quinta-feira, 31 de julho de 2008
Muse: prévia do comentário
Falo mais ainda nesta quinta, mas de cara digo que o show foi bem bom... apesar do sonzinho fuleiro do Vivo Rio. Mais um pardieiro para shows de médio porte no Rio de Janeiro. A gente merecia coisa melhor, não?
terça-feira, 22 de julho de 2008
San Diego! San Diego! San Diego!
Mas tudo continuará rodando por aqui - e, possivelmente, com posts falando de assuntos da Comic-Con que não "couberem" nos outros blogs, como toy art, itens de colecionador, filmes e figuraças que estiverem circulando por lá. Hasta!
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Muse: lá vamos nós!

Finalmente comprei o ingresso do que tem tudo para ser o show do ano - que, certamente, terá cobertura/resenha/comentários aqui no Rodando.
E vocês, já têm os seus?
Vitamina #1!

Vários assuntos no liqüidificador, misturados num só post. É a nova seção do blog. Sentem que lá vem história:
BATMAN, O CAVALEIRO DAS TREVAS
(Ok, pule esse item se não quiser saber nada do que acontece)
Consegui ver o filme no sábado, e devo dizer que achei... bom. Ótimo? Talvez. Espetacular? Não.

Mas - e que dor ao observar os poréns - achei a edição picotada demais, demais. Christopher Nolan deu uma exagerada, assim como na duração do filme. Não me pareceram justificadas as quase três horas de história para a trama. Algumas traquitanas do Morcegão também não caíram nas minhas graças, como o Big Brother que ele pôs Lucius Fox (bem defendido por Morgan Freeman) para pilotar e, err, o Batmóvel. Me pareceu demais um carrinho de brinquedo, sei lá. Queria ter gostado, mas não curti, como não me desceu a Rachel Dawes da vez. Ledger podia ter emprestado um pouco de carisma a Maggie Gyllenhaal...
Mesmo com as críticas, "O Cavaleiro das Trevas" é um bom filme, sobretudo para os fãs do Homem-Morcego. Mas eu prefiro a magistral obra quase-homônima em quadrinhos.
"SLAM": EXCELENTE PARA ADOLESCENTES, ÓTIMO PARA ADULTOS
E finalmente terminei de ler o último livro lançado por Nick Hornby. "Slam" é uma ótima fábula sobre o amadurecimento precoce de Sam e Alicia, casal de adolescentes que se vê grávido de uma hora para outra. A narrativa, do ponto de vista de Sam, é deliciosa e as tiradas do cara são sensacionais, reforçando o consagrado humor de Hornby.
Repito a dica: se fosse vocês, devoraria.
P****, DERCY MORREU! C******!
Meu sábio e saudoso pai dizia: "Há pessoas que não dizem 'quando eu morrer', mas sim 'se eu morrer'"... Durante muito tempo, pensei que Dercy Gonçalves estava enquadrada na segunda categoria de seres humanos. Com a morte da senhora desbocada-sem-causa, sinto mais saudade deste mito de meu velho do que dela - na qual não via qualquer graça.
E O PODCAST, FOI PRO SACO?
Claro que não! Mas agora tá complicado. Viagem emendada com viagem... E, com isso, só deve vir coisa nova aí na semana que vem. Tenham fé, pois a paciência é uma grande virtude.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Serviço de utilidade pública - amigo anônimo

Agora é possível dar essas dicas constrangedoras sem qualquer culpa - e graças ao NiceCritic. O site permite o envio de e-mails anônimos com mensagens divididas em várias categorias, como "higiene", "aparência", "comportamento geral"... Totalmente útil, não? É clicar no nome do site e sair cumprindo o papel de justiceiro(a) do bom senso.
(Valeu, Florença!)
"Watchmen" - o trailer

