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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

STOP MOTIONS HUMANOS DE VIDEOGAMES!


(Via Gizmodo)

Esse vídeo de Pac Man é mais um do projeto Game Over, de autoria do suiço Guillaume Reymond. Antes, ele já tinha feito os vídeos de Pong, Pole Position, Space Invaders e Tetris. Se liguem:










Sempre penso na paciência que essas pessoas têm em fazer essas paradas. Louvável - e nesse caso, fodaço.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

E O CRYSTAL CASTLES VEM AÍ!!


(Via Henrique Sauer, amigo de fé e companheiro de cabine na Delicious Jukebox ao lado de Alex "Move That Jukebox" Corrêa)

Enquanto o Chromeo não vem, teremos essa bagunça vai comer solta no Rio (24/09, no Circo Voador, junto com as festas Shout! e ElectroShake) e em São Paulo (25/09, no Kaballah Festival). Vai ser bom.

CHROMEO EM SÃO PAULO: LEGAL PRA MEIRELLES



Curtiram? O Matias gravou várias músicas do showzinho que rolou na semana passada em Sampaulo e postou no Trabalho Sujo. E, segundo ele, os caras voltam ano que vem pra tocar noutras cidades do Brasil. Hooray!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

POR QUE O ARCADE FIRE É FODA, PARTE 2342



Uma das melhores bandas da atualidade, o Arcade Fire lançou Wilderness Downtown, excelente filme interativo cuja trilha é We Used To Wait, música de seu mais novo álbum. Dirigido por Chris Milk, Wilderness Downtown tem integração com as imagens produzidas pelo Google StreetView e, entre outras surpresas, faz com que os espectadores produzam cartões virtuais ao longo do filme. Não dá para explicar: só experimentando o vídeo.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

SKATE LONGBOARD TRAZ PAZ

Para começar a semana com alguma paz de espírito - algo sempre bom pra todos, não importa o momento - um videozinho que assisti no sempre legal Caindo e Levantando:


Cruisin' from Carolina Skate on Vimeo.



A garota, seu amigo (ou namorado, sei lá) em um rolezinho tranquilo e calmo. Bom demais.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

O MELHOR AMIGO DE UM STORMTROOPER.


(Via Rafael Ferreira/Newsarama)


O autor do vídeo glicosado acima se chama Patrick Boivin, e já fez outras coisas legais. E se me disserem que arrumo um desses bichinhos na Suipa de Tatooine, dou um jeito de dar um pulo lá hoje mesmo.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

RODADINHA

- Os simpáticos (e downloadeáveis) monstrengos de papel da CreatureKebab.com. Não deixem de olhar a galeria também não!




- Uma espetacular camiseta da Threadless cheia de spoilers de filmes. Alguém podia lançar de fins de séries... Valeu, AP!

- O Clearly Closed, site que reúne fotos de estabelecimentos comerciais fechados mas com uma placa/sinal de "aberto" em suas vitrines e/ou portas.

- E "Highway", curiosa projeção do artista holandês Harm Van Den Dorpel, tudo vira a mesma coisa...

sábado, 25 de outubro de 2008

TIM FESTIVAL 2008, RIO DE JANEIRO, SEXTA-FEIRA: KANYE E MGMT BEM NA FITA

Antes de falar dos shows, uma introdução que pode se repetir quando eu comentar o Tim Festival em 2009, 2010, 2011... É que é quase a mesma coisa todo ano - e tudo começa com um trânsito ruim de doer. Se a sexta-feira do tráfego carioca já é algo normalmente complicado a partir das 17h, quando a sexta é de Timfa então... Mas tudo bem. Desde o momento em que a gente pensa em comprar ingresso pro evento isso já tá na conta - e, afinal, não é algo que se pode culpar a organização do festival, né?

O problema é que não avisaram ninguém de que aquele "21h30" impresso no ingresso do Kanye West seria, na verdade, 22h30. Com uma hora de atraso, o rapper pisou no palco completamente sozinho, e por lá ficaria cerca de duas horas. Quer dizer, Kanye é o único ser vivo no palco e mesmo assim divide as atenções. Tudo graças ao espetacular show de luz, efeitos e som de seu espetáculo, a ópera-rap "Glow in the Dark".



(Cliquem nas fotos para ampliá-las)


Em termos audiovisuais, a historinha de um humano perdido no espaço de "Glow in the Dark" é bem contada. Tem um computador-mulher (!), Jane, trocando umas idéias com Kanye - e o chamando de "maior estrela do universo", telão que "explode" com pisões dele no chão, belas projeções com planetas, estrelas e o cosmos... Um show para olhos e ouvidos - um pouco mais para os olhos, sinceramente.





Mesmo com tudo bem-feitinho, algo me incomodava: o show de Kanye é tão teatralizado e os efeitos são tão bárbaros que, de vez em quando, me sentia como em uma atração da Disneylândia. Já se sabe que exageros e hip-hop são inseparáveis, mas quando ele contracenou com um dinossauro (!!!) no palco, que representava um planeta inóspito e desconhecido, bem... Me constrangeu um tiquinho. Algo do nível do Eddie, aquele monstrengo que sobre no palco do Iron Maiden, sabem? Desnecessário.





Em meio à iluminação estonteante, ao teatrinho, ao telão de imagens espetacularmente espaciais havia Kanye e sua música. E é preciso tirar o chapéu para a manha do cara. Ele se garante ali, sozinho, por quase 120 minutos diante de milhares de pessoas. O som não estava excelente, mas bom - sobretudo os graves, que fizeram literalmente tremer o chão - e o rapper dá conta do recado, mesmo se apresentando para uma platéia que, evidentemente, não era a dele. Tinha de tudo ali: patricinhas e mauricinhos que só estavam ali pra azarar, gente que só conhecia uma música de Kanye, descolados tentando entender o porquê de aquele astronauta ser um dos nomes mais respeitados do hip-hop... e blogueiros que não são exatamente loucos por rap mas que se renderam à competência do astronauta rimador - nesse caso, eu. Mas...







