Eu sempre tive um carinho especial por "Prison Break". Adorei as duas primeiras temporadas, até curti a confusa terceira - relevando algumas coisas - e achei a quarta uma bela volta por cima. Esqueçamos o filme pós-fim de seriado...
Mas aí que eu descobri pelo TV Squad que "Prison Break: The Conspiracy", game de PC/PS3/XBox baseado na série, sairá em março. Melhor: que tem trailer!
Achei muito bom a manha de se jogar com um infiltrado da Companhia em Fox River - e pelo visto o cara vai acabar virando casaca ao longo da história do game; porém, tenho dúvidas quanto à jogabilidade. Será que vai prestar? A resposta vem em março.
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
O GAME DE "PRISON BREAK" VEM AÍ. VEJAM O TRAILER!
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segunda-feira, 8 de setembro de 2008
PRISON BREAK E DEXTER: COMENTÁRIOS!
Neste domingo enfim pude conferir duas novidades: os dois primeiros episódios do quarto ano de "Prison Break" e a estréia do terceiro de "Dexter", que vazou na internet antes de seu lançamento oficial na TV americana.
Vocês já sabem, mas vou avisar: teremos spoilers a partir de agora...

Como pegar uma série que andava longe dos tempos de glória do seu ano de estréia e levá-la de volta ao topo quando ninguém mais acreditava que isso seria possível? Perguntem aos produtores de "Prison Break". Mesmo com seu nome já não fazendo qualquer sentido - talvez por isso a ausência de uma abertura decente -, a série de Michael Scofield e Lincoln Burrows ganhou uma reviravolta e tanto em seu quarto ano a partir de uma premissa espetacular: depois de anos de perseguição, puseram os gatos e ratos para trabalharem juntos. Algo do tipo "Achavam que era ótimo ver Scofield, Burrows e Sucre contra Mahone e Bellick? Esperem até vê-los trabalharem juntos".
Se a idéia é ótima, o objetivo que motivou essa improvável união é excelente: tentar destruir a Companhia com algum respaldo da lei - no caso, o agente Self, homem que tratou de negociar a liberdade de todos em troca do êxito na missão. De quebra, a temporada ainda trouxe de volta a doutora Sara, bem traumatizada com tudo o que sofreu nas mãos de Gretchen; o hacker Roland e o gélido Wyatt, vivido por Cress Williams, que fazia o ex-marido da doutora Bailey em "Grey's Anatomy". Ah, e ainda tem T-Bag com o livro do Whistler.
Se por muitas vezes achei uma quarta temporada de "Prison Break" uma tremenda roubada, os produtores e roteiristas me deram um cala-boca ao mostrar que Scofield e companhia têm sim um caminho ótimo, novo e extremamente promissor para trilhar. Usando a frase tantas vezes repetida nestes dois primeiros episódios: "I'm in"!

Já "Dexter" começou meio morninha. E eu odeio ter que escrever isso, mas esperava mais da volta desta que é uma minhas séries favoritas. Eu juro que não fiquei mais incomodado com o Dexter um pouco mais, hum, feliz; o lance foi a falta de um gancho convincente para este novo ano - ou ao menos em seu episódio inicial. Será que a história de Oscar Prado pode render tanto assim? Talvez esse receio esteja na minha implicância com Jimmy Smits, de quem não gosto nem um pouco; talvez não.
Outra coisa que me incomodou foi a revelação final do episódio. Não, peraí, deixa eu explicar melhor: eu adorei a surpresa de Rita estar grávida de Dexter, mas não gostei mesmo foi do jeito com que ela "descobriu" sua gravidez. Eu até já desconfiava que este era o grande e anunciado evento do fim da estréia mas, na boa, não dá para usar o pudim de chocolate como fórmula de dedução para uma mulher jogar uma bomba dessas. Vacilo dos roteiristas que, acredito, poderá e deverá ser superado com todas as conseqüências dessa descoberta.
Como se trata de uma série cujas duas primeiras temporadas foram espetaculares, e por tudo estar apenas no comecinho, eu relevo tranqüilamente esses pequenos probleminhas do começo de terceiro ano. É aquela velha conversa de que série boa é que nem sexo e pizza: mesmo mais ou menos é sempre boa. No mais, adorei que o carismático Batista seja agora sargento, gostei de ver Debra mais decidida (e com mais moral e menos cabelo também)... Agora, é só esperar que toda a deliciosa podridão humana que aprendemos a gostar em "Dexter" possa se manifestar no caso Oscar Prado. Vamonos!
Vocês já sabem, mas vou avisar: teremos spoilers a partir de agora...