Eu vou dizer que não me empolguei muito com o que vi, mas suspeito de que a culpa seja do trauma causado por "Heroes". Eu não li a graphic novel - não, não atirem pedras em mim -, mas isso não é nada que uma Comic-Con não conserte... e uma bela poltrona de cinema a partir de março de 2009. Alguém está nessa contagem regressiva?
Emmy 2008: quem deve ganhar e quem eu quero que ganhe
Eu não consigo ficar sem dar meus palpites; por isso, eis abaixo os indicados das categorias mais importantes que terão minha torcida e os que creio que deverão levar a estatueta. Confiram a lista dos concorrentes e, logo abaixo, meus favoritos e barbadas:
- MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA - Torço por "Lost", e acho que vai dar... "Lost". Não vejo "Damages" mas, por tudo que comentam - e pela excelente Glenn Close também - creio que possa ser uma ameaça. Mas levo mesmo fé na vitória de minha série favorita.
- MELHOR COMÉDIA - Eu aposto em "30 Rock", mas não consigo deixar de torcer para "The Office". Quem sabe Michael, Dwight e a turma do escritório não surpreendem?
- MELHOR ATOR DE SÉRIE DRAMÁTICA - Gosto pra cacete de Hugh "House" Laurie e acho que ele leva (mais) essa. Mas pedirei licença ao excelente inglês para fazer torcida para Michael C. Hall, o melhor serial killer da TV e um dos melhores da ficção. Mata mais essa, Dexter!
- MELHOR ATOR DE COMÉDIA - Difícil. Difícil pra cacete. Alec Baldwin e Steve Carrell merecem, e fica entre eles. Se tiver que apostar as fichas em um só, dá o Jack de "30 Rock". Mas sou Carrellista de carteirinha. Só não pode é dar Tony Shalhoub pela 342ª vez.
- MELHOR ATRIZ DE SÉRIE DRAMÁTICA - Essa é a categoria em que me sinto menos apto para opinar, mas pelo que vi de Glenn Close na pele de Patty Hewes, o Emmy é dela. E faço votos!
- MELHOR ATRIZ DE COMÉDIA - Querida Tina Fey, quero o seu bicampeonato. Mas a academia gosta também de America "Ugly Betty" Ferrera. Fica entre as duas! A não ser que Christina Applegate surpreenda. Improvável, mas não é impossível.
- MELHOR ATOR COADJUVANTE DE DRAMA - Precisa dizer? Ah, sei lá, mas eu digo: Michael Emerson. Michael Emerson. E de novo: Michael Emerson. Emmy tardio e merecidíssimo. Qualquer outra opção é inadmissível, e acho que os votantes vão concordar comigo.
- MELHOR ATRIZ COADJUVANTE DE DRAMA - Também não vou apostar em nenhuma pois não vejo boa parte das séries das indicadas, mas se o prêmio for para Chandra Wilson não estará em mãos erradas.
- MELHOR ATOR COADJUVANTE DE COMÉDIA - Barbada? Jeremy Piven. No páreo? Neil Patrick Harris. Por mim? Rainn Wilson.
- MELHOR ATRIZ COADJUVANTE DE COMÉDIA - Também não tenho muita moral para cravar uma aposta, mas Jean Smart vai bem em "Samantha Who?" e Amy Poehler é Amy Poehler. Tá legal: Amy como favorita e com meu total apoio.
Quem quiser fazer apostas, já sabe: comentários!
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Freddy Krueger no pé

Se tivessem lançado por aqui, seria garantia de sucesso junto aos fãs do velho Freddy e, claro, teria caído nas graças da torcida do Mengão, patrocinado até pouco tempo - de forma harmônica, ao menos - pela Nike, empresa que hoje briga com o clube, que briga com a empresa. Perderam o timing...
(Via Super Punch)
Drew Barrymore + Ellen Page = vem coisa boa por aí
- Carecas;
- Pessoas de ambos os sexos com cabelo estilo moicano;
- Patinadores;
- Qualquer um que saiba a linguagem dos sinais dos surdos-mudos.
O filme é sobre uma equipe de patinação do Texas, e já conta com - tcharan! - Ellen "Juno" Page em seu elenco. E, com esse nome, ainda deve rolar Devo na trilha sonora.
Drew, Ellen, Devo... Alguém duvida de que temos um filme bem cool a caminho? Ah, e nunca lamentei tanto ainda não cumprir o primeiro requisito. Se tudo der certo, Drew, (só) daqui a uns 25 anos. No mínimo.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
O filme é do Batman, mas a internet é dos vilões