Mas o lance é que, de alguma forma, tudo aquilo me cansou um tiquinho. Atrações da Disney não costumam passam de dez minutos no máximo de duração; e ainda havia o atraso, e The National e MGMT marcados para às 22h30 noutro palco. Para não perder o duo - àquela altura já tinha topado em deixar o The National de lado em troca da megaprodução de Kanye -, resolvi sair do show faltando uns 10, 15 minutos para o seu fim. Felizmente deu tempo de ouvir algumas do único disco dele que conheço para valer, "Graduation", como "Good Morning", "Champion", "I Wonder", "Can't Tell Me Nothing"... e seu sucesso-mor da vez, "Stronger" - aquela, do sampler de "Harder Better Faster Stronger", do Daft Punk.

Foi legal me despedir do sujeito o vendo envolvido pela incrível luz púrpura do telão, mas o medo de perder o MGMT era tanto que nem esperei o fim da música. E dava tempo sossegado de tê-la visto até o fim. Arrependimento #1. O #2 eu só ficaria sabendo beeeeeem mais tarde, quando me contaram que ele cantou "American Boy", música de Estelle do qual ele participou, e minha candidata à canção do ano. Chato, mas nada que me tire o sono - até porque se o show estivesse megaultrablasterfenomenal, óbvio que não teria arredado o pé. Os apreciadores/experts do gênero devem ter cravado uma nota 9. Eu dou um 8, e a média de 8,5 está justa.


Como disse acima, dava tempo de ter ficado para "Stronger". Aliás, poderia ter visto todo o show de Kanye, já que consegui pegar duas músicas do The National e ainda esperei cerca de uma hora pela arrumação de palco do MGMT. Não me sinto em condições de julgar o National, mas o parecer de amigos e conhecidos que assistiram ao show foi positivo. Já o MGMT eu consegui ver de um lugar privilegiado e da primeira a última música. E o saldo foi bom, apesar dos pesares...





Que pesares? Nada pequenos: um mau contato horroroso nas três primeiras músicas e que, por pelo menos duas outras, emudeceu a coluna de som à direita de quem está de frente para o palco. Muito, muito feio acontecer isso num Tim Festival; e em todos esses anos em que fui ao evento, foi a primeira vez que vi isso. Tsc. Sorte que nem era com Ben Goldwasser e Andrew VanWyngarden. Longe de exibirem o espalhafato de cores e adereços que já usaram em clipes e noutros shows, a dupla e seus comparsas de palco fizeram o seu, e fizeram bem.

Discretos e quase tímidos, Goldwasser e VanWyndgarden tocaram basicamente o repertório de seu disco, o ótimo "Oracular Spetacular" - mais algumas poucas inéditas, creio -, e administraram seu set list com esperteza. Aproveitaram as boas vindas do público pra tocar as mais, digamos, calmas ("Pieces of What" e "Weekend Wars", por exemplo) no início do show, salpicaram o meio com outras um pouquinho mais animadas ("Electric Feel", primeira a agitar o público para valer)... Presente e freqüente como no disco, a voz andrógina e recheada de reverbs e delays de VanWyndgarden, fazendo "The Youth" soar como no álbum; e, de certa forma surpreendente, um certo clima pseudo-jam, remetendo ao progressivo sessentista. O melhor é que isso meio que afugentou quem estava ali só por curiosidade/para posar/azarar/dizer que viu um show e só. Ótimo!





A esvaziada me ajudou a ir ainda mais para a frente na reta final, em que o duo-convertido-em-banda saiu por cima com suas mais queridas, "Time to Pretend" e a dançante "Kids", que encerrou bem o show. Público satisfeito, pois teve exatamente o que buscava; e se Goldwasser e VanWyngarden não superaram expectativas, ao menos mostraram que o MGMT mereceu sua escalação para o Tim. Pensando bem, até que seria uma boa idéia um repeteco deles no lugar do Gossip...

E para vocês que chegaram até aqui, um presente prometido. Melhor: presentes! Abaixo, os vídeos de "Time to Pretend" e "Kids" NA ÍNTEGRA feitos por mim. Divirtam-se e não reparem nos tremores, pois estava no meio da galera:








Hoje ainda tem Neon Neon, Klaxons, DJs... e, ainda neste domingo, um novo post com relato, fotos e vídeos de tudo o que rolou no sábado do Tim. Não percam!

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

MY DAY, YESTERDAY: FILMANDO HOJE O ONTEM

Ok, não quero confundir ninguém - até porque é sempre bom explicar direitinho idéias ótimas como a do My Day, Yesterday. É esse o nome de um grupo de usuários do Flickr que toparam a seguinte idéia: filmar um dia de suas vidas sem qualquer fala ou recurso sonoro - apenas sons ambientes -, editar tudo e pôr na internet no dia seguinte.





Os quatro instantes acima fizeram parte de um dia da vida de Garrett Murray, cujo vídeo pode ser visto aqui. Além dele, o grupo My Day, Yesterday tem até agora outros 160 integrantes.

Devo dizer que fiquei tentado a registrar um dia na minha vida, mas ainda não sei se vai rolar. Enquanto isso, quem se animar a gravar seu clipe que poste o link para o vídeo nos comentários. Ótima recomendação, Thales!
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