Mostrando postagens com marcador Tim Festival. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tim Festival. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

AVALIAÇÃO TIM FESTIVAL 2008: O BOM, O RUIM E O QUE PODE MELHORAR

Depois de comentar sobre os shows que pude ver no Tim Festival, conforme prometido, agora falo de infra-estrutura. Como todo ano, tivemos coisas acertadíssimas e outras nem tanto; e dentre as ruins há as que podemos esperar que desapareçam no ano que vem e outras que, infelizmente nunca vão se alterar. Hora de separar umas das outras:


O QUE DEU CERTO:

- A venda antecipada - Isso deveria ser o mínimo, claro, mas quem aqui nunca enfrentou problemas de "queda no sistema" no caso de venda prévia de ingressos para um determinado evento? Eu, já; e por isso mesmo sei que é um saco. Porém, entra ano, sai ano, comprar ingressos para o Timfa continua sendo bem tranquilo. Enquanto isso, tem fã da Madonna até agora sem saber se conseguiu ou não garantir seu lugar com a antecedência devida...


- O posto avançado de troca de ingressos por pulseiras - Era você passar pela revista da segurança e ter seu ingresso escaneado pelo leitor dos bilheteiros para ser informado do posto em que você trocava seu ingresso pela pulseirinha de acesso ao seu palco. E o esquema era rápido, simples e prático. Que continue assim!


O QUE FOI BEM, MAS PODE MELHORAR:

- O sistema de transporte gratuito dos estacionamentos até o local do festival- O esquema vem acontecendo desde os tempos de Free Jazz, mas poderia ser melhorado. Por exemplo, ainda são poucos os locais de embarque. Por que não tentar fazer o translado saindo de outros pontos estratégicos da cidade, ou ao menos da zona sul e centro? Um dos locais de partida de antigamente era o estacionamento do Rio Sul- apenas um dos lugares que poderiam ser contemplados com a passagem das abençoadas vans...

Outro problema que pude encontrar é que os motoristas sequer fazem idéia do início dos shows nos palcos. Cheguei ontem a um dos pontos de vans às 21h10 - 20 minutos antes da hora prevista para o início do show do Neon Neon. Porém, ao tentar embarcar em uma van, fui avisado de que ela sairia apenas em 15 minutos. A sorte é que, logo após a notícia, veio um grupo de amigos que lotou o veículo, fazendo com que o motorista antecipasse sua partida. Se fosse o caso de escassez de vans no ponto de partida, tudo bem; mas o problema é que havia pelo menos outras duas estacionadas no local. Não pode ficar regulando transporte numa situação assim, certo?

Por fim, também fui testemunha de outra situação errada ao tentar regressar da Marina até o local em que estacionei meu carro: um segurança responsável pela organização da fila das vans ofereceu "prioridade de embarque" a mim e a meus amigos mediante um trocadinho. Óbvio que pode ser um caso isolado, mas a mim não pareceu não. Nunca tinha visto isso em vários anos de festival; portanto, todo cuidado é pouco...


O QUE FOI MAL E NÃO VAI MELHORAR:

- O preço abusivo dos comes e bebes - Reclamo porque sou insistente, mesmo sem saber que não vai dar em nada; mas pagar R$5 por um cachorro-quente ridículo e desembolsar R$5 por uma cerveja que nunca se sabe o quão gelada está é o fim da picada. É isso. Eu só quis dizer.


O QUE FOI MAL MAS PODE MELHORAR:

- A fila da venda de ingressos - Alguns amigos me contaram que, ao decidirem ir a um show na última hora, perderam o maior tempo na fila para aqueles que resolveram "ir por ir" ao TimFa - isto é, as pessoas que vão ao Festival para zanzar/azarar/beber/fazer tudo menos ver show. E a solução é simples: que tal uma bilheteria única para os que pretendem apenas ter acesso às áreas comuns do Festival?