Manchem suas caras aqui. E, por favor, que alguém de SP ligue para o número de telefone que aparece pequenininho na tela da galeria de "mascarados"! Será que, a exemplo do que rolou nos EUA, teremos também um jogo de realidade alternativa por aqui?
Serviço de utilidade pública - virada de bateria
Gracias, Thales!
Vai provocar vergonha alheia assim lá na China...

Elisa é simpaticamente esforçada, mas... é sem sal. E tem voz chatola. E é fanha. E os textos de empolgação que escrevem para ela são realmente embaraçosos.
terça-feira, 15 de julho de 2008
Novo clipe do Radiohead dispensa as câmeras
Para mim, o resultado me pareceu algo meio "Max Headroom encontra o rosto da nota de R$2". Mas até que ficou bacaninha...
Falcatrwitter
De quem? Da Maísa, da Regina Duarte... Do Vitor Fasano, então... Claro que Leila Lopes também tem, a exemplo da Narcisa Tamborindeguy - que, por sinal, ainda está tímida. E, dos mais recentes, vale citar Roberto Justus, que já tem mais de uma centena de
E aos que curtem a brincadeira, o aviso: Roberto Carlos e Dercy Gonçalves ainda estão sem donos. Já o Obina, não. Droga.
Não acredite no hype, parte 344: Lily Allen

Tem muita, muita gente que adora, mas não consigo passar do "legalzinho". Na verdade, o que acho realmente de Lily Allen é que ela é uma "cantora-Grey's-Anatomy". Ok, eu traduzo: pra mim ela não passa de uma autora de trilha sonora de episódios de "Grey's". Mesmo. Junte as duas coisas e tudo faz muito mais sentido. Melhor para Lily - ao menos para meus ouvidos.
Três observações...
* Acho que nunca comprarei qualquer hype envolvendo Adriana Calcanhoto. Dá não.

* O que faz Miele? Aliás, o que fez Miele? Sério: acho que o cara é o maior aba da história do showbiz nacional. Enfim, quem conseguir me explicar o que de tão relevante ele fez pra ser tão relevante, por favor, que explique em um e-mail para a redação. Obrigado.
* O apresentador entrevistou uma bambambam da física. Bacana. Mas infelizmente chamou o Stephen Hawking de HawkingS. E devo confessar: por ter uma facilidade imbecil para decorar nomes completos, me incomoda MUITO ver pessoas errando nomes de pessoas famosas. E aí que temos o tema perfeito para mais uma LISTINHA...
TOP 3 NOMES DE FAMOSOS QUE AS PESSOAS SEMPRE FALAM/ESCREVEM ERRADO:
3º) STEPHEN HAWKING - Jô foi apenas mais um a errar o nome do cara. Eu sei porque, uma vez que o cara virou referência/influência para "Lost", 8,15 entre 10 fãs da série não conseguem acertar o sobrenome dele. Pobrezinho.
2º) AMY WINEHOUSE - O Google não mente jamais: segundo o grande oráculo das buscas online, enquanto são 41.600.000 páginas que grafam o nome da cantora-problema corretamente, em outras 12.600.000 incautos meteram o "h" entre as duas primeiras letras de seu sobrenome. Ou seja: a cada cinco vezes em que o nome de Amy aparece em uma página, em uma está errada. Rehab ortográfico pra essa gente!
1º) JOHNNY DEPP - Eu até já desisti. Quase todo mundo ama trocar um "p" por um "e" e fazer o bom ator virar Deep. Haja!
Lembraram de outros bons exemplos? Os comentários são seus!
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Poder de síntese

