segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Amanhã o blog volta!
Hoje é o último dia de uma longa porém necessária pausa. Amanhã estaremos de volta com nossa atividade normal.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Shit That Siri Says: a secretária assanhada do iPhone 4S
A capacidade e a vontade do ser humano em sacanear o que está ao seu redor são mesmo inevitáveis. Poucos dias depois de a Apple lançar o iPhone 4s, o novo modelo do telefone que traz como grande novidade Siri, a secretária que auxilia o usuário ao interagir com ele via voz, vem um gaiato lançar o Tumblr ShitThatSiriSays - ou "Merdas que Siri Fala". Algo no naipe do que está abaixo:
Uma bela dica do Diogão.
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| (Clique para ampliar) |
Uma bela dica do Diogão.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Imagem do dia: Duchamp, seu larápio!
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| (Via Fat Kid At Camp) |
Piadinha simples e sensacional. Dica do Paulinho Black. E se você não entendeu, dá uma olhada.
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011
As tirinhas do Liniers em versão vídeo
Em pleno Dia da Criança descobri o Liniers Animado, um canal de YouTube com versões animadas e filmadas das tirinhas do genial cartunista argentino Liniers. É um projeto ainda no início, mas já tem alguns vídeos, como esse aqui:
Alguém duvida de que o Liniers Animado é altamente promissor? Por exemplo, já está rolando por lá um making of de um vídeo do Oliverio, a azeitona. Já assinei o canal.
Alguém duvida de que o Liniers Animado é altamente promissor? Por exemplo, já está rolando por lá um making of de um vídeo do Oliverio, a azeitona. Já assinei o canal.
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Cycle-in cinema = drive-in de bicicletas
Bem legal o conceito do Cycle-in Cinema: a energia utilizada para as projeções vem das bicicletas, devidamente pedaladas pelos seus donos. O esforço alimenta o gerador e pronto. O projeto é da Magnificent Revolution, organização inglesa sem fins lucrativos, que vem organizando sessões de Cycle-in abertas a ciclistas e não-ciclistas. Dica boa da Lúcia.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
RIP, Steve Jobs
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Stevie Wonder e sua mágica de fazer felicidade
Posso dizer que já vi shows memoráveis ao vivo, in loco e pela televisão. Apresentações de músicos geniais, de ídolos pessoais, que me arrancaram voz, suor e choro - e sim, existem alguns bons homens e mulheres por aí cuja música possui esse poder. Mas ontem, pela tela de uma tevê, vi um show dos mais especiais: o de um homem capaz de transformar instantaneamente sua música, atitude e sorrisos na vibração coletiva mais positiva e bonita que possa existir.
Impressionante o que Stevie Wonder fez no palco principal do Rock in Rio na noite desta quinta. É chover no molhado falar da genialidade de suas canções, do groove inconfundível, do sorriso sempre aberto e do entrosamento perfeito com a plateia. Mas até ontem eu nunca tinha pensado nesses elementos como ingredientes da maior e melhor mágica do gênio: criar um círculo virtuoso de bons sons e felicidade. Com todo aquele carisma e energia, sem dúvida Stevie vive no centro dele, se alimenta dele, e assim consegue prover seu público de toda essa vibe espetacular, da qual sem dúvida se nutre também.
Não sei se estou sendo claro. O lance é que o diferencial do show de Stevie Wonder não é o de ser excelente, mas sim de ser especialmente bonito, de acarinhar o coração, de nos deixar numa alegria que nos joga naquele paradoxo: ao mesmo tempo que não deveria ser tão difícil de acontecer, quando acontece, por ser rara e especial, nos põe a pensar se nos fascinaríamos assim se fosse tão fácil.
Sem dúvida de que o altíssimo nível musical é fundamental para que aquele grande encanto aconteça como aconteceu. Mas aquilo ali não é só música não. É o que vem antes dela. É o que faz Stevie Wonder fazer melodias como as que faz, atraindo pessoas para seus concertos e, com tudo ali diante de si, produzir todo aquele encanto. É boa música boa, que só poderia ter vindo de um homem com aquela energia. Amor em forma de sons e de acontecimento.
Uma vez envolto pela ambiência criada por Stevie Wonder, como é fácil sorrir e se sentir bem - e não há nada de melhor que a música possa fazer conosco. A mágica daquele show aconteceu por poucas horas, mas felizmente os efeitos são extensivos à lembrança; e essa certamente vai durar para sempre em quem presenciou o espetáculo.
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