- A polêmica indenização aos que compraram ingressos para shows cancelados - O lance é o seguinte: você compra o ingresso de um show a um preço X, enquanto seu amigo comprou o de outro a 2X. Só que a banda que você ia ver cancelou sua vinda ao festival, e por isso você ganhou o direito de escolher um ingresso grátis para qualquer outro show - inclusive para aquele que custa 2X.

Temos aí uma polêmica: enquanto é muito válido e louvável que você seja ressarcido por gastar tempo+dinheiro ao comprar o ingresso de um show que não irá acontecer, também é esquisito que você tenha a "sorte" - aspas necessárias - de ganhar ingresso para um show para o qual outras pessoas pagaram bem mais caro. Aconteceu agora, e comigo: por ter comprado ingresso para o Gossip, ganhei o direito de escolher um extra, e acabei indo ao Kanye West - que saía mais caro do que o que paguei.

Não é estranho o que fizeram comigo, claro; mas é estranho não haver uma compensação aos que compraram para o Kanye. Soluções para minimizar essa situação esquisita, alguém?

- O péssimo atendimento em alguns bares - Como se o preço abusivo de bebidas e comidas no Tim Festival já não fosse um problema considerável, a coisa agrava quando você passa por apertos incríveis para conseguir pegar uma mísera Coca-Cola. Para mim é claro e cristalino: não deveria bastar ter grana para um bar conseguir um espaço no evento, mas também seria preciso mostrar condições de atender uma turba sedenta e faminta decentemente. Na noite de sexta-feira, pude constatar que pelo menos um dos estabelecimentos - o Caroline Café - não tinha condições de atender bem seus fregueses: para se conseguir qualquer coisa do bar, as pessoas se acotovelavam no balcão, que mais parecia o epicentro de um pregão da bolsa de valores em seu momento mais crítico. Para o alívio dos comerciantes, o caráter do evento é pacífico, e não houve maiores transtornos; mesmo assim, posso dizer que o ambiente era muito propício para um desentendimento maior...

* * *

Se alguém tem algo a acrescentar a tudo o que eu disse - inclusive pessoas que foram às edições do Tim realizadas noutros estados -, que capriche nos comentários. E só para não terminar o post no clima de bronca total, um bônus track sobre um dos assuntos maaaais falados do evento: Har Mar Superstar. Esbarrei com ele ao me dirigir à apresentação do Dan Deacon, e ele topou tirar uma foto na maior simpatia. Taí:




Bacana, hein? Taí outra coisa que não pode mudar no Tim: a chance de podermos tirar uma foto com lendas do rock...

sábado, 25 de outubro de 2008

TIM FESTIVAL 2008, RIO DE JANEIRO, SEXTA-FEIRA: KANYE E MGMT BEM NA FITA

Antes de falar dos shows, uma introdução que pode se repetir quando eu comentar o Tim Festival em 2009, 2010, 2011... É que é quase a mesma coisa todo ano - e tudo começa com um trânsito ruim de doer. Se a sexta-feira do tráfego carioca já é algo normalmente complicado a partir das 17h, quando a sexta é de Timfa então... Mas tudo bem. Desde o momento em que a gente pensa em comprar ingresso pro evento isso já tá na conta - e, afinal, não é algo que se pode culpar a organização do festival, né?

O problema é que não avisaram ninguém de que aquele "21h30" impresso no ingresso do Kanye West seria, na verdade, 22h30. Com uma hora de atraso, o rapper pisou no palco completamente sozinho, e por lá ficaria cerca de duas horas. Quer dizer, Kanye é o único ser vivo no palco e mesmo assim divide as atenções. Tudo graças ao espetacular show de luz, efeitos e som de seu espetáculo, a ópera-rap "Glow in the Dark".



(Cliquem nas fotos para ampliá-las)


Em termos audiovisuais, a historinha de um humano perdido no espaço de "Glow in the Dark" é bem contada. Tem um computador-mulher (!), Jane, trocando umas idéias com Kanye - e o chamando de "maior estrela do universo", telão que "explode" com pisões dele no chão, belas projeções com planetas, estrelas e o cosmos... Um show para olhos e ouvidos - um pouco mais para os olhos, sinceramente.