Ficou claro? Nesse, pode-se levar pai, mãe, vovó ou até mesmo a namoradinha recente -a mesma que certamente seria barrada neste aqui:

A preocupação no letreiro diz tudo. Nele, o nome do hotel e a lembrança de que não serão tolerados nos quartos e demais dependências comportamentos mais ousados do que roncar feito um porco na cama.
Nenhum letreiro, porém, é mais claro e cristalino do que este aqui:

É isso. Hotel. Ou, como prefiro, hotel Hotel. O melhor nome possível. E o resto fica para a sua imaginação. A minha diz: patrões e secretárias. Café requentado. Almoços de 4 horas de duração. Crimes passionais. Privada de descarga com cordinha.
Fica na mesma rua em que isso aqui aconteceu. Se tudo tivesse ocorrido em um hotel, dá para imaginar em qual? Eu aposto qualquer barra de sabonete Sabonete que saberia apontar onde foi o barraco.
NOVO LAYOUT COM O VELHO SABOR...
Vale muito um parágrafo só para dizer que Ana é responsável pela forma e pelo conteúdo de um de meus blogs favoritos, o Olhômetro. Cliquem no nome e comprovem que Ana arrebenta mesmo...
Quero agradecer também a outros leitores que também se dispuseram a pôr a mão na massa para que este blog rodasse melhor e mais bonito: Pedro Lucas, Gabriela Spinola, Ricardo Rente e Junior Gilmore Guy. A eles, os meus agradecimentos e congratulações. E espero que todos tenham gostado da nova cara! Eu achei sensacional.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Oito letras: Comic-Con.

Na verdade, foi-se o tempo em que eu amava quadrinhos; mas em compensação, curto muito toy art e nem preciso falar o quanto amo séries de TV. Oportunidade de ouro para estar cara a cara com produtores e artistas de programas que amo. "Lost", "Dexter", "Chuck", "Fringe"... Putz. Já me dá um certo nervosismo - dos bons, claro - só de pensar!
Por isso, deixo desde já meu convite para que todos acompanhem a cobertura que farei no Séries Etc. e no Lost in Lost do evento. E prometo, prometo não abandonar o Rodando neste período. Do jeito que me conheço, claro que vão sobrar comentários aqui também...
Bom, é isso. A idéia era fazer um post desses na véspera, mas tá difícil segurar a ansiedade. E prometo: vai ser mais me complicado ainda me segurar num evento desses.
SE CERCASSE, VIRAVA HOSPÍCIO. MAS É CIRCO MESMO.

Como isso acontece? É que, na tentativa de eliminar bandidos digitais e outros canalhas e doentes que usam a internet para práticas abomináveis como a troca de fotos de crianças nuas, a lei acaba enquadrando como criminosos outras pessoas mais: as que não fazem nada além de baixar músicas pela internet e usar programas peer-to-peer. Recomendo desde já a leitura desse post aqui e deste outro, de autoria de meu camarada Pedro Doria, que esclarecem tudo sobre o perigoso projeto que venceu sua primeira batalha, sendo aprovado no senado. Agora vai para a Câmara dos deputados. Mas, basicamente, tudo pode ser explicado por aquele velho estúpido argumento: se aviões jogam bombas, que proíbam os aviões. Não dá para engolir.
Diante disso, nos resta divulgar, protestar... Ah! E assinar essa petição aqui também, claro. Temos que fazer de tudo pra essa bagaça não ir para frente. Quem está nessa?
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Infâmia cristã

Sim, há um site com o nome de Goospel. E é uma busca por sites gospel. E é apoiado pelo Google. Na boa, com todo o respeito - juro -, com um trocadilho desses não deu para não rir. Tem como me crucificar por isso?
terça-feira, 8 de julho de 2008
Devagar com a louça...