Como pegar uma série que andava longe dos tempos de glória do seu ano de estréia e levá-la de volta ao topo quando ninguém mais acreditava que isso seria possível? Perguntem aos produtores de "Prison Break". Mesmo com seu nome já não fazendo qualquer sentido - talvez por isso a ausência de uma abertura decente -, a série de Michael Scofield e Lincoln Burrows ganhou uma reviravolta e tanto em seu quarto ano a partir de uma premissa espetacular: depois de anos de perseguição, puseram os gatos e ratos para trabalharem juntos. Algo do tipo "Achavam que era ótimo ver Scofield, Burrows e Sucre contra Mahone e Bellick? Esperem até vê-los trabalharem juntos".
Se a idéia é ótima, o objetivo que motivou essa improvável união é excelente: tentar destruir a Companhia com algum respaldo da lei - no caso, o agente Self, homem que tratou de negociar a liberdade de todos em troca do êxito na missão. De quebra, a temporada ainda trouxe de volta a doutora Sara, bem traumatizada com tudo o que sofreu nas mãos de Gretchen; o hacker Roland e o gélido Wyatt, vivido por Cress Williams, que fazia o ex-marido da doutora Bailey em "Grey's Anatomy". Ah, e ainda tem T-Bag com o livro do Whistler.
Se por muitas vezes achei uma quarta temporada de "Prison Break" uma tremenda roubada, os produtores e roteiristas me deram um cala-boca ao mostrar que Scofield e companhia têm sim um caminho ótimo, novo e extremamente promissor para trilhar. Usando a frase tantas vezes repetida nestes dois primeiros episódios: "I'm in"!

Já "Dexter" começou meio morninha. E eu odeio ter que escrever isso, mas esperava mais da volta desta que é uma minhas séries favoritas. Eu juro que não fiquei mais incomodado com o Dexter um pouco mais, hum, feliz; o lance foi a falta de um gancho convincente para este novo ano - ou ao menos em seu episódio inicial. Será que a história de Oscar Prado pode render tanto assim? Talvez esse receio esteja na minha implicância com Jimmy Smits, de quem não gosto nem um pouco; talvez não.
Outra coisa que me incomodou foi a revelação final do episódio. Não, peraí, deixa eu explicar melhor: eu adorei a surpresa de Rita estar grávida de Dexter, mas não gostei mesmo foi do jeito com que ela "descobriu" sua gravidez. Eu até já desconfiava que este era o grande e anunciado evento do fim da estréia mas, na boa, não dá para usar o pudim de chocolate como fórmula de dedução para uma mulher jogar uma bomba dessas. Vacilo dos roteiristas que, acredito, poderá e deverá ser superado com todas as conseqüências dessa descoberta.
Como se trata de uma série cujas duas primeiras temporadas foram espetaculares, e por tudo estar apenas no comecinho, eu relevo tranqüilamente esses pequenos probleminhas do começo de terceiro ano. É aquela velha conversa de que série boa é que nem sexo e pizza: mesmo mais ou menos é sempre boa. No mais, adorei que o carismático Batista seja agora sargento, gostei de ver Debra mais decidida (e com mais moral e menos cabelo também)... Agora, é só esperar que toda a deliciosa podridão humana que aprendemos a gostar em "Dexter" possa se manifestar no caso Oscar Prado. Vamonos!
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