Mesmo com tudo bem-feitinho, algo me incomodava: o show de Kanye é tão teatralizado e os efeitos são tão bárbaros que, de vez em quando, me sentia como em uma atração da Disneylândia. Já se sabe que exageros e hip-hop são inseparáveis, mas quando ele contracenou com um dinossauro (!!!) no palco, que representava um planeta inóspito e desconhecido, bem... Me constrangeu um tiquinho. Algo do nível do Eddie, aquele monstrengo que sobre no palco do Iron Maiden, sabem? Desnecessário.





Em meio à iluminação estonteante, ao teatrinho, ao telão de imagens espetacularmente espaciais havia Kanye e sua música. E é preciso tirar o chapéu para a manha do cara. Ele se garante ali, sozinho, por quase 120 minutos diante de milhares de pessoas. O som não estava excelente, mas bom - sobretudo os graves, que fizeram literalmente tremer o chão - e o rapper dá conta do recado, mesmo se apresentando para uma platéia que, evidentemente, não era a dele. Tinha de tudo ali: patricinhas e mauricinhos que só estavam ali pra azarar, gente que só conhecia uma música de Kanye, descolados tentando entender o porquê de aquele astronauta ser um dos nomes mais respeitados do hip-hop... e blogueiros que não são exatamente loucos por rap mas que se renderam à competência do astronauta rimador - nesse caso, eu. Mas...







Mas o lance é que, de alguma forma, tudo aquilo me cansou um tiquinho. Atrações da Disney não costumam passam de dez minutos no máximo de duração; e ainda havia o atraso, e The National e MGMT marcados para às 22h30 noutro palco. Para não perder o duo - àquela altura já tinha topado em deixar o The National de lado em troca da megaprodução de Kanye -, resolvi sair do show faltando uns 10, 15 minutos para o seu fim. Felizmente deu tempo de ouvir algumas do único disco dele que conheço para valer, "Graduation", como "Good Morning", "Champion", "I Wonder", "Can't Tell Me Nothing"... e seu sucesso-mor da vez, "Stronger" - aquela, do sampler de "Harder Better Faster Stronger", do Daft Punk.

Foi legal me despedir do sujeito o vendo envolvido pela incrível luz púrpura do telão, mas o medo de perder o MGMT era tanto que nem esperei o fim da música. E dava tempo sossegado de tê-la visto até o fim. Arrependimento #1. O #2 eu só ficaria sabendo beeeeeem mais tarde, quando me contaram que ele cantou "American Boy", música de Estelle do qual ele participou, e minha candidata à canção do ano. Chato, mas nada que me tire o sono - até porque se o show estivesse megaultrablasterfenomenal, óbvio que não teria arredado o pé. Os apreciadores/experts do gênero devem ter cravado uma nota 9. Eu dou um 8, e a média de 8,5 está justa.


Como disse acima, dava tempo de ter ficado para "Stronger". Aliás, poderia ter visto todo o show de Kanye, já que consegui pegar duas músicas do The National e ainda esperei cerca de uma hora pela arrumação de palco do MGMT. Não me sinto em condições de julgar o National, mas o parecer de amigos e conhecidos que assistiram ao show foi positivo. Já o MGMT eu consegui ver de um lugar privilegiado e da primeira a última música. E o saldo foi bom, apesar dos pesares...





Que pesares? Nada pequenos: um mau contato horroroso nas três primeiras músicas e que, por pelo menos duas outras, emudeceu a coluna de som à direita de quem está de frente para o palco. Muito, muito feio acontecer isso num Tim Festival; e em todos esses anos em que fui ao evento, foi a primeira vez que vi isso. Tsc. Sorte que nem era com Ben Goldwasser e Andrew VanWyngarden. Longe de exibirem o espalhafato de cores e adereços que já usaram em clipes e noutros shows, a dupla e seus comparsas de palco fizeram o seu, e fizeram bem.