Só não vale me responsabilizar por queda de rendimento na escola ou no trabalho. Ah, e a culpa é do Super Punch.
Mercúrio e macacos
Confesso ter gostado mais do clipe do que da música - que, segundo a Billboard, "não necessariamente" estará no novo disco da banda. Ah, e me soou como uma cruza do TV On The Radio com a própria Bloc Party. Mas tá valendo.
E a pergunta que não quer calar: quem já comprou ingresso pro Muse? Eu (ainda) não. Mas em breve isso se resolve.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Clipes que ninguém pode deixar de ver - "Bad Cover Version", Pulp
Pensando em pessoas como eu e na ótima sacanagem que é tirar sarro dessas reuniões, e aproveitando a "deixa" do nome de sua ótima canção, o Pulp me saiu com este ótimo vídeo, dirigido pelo próprio líder da banda, Jarvis Cocker:
É isso aí mesmo que vocês viram: "bad cover versions" de artistas como Paul McCartney, Kurt Cobain, David Bowie, Noel Gallagher, Missy Elliot, Björk etc. - alguns nem tão "bad" assim, justiça seja feita - soltando suas vozes no vídeo. Simples, genial e a serviço de uma música maravilhosa, pérola do álbum "We Love Life" e que de fato soa como uma canção beneficente natalina - e das melhores, diga-se.
Se eu fosse vocês, corria atrás da original com a voz de Cocker. E acho até que eu levo jeito pra convencer pessoas a ouvir coisas de que gosto, mas o clipe de "Bad Cover Version" fala por si só... e por mim também.
E não é dos Palmares...
A resposta:

Falando sério: a transformação de Rick (o nome do cara) em um zumbi não chega a ser pior do que o homem-lagarto ou o homem-tigre - cujas fotos eu não posto aqui em respeito ao seu café da manhã -, mas mesmo assim é algo sinistro. E pode piorar se ele cumprir os desejos de tirar o osso do nariz e colorir o branco dos olhos de negro na entrevista que ele deu para a Bizarre.
A introdução da matéria do site diz que ele se tornou uma pequena celebridade na internet, "onde pessoas não conseguem se decidir se ele é um visionário da body modification ou um doente mental". Mas peraí: não dá para ser as duas coisas ao mesmo tempo?
sábado, 5 de julho de 2008
Do arcade ao DVD: meus clássicos dos games
Logo abaixo, na contagem decrescente, os 25 jogos da minha vida de gamer, com algumas palavrinhas sobre cada um. Aperte o start:
25º) STREETS OF RAGE (Arcade) - Street Fighter? Tekken? Pff. O único jogo de luta de rua de minha lista me ganhou de cara em um fliperama de Cabo Frio. Jogava em dupla com um amigo, arrebentando a cara de uns vilões muquiranas e ainda contando com auxílios luxuosos como tacos de baseball, bombinhas e gargalos de garrafas quebradas. Finesse total!
24º) KARATEKA (TK-2000) - Sofria muito para jogar esse, já que tinha que esperar o arquivo (que vinha em fita K7!) carregar. Não era fácil: você só tinha uma vida que, desperdiçada, lá ia você começar do zero. Mas valia a pena - inclusive pela pegadinha do final, em que você tinha que cumprimentar a mocinha a ser resgatada antes de pegá-la, pois senão tomava um golpe fatal na cara. Daniel San perdia.
23º) OS GOONIES (MSX) - Louco pelo filme, me lembro que fiquei emocionado ao ouvir a versão bacaninha - ainda mais para a época - do clássico de Cyndi Lauper. E o jogo era cheio de salas secretas, tônicos a serem tomados, chaves que abriam portas secretas... Ótimo!
22º) DAYTONA USA (Arcade) - Um clássico da hora do almoço de minha faculdade. Era ótimo juntarmos uma galera e irmos disputar umas corridas, sempre regadas a muita rivalidade, fechadas e acidentes causados no melhor estilo Dick Vigarista. Nostalgia brabíssima!
21º) VIRTUA STRIKER (Arcade) - Esse também era uma alternativa ao Daytona, mas só jogavam duas pessoas no máximo. Quando se pegava o jeito do joguinho era sensacional; e a disputa de pênaltis era algo especialmente emocionante. A platéia de estudantes e office-boys sempre se comovia!

