o cachorro que, ao se despedir do dono em seu funeral, postou-se em frente ao caixão e recusou-se a abandonar o velho amigo. Uma bela história que rendeu até vídeo:



É triste, eu sei. Mas é muito, muito mais bonito. Quando criança, por muito tempo eu quis ser veterinário. Minha vida tomou outro caminho, mas eu continuo gostando demais de bichos. De cachorro, então... E é por essas e outras histórias que dizem que todos os cães merecem o céu.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Walking Dead Compendium One: os zumbis são o de menos...

Quando imagina uma obra qualquer relacionada a zumbis, no que você pensa? É engraçado porque o tema "sobrevivência", embora esteja sempre em primeiro plano nessas histórias, não é tratado assim pelas nossas cabeças ao considerarmos essa pergunta. Pois é esse o grande trunfo de The Walking Dead Compendium One, livro que reúne as 48 primeiras edições dos quadrinhos que originaram a série de TV.

Lendo os quadrinhos de Robert Kirkman, percebe-se o quanto muitos autores perdem excelentes temas presentes e possíveis pra ficar boiando na superfície da sopa. Não que eu não goste de sensacionais besteiras do gênero, como Zombieland ou Shaun Of The Dead, porque curto de verdade; mas Walking Dead se torna algo especial por utilizar os zumbis - chamados na obra de biters, roamers, mas nunca pelo nome mais comum e tradicional - como o que de fato podem vir a ser, se devidamente numerosos e disseminados, como aqui são: causas de uma nova ordem mundial. E é aí, meu camarada, que mora o verdadeiro terror.

A partir do caos deflagrado pela devastação zumbi, resta aos poucos infelizes humanos que sobreviveram usar o que têm para não só se safarem, mas se reinventarem enquanto animais sociais. E em situações extremas, como sabemos, o homem vai na mesma batida, revelando o que nele há de melhor e de pior. Kirkman exemplifica isso especialmente no grupo liderado por Rick Grimes, formado por pessoas que forçadamente são obrigadas a se entenderem minimamente para tentar reconstruir o que restou de mundo. E talvez por quase voltarem à estaca zero, de fato formam sociedades com novos costumes e conceitos. Só para citar um exemplo muito à mão, sendo muito prático, nesse mundo de Kirkman, roubar deixa de ser crime para ser o corriqueiro...mas nem por isso os que (não) praticam o delito não deixam de se questionar por isso. E o que dizer das crianças, que vão desconstruindo o pouco que formaram nos corações e cérebros para se adaptarem ao lado dos pais e adultos à nova realidade?

O tema é mesmo rico demais, e fica melhor ainda quando deixa de ser genérico para ser ultrafocado no pessoal, humanizando ao máximo a jornada. Não são poucas as vezes em que você, ao longo da leitura, se pega antipatizando com um personagem por conta de uma atitude mas, no minuto seguinte, reflete e chega à conclusão de que não faria algo muito diferente não. E o contrário também acontece frequentemente. É uma luta constante, não só de preservação da vida como também do sentimento sobre os instintos, da razão frente à loucura; e em todas elas, muitas derrotas e vitórias.

Ao todo, são 1088 páginas (!!!) que, garanto, parecerão poucas para os que gostam de histórias em que, o tempo todo, as pessoas são convencidas de que não sabem do que realmente são capazes. Pode ser o seu caso, e eu acredito e torço para que seja; e é por isso que digo: se for de verdade, mas se você ainda tiver alguma resistência por conta dos zumbis e sua extrema violência brutal e insana, pode acreditar que qualquer pavor vai parecer barato diante dessa espetacular crônica sobre o comportamento humano que é The Walking Dead.

P.S. 1: Vi a primeira temporada da série de TV, verei a segunda, mas já garanto: nada vai chegar aos pés do que eu li.

P.S.2: Preciso dizer que já encomendei os livros seguintes? ;)


terça-feira, 23 de agosto de 2011

Syntheshredder: uma pista de skate a ser transformada em sintetizador



Jesse Chorng é o nome do maluco por trás desse projeto incrível chamado Syntheshredder. Ele agora está no Kickstart, pedindo ajuda financeira a quem gostaria de apoiar a ideia e seus eventuais upgrades. Que tal?

Biografias minimalistas de Jesus, Darth Vader, Michael Jackson...

Todos os méritos e vivas à agência italiana H-57, que criou esses pôsteres-biografias simplesmente espetaculares:












Obrigado ao Update or Die pela graça alcançada.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Miniplanetário do R2-D2: o que faltava no seu quarto

(Via Blog de Brinquedo)

























É o tipo do brinquedo-desculpa-esfarrapada - ou seja, daqueles que você compra pro seu filho(a)/irmãozinho(a) mas, na verdade, vai usufruir muito mais do que ele/ela: um R2-D2 miniplanetário. Sai a US$131 (preço+frete, sem impostos) na Japan Trend Shop. Vai levar?





De quem é essa mugshot?

















Acertou quem deu essa resposta aqui. A imagem do dia foi uma cortesia do Dangerous Minds.

O verdadeiro Dude de The Big Lebowski ganha documentário

Olha a falha na Matrix aí: depois de ter assistido a The Big Lebowski em DVD neste finde, chego segunda e dou de cara com o post do Pop Candy me contando que foi feito um doc sobre Jeff Dowd, o homem da vida real que inspirou Jeffrey Lebowski, o Dude, protagonista do filme dos irmãos Coen. Está aqui:



O mais legal é que eu nem sabia que o Dude do filme foi inspirado em um Dude real.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Mosaicos de estrelas pop feitos de pílulas!




























(Via Ctrl+Music)

E o detalhe é que o trabalho de Jason Mecier só retrata estrelas que já estiveram às voltas com elas - as pílulas, claro. Mas até que as cores suavizam um pouco o conceito sombrio... Ou não?
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