Discretos e quase tímidos, Goldwasser e VanWyndgarden tocaram basicamente o repertório de seu disco, o ótimo "Oracular Spetacular" - mais algumas poucas inéditas, creio -, e administraram seu set list com esperteza. Aproveitaram as boas vindas do público pra tocar as mais, digamos, calmas ("Pieces of What" e "Weekend Wars", por exemplo) no início do show, salpicaram o meio com outras um pouquinho mais animadas ("Electric Feel", primeira a agitar o público para valer)... Presente e freqüente como no disco, a voz andrógina e recheada de reverbs e delays de VanWyndgarden, fazendo "The Youth" soar como no álbum; e, de certa forma surpreendente, um certo clima pseudo-jam, remetendo ao progressivo sessentista. O melhor é que isso meio que afugentou quem estava ali só por curiosidade/para posar/azarar/dizer que viu um show e só. Ótimo!





A esvaziada me ajudou a ir ainda mais para a frente na reta final, em que o duo-convertido-em-banda saiu por cima com suas mais queridas, "Time to Pretend" e a dançante "Kids", que encerrou bem o show. Público satisfeito, pois teve exatamente o que buscava; e se Goldwasser e VanWyngarden não superaram expectativas, ao menos mostraram que o MGMT mereceu sua escalação para o Tim. Pensando bem, até que seria uma boa idéia um repeteco deles no lugar do Gossip...

E para vocês que chegaram até aqui, um presente prometido. Melhor: presentes! Abaixo, os vídeos de "Time to Pretend" e "Kids" NA ÍNTEGRA feitos por mim. Divirtam-se e não reparem nos tremores, pois estava no meio da galera:








Hoje ainda tem Neon Neon, Klaxons, DJs... e, ainda neste domingo, um novo post com relato, fotos e vídeos de tudo o que rolou no sábado do Tim. Não percam!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

TIM FESTIVAL: PRÉVIA COM KANYE WEST E MGMT

Um belo fim de semana se descortina. A festa começou no Maracanã e, agora, se estende à Marina da Glória com a edição carioca do Tim Festival. Uhu!

Só para empolgar/aquecer, trago vídeos de MGMT e Kanye West, antecipando a noite desta sexta do Timfa - apelido carinhoso que dei ao evento. Primeiro, os malucos Ben Goldwassser e Andrew VanWyngarden com "Time to Pretend" no Leeds & Reading:





E para matar, gravado na noite de quarta-feira do Timfa de São Paulo, Kanye West e grandiloqüentes efeitos espaciais em "Stronger":



vídeo postado por guimarcondes


É claro que vou cobrir o festival pelo Rodando! Por isso, neste sábado prometo várias fotos no blog - se tudo der certo, alguns vídeos também. E pergunto: alguém aí vai hoje também?

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

VITAMINA



A seção da semana passada sumiu, mas essa aqui não vai a lugar algum... Será? Bom, enquanto nenhum bug ataca novamente o blog, dêem só uma olhada:


TIM FESTIVAL: A PIOR EDIÇÃO DE TODOS OS TEMPOS?

Não dá para saber mas tá feia a coisa: primeiro foi o Gossip que cancelou sua vinda e, agora, o Paul Weller - sendo ridiculamente substituído por Roberta Sá e Arnaldo Antunes... Quase algo como chamar a Vanessa Jackson ("Fama"? Lembra? Não?) para cantar no lugar da banda da Beth Ditto.

Ainda no clima "aí vem o desespero", a organização do evento resolveu ressarcir os que compraram ingressos para os shows do Gossip e do Weller dando tíquetes extras para outras apresentações do festival. Meno male, mas tá nítido que, pela tradição que está se formando de cancelamentos em cima da hora - no ano passado foi a Feist -o TimFa vai dando mostras de que não é mais aquele. Torcendo para que MGMT e Kanye West dêem conta do recado, já solto o pedido: Free Jazz de volta, já! E um ingresso para o Planeta Terra também, por favor.