20º) GALAGA (Arcade e MSX) - Espécie de primo metido a besta do Space Invaders, o que esse jogo tinha de simples, tinha de viciante. Típico caso de que, quando se morria, pensava-se imediatamente: "Ok, vou jogar só mais essa...". Mentira, óbvio.
19º) RIVER RAID (Atari) - Comandar o avião em percursos inesperados com o objetivo de mandar tudo pelos ares era um programaço pra um moleque nos anos 80. Tão marcante que me lembro com exatidão do barulho que fazia quando a aeronave reabastecia e quando havia a falta de combustível. Clássico de uma geração.
18º) SUPER MARIO BROS. (Game & Watch) - Quem lembra do joguinho-e-relógio que foi febre nos recreios dos colégios dos 80s? Esse jogo em especial se destacava porque tinha duas telas, dispostas uma ao lado da outra. Jogava sempre com um amigo de infância - o mesmo do Streets of Rage! -, cada um em uma tela e comandando um irmão diferente, Mario ou Luigi. O objetivo? Fazer pacotes em uma linha de montagem, sem deixar as peças caírem das esteiras. O hit do ônibus que levava a galera do colégio pra casa!
17º) KNIGHTMARE (MSX) - Um guerreiro (visto por cima), várias armas, inimigos estapafúrdios em um cenário greco-romano. O trocadilho do título era muito bem justificado, e a trilha era arrasadora.
16º) The IMMORTAL (Mega Drive) - Um dos primeiros jogos que me desafiou para valer. O adventure inspirado em Dungeons & Dragons era soturno, esquisito... e, por isso mesmo, fascinante. O inimigo final? Um dragão bizarro, devidamente derrotado!
15º) PITFALL (Atari) - Para um moleque que tinha Indiana Jones como herói, ter a chance de pular em cipós, achar pepitas de ouro e pular de jacarés era o convite para estar na pele do arqueólogo. E o grande mistério da história toda era: a aventura do carinha de roupa verde tinha ou não um fim? Até hoje não sei, mas me diverti muito tentando descobrir.

14º) RALLY-X (Arcade e MSX) - Uma idéia bem elementar - um carro sendo perseguido por outros num labirinto e jogando fumaça para despistar os inimigos - e, ainda assim, genial. Mais um jogo cuja trilha embalou as tardes de toda uma molecada.
13º) RAYMAN RAVING RABBIDS 2 (Wii) - Um dos games baseado em minijogos dos mais engraçados, protagonizado por coelhos figuraças. Se vocês tiverem a chance, juntem uns amigos para perder - ou melhor, ganhar - umas horas se esbaldando com os insanos leporídeos.
12º) KONAMI SOCCER (MSX) - O primeiro futebol bacana que joguei num videogame. Escolha de times, variação de jogadas, comemorações... e golaços. E pulos de um adolescente em seu quarto na Tijuca.
11º) FIFA 94 (PC e Mega Drive) - Mais futebol - desta vez, na época da faculdade. O mundo via craques fictícios nascerem e se tornarem imortais, como Olaf Pedersen, Shoren Sun e os brasileiros Rico Salamar e Janco Tianno.
10º) KING'S VALLEY (MSX) - Mais uma vez um jogo com apelo Indiana Jones me conquistou. O objetivo era achar pedras preciosas e fugir de múmias irritantes dentro de pirâmides. Não dá para explicar o quão interessante é esse game. Se acharem um emulador de MSX por aí, não percam a chance de bancar o arqueólogo!
9º) METAL GEAR (NES) - A primeira aventura do agente discreto Solid Snake que joguei foi ainda no velho computador. Achei tudo genial demais: os contatos pelo rádio, os itens/armas coletados e a missão do herói. Era só o começo de uma série
8º) TETRIS (MSX e Game Boy) - Ninguém está imune à séria dependência causada pelo desafio de montar no espaço vazio os bloquinhos que caem do céu. Cheguei ao ponto de visualizar as pecinhas com os olhos fechados... E querem saber? Até hoje o jogo continua especial.
7º) SUPER MARIO WORLD (Super NES) - O game que vinha com o console não era qualquer coisa não! Naquela aventura, o encanador favorito dos gamers surpreendeu com missões mais difíceis, "roupas" e poderes diferentes - até tacar machadinha, tacou! A evolução da espécie taí.
6º) WII SPORTS (Wii) - Revolucionário. Demorei uns 4 segundos tentando fechar a boca ao ver pessoas munidas do que parecia ser um controle remoto dando raquetadas e golpes no ar na frente da TV. Não demorou muito para eu querer ser uma delas...