A PEGADINHA DO CELULAR DO MACGYVER

No começo desta semana, correu solto na internet o site do Pomegranate, um espetacular telefone que promete recursos que os modelos da Apple, RIM, Nokia e companhia jamais ousaram carregar - dentre eles, barbeador, gaita e cafeteira embutidos!





Paquidermicamente pesado mas interessante, o site do celular tem vídeos demonstrando sua versatilidade. Na empolgação, muitas pessoas conferiram os filminhos e já saíram divulgando o incrível aparelho por aí... só que, após cada demonstração, o site dá a opção "I've seen enough" ("Eu já vi o bastante"). E se você clicar ali - a-ha! - descobre que tudo não passou de uma pegadinha do Mallandro para divulgar Nova Scotia, província do sudeste canadense. E teve gente pensando em poder tomar cafezinho feito no telefone...


MUSAS DA NAÇÃO ZUMBI

Nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido é época de Halloween, e o papo nos sites de cultura pop destes países volta e meia cai em fantasias, gostosuras ou travessuras e afins. Mas a celebração online mais bacaninha que vi até agora foi o lançamento do calendário de Zumbis Pin-Ups lançado pelo site Double Viking.





São doze mortas-vivas bem sexies - uma para cada dia do mês, em fotomontagens vintage bacanas, ideal para os rapazes que estão contando nos dedos os dias para as Zombie Walks - as passeatas em que loucos saem por aí em bandos vestidos de zumbis - ao redor do mundo. Dia 2 de novembro acontece a do Rio, e estou pensando seriamente em acompanhar. A paisana.


FRASE DA SEMANA... PASSADA

"O tesão masculino é diferente porque o homem tem 70% a mais de testosterona do que a mulher" - Mr. Catra, em bate-boca com um pastor evangélico sobre sexismo e mulheres-objeto do funk na TV. Pano rapidíssimo -e um doce pra quem adivinhar em que programa tal pérola foi proferida...

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

VITAMINA!



Assuntos misturados servidos de uma só vez... Vamos lá:


TIM FESTIVAL GARANTIDO!

A venda dos ingressos do festival começou nesta terça, e já neste primeiro dia fui atrás dos meus...





Já sabem: vou contar tudo sobre esses shows aqui no blog. E em pensar que ainda tem Justice+Twelves, e Planeta Terra - com Jesus & Mary Chain! - também!



TUDO VAI BEM NO MUNDO DAS SÉRIES

O quarto ano de "Prison Break" segue bem, o segundo de "Gossip Girl" também... Mas peço licença para falar de "Tru Blood" e seu ótimo clima soturno. Aos que não se deixaram convencer pela história da garçonete que lê pensamentos - a ótima Anna Paquin - e dos vampiros que tentam se ajustar à sociedade dos humanos, eu dedico a espetacular e persuasiva vinheta de abertura da série, que tem como trilha a ótima "Bad Things", de Jace Everett:



vídeo postado por WireLover


GRATA DESCOBERTA

Me chamem do que quiserem - "atrasado" tá de bom tamanho -, mas só fui descobrir a revista Meio Digital em sua sétima edição. A revista bimestral é especializada em internet e tudo o que diz respeito à rede, com ênfase em comportamento e marketing. Bem diagramada, cheia de matérias interessantes e com um site que permite "folhear" as edições online. Vou acompanhar de perto...


CAÇA-FANTASMAS: PRIMEIRO O JOGO, VAI!

Tudo bem que vem o terceiro filme da série, e já estou ansioso por rever Peter, Egon, Ray e Winston; mas quero ver isso aqui antes:





Pude ver o game em ação na Comic-Con, mas desde então não tive notícias dele. Se alguém tiver novidade a respeito, por favor, pronuncie-se!

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

TIM FESTIVAL 2008: ESCALAÇÃO E COMENTÁRIOS

Madonnas à parte, enfim saiu a escalação do Tim Festival 2008! E, na lista, nada de Ting Tings, nada de Radiohead - oooh! - mas em compensação algumas ótimas atrações para fazer a alegria e desfalcar as finanças de assalariados fãs de rock, jazz e música eletrônica.

Aqui você confere a escalação completa e, abaixo, meus comentários sobre o que verei, o que gostaria de ver mas não verei e o que não veria nem se me pagassem. Quer dizer, pagando até veria, mas como não vai ser o caso...


O QUE VEREI

- THE NATIONAL - Conheço pouquinho, mas gosto do que conheço, sobretudo das coisas do "Alligator", penúltimo álbum deles. Vamos ver como se saem...





- MGMT - Vou dar uma de abusado e levantar a plaquinha dos caras no Maracanã: "Eu já sabia!" - e o melhor é que tenho como provar, heh. Ótimo poder conferir a dupla Ben Goldwasser e Andrew Van Wyngarden e banda ao vivo, tocando o Oracular Spetacular. O que vai ter de indie chorando com "Time to Pretend"...

- KLAXONS - Hum. Hummm. Hummmmm... É curioso. Eu nem desgosto de Klaxons, mas gosto bem mais dos remixes das músicas deles - como esse aqui, do Soulwax, para "Gravity's Rainbow". Quem sabe não me surpreendem?





- THE GOSSIP - Taí uma admiração tardia. Até achava bacana "Standing in the Way of Control", mas ainda não tinha ouvido o disco homônimo. Escutei recentemente e curti - nada incrível, porém legal. E pelo que já vi nos YouTubes da vida, a vocalista Beth Ditto é boa de palco pra cacete. Tô confiando!


- NEON NEON - Eu curto o Gruff Rhys - que fez com os Super Furry Animals um showzaço em 2003 - e gosto de Boom Bip também. E o projeto que os une é bacana e bem divertido. Imagino que deva abrir a noite, já que toca com Gossip e Klaxons...


O QUE GOSTARIA DE VER

- KANYE WEST - Não sou exatamente um fã dele, mas "Stronger" (a com sample de Daft Punk) e, sobretudo, a participação dele em "American Boy" (da Estelle) são boas credenciais para se dar atenção ao cara.

- PAUL WELLER - Se ele ainda tocasse músicas do The Jam eu seria presença certa; mas como não é o caso, vou passar, ciente de que posso perder um grande show. Na verdade, ainda estou na dúvida...

- BILL FRISELL - Guitarrista que tocou com John Zorn no Naked City e com o Mike Patton no Mister Bungle? Loucura. Mas loucura das boas. Pelo menos a julgar com as parcerias/colaborações com os dois insanos citados.

- SONNY ROLLINS - Não saco muito de jazz, mas sei que é lenda do saxofone. Queria conferir.

- INSTITUTO - O show se chama "Instituto apresenta Tim Maia Racional". Novidade zero - até porque geral já conhece a (excelente) fase Universo em Desencanto do Síndico. Mas ver isso ao vivo é semrpre legal.

- JUNIOR BOYS - No perfil deles do MySpace tá lá: Electro/Pop. Boa. E no menu de músicas, sons muito legais, como "In the Morning" e "Like a Child". Fica como indicação!


O QUE NÃO VERIA NEM SE ME PAGASSEM

- GOGOL BORDELLO - Chato. Chato pra cacete... Um arrebentamento pentelho, nervoso. Parece um cortiço circense auditivo. Me incluam fora dessa.


* * *

Óbvio que deixei muita gente de fora dos comentários; e o que não citei simplesmente ignoro/não conheço/não quis correr atrás... E por agora, o que tenho a dizer é que achei uma escalação bem modesta, pelo menos em relação às das edições anteriores. E ainda vale ser prudente e esperar cancelamentos e suas conseqüentes substituições...
Related Posts with Thumbnails