5º) SUPER MARIO 3 (NES) - Mario de novo, num clássico ainda mais velhinho. Este foi o jogo que lavou a alma dos fãs do universo do herói por simplesmente ser a primeira vez em que Mario voava!
4º) COUNTER-STRIKE (PC) - Moleques que lotam lan houses e afins, eu vos entendo. Afinal, foi depois de burro velho que eu descobri este game, que me pôs nos fronts de batalha mais divertidos do mundo. Fire in the hole!
3º) LAKERS vs CELTICS (Mega Drive) - Na época em que eu jogava basquete todo dia e acompanhava os LA Lakers com dedicação, estendia as disputas da quadra às dos astros do basquete profissional americano em casa. E o melhor: o bambambam de cada equipe tinha um movimento especial! Acho que, se me derem uns três minutos, consigo me recordar de todos; e se me derem um Mega Drive com o cartucho, capaz de eu perder boa parte de minha vida social.

2º) GRAND THEFT AUTO 3: SAN ANDREAS (Playstation 2) - Conhecem Second Life? Esqueçam, pois nesse game as possibilidades são inúmeras e bem mais legais - cada uma delas melhor do que a outra. Quem nunca comandou as ações do bad boy CJ está perdendo muito...
1º) WINNING ELEVEN 8 (Playstation 2) - Bem que tentei pensar noutro jogo, mas não tem pros demais não. Para quem ama futebol, qualquer versão do WI é altamente recomendável; mas, para mim, a oitava continua insuperável. É aquela coisa: começou a jogar, se deixar, não tem hora para sair de campo. Quem já deu uns bons chutes virtuais no game, sabe.
* * *
Depois deste relato, também quero saber: qual é a lista de vocês?
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Corta um Sith e, depois, fatia um bife
Agora, aguardemos as meias-calças Vivarina feitas com o mesmo material da teia do Homem-Aranha.
O esporte olímpico (e a mesa) dos meus sonhos
Não tenho dúvidas de que, se o totó - ok, pebolim em SP, Fla-Flu no Sul etc. - fosse uma modalidade olímpica, eu iria levar a cabo o sonho de ser um atleta bem-sucedido. Modéstia à parte, eu jogo isso pra cacete - e falo porque não são muitas as práticas esportivas que posso me vangloriar de fazer bem...
E foi por isso que eu babei nessa mesa aqui:


Cria da GRO design, o nome dessa belezinha é "11 - The Beautiful Game" e caberia perfeitamente na sala de meu apartamento
É... Sonhar não custa nada. Já essa mesinha, só imagino...
terça-feira, 1 de julho de 2008
Mucha Lucha no papel

Mas a idéia da obra também é bacana, vai. "Santa vs Satan - The Official Compendium of the Imaginary Fights", do escritor-humorista Jake Kalish, traz algumas respostas para aquela velha pergunta: "Se fulano e sicrano lutassem, quem venceria?". No caso, fulano e sicrano podem ser oponentes previsíveis ou adversários improváveis, mas sempre curiosos - como Han Solo x Indiana Jones, Metrossexual x Eunuco e a Virgem contra a Puta, alguns dos embates descritos por Kalish.
Está à venda na Amazon, como já era de se esperar. US$13. Será que vale? Se eu encontrar nas livrarias lá de fora, pelo menos vai valer a folheada. Se trouxer, falo mais...