segunda-feira, 7 de abril de 2008

Adrenalina em doses cavalares



Quando era moleque e ia em parques de diversão, eu era daqueles que se borravam de medo pra entrar em uma montanha-russa, curtiam pra cacete o passeio - após a primeira queda - e já saíam querendo voltar.

Dizem que, mais velho, você vai ficando mais medroso. Eu nem sei se isso é verdade mas, em outubro do ano passado, eu simplesmente não procurei meditar sobre essas coisas em nenhuma das 12 filas em que me meti no Six Flags Magic Mountain, parque de Los Angeles especializado em montanhas-russas.

Eu andei em montanhas-russas de tudo quanto é tipo: da que não faz looping, mas em compensação tem uma queda de mais de 77 metros, adequadamente chamada de Goliath (Golias) a uma que tinha cinco loopings, a Viper, passando pela Superman:The Escape e sua incrível capacidade de chegar a 160km/h em 10 segundos.

De novo: 12 montanhas-russas, com destaque para Riddler's Revenge, em que você desce de pé, amparado por uma muretinha nas suas costas, e a mais incrível, Tatsu, em que, após você se sentar no carrinho, ele vira 90° para baixo, te deixando de cara para o chão antes mesmo da partida. Enfim, um tremendo teste cardíaco. Confiram abaixo a dita cuja:





Eu sei que, meses depois e ainda não refeito da adrenalina absurda que circulou em meu corpo nas cinco horas em que passei no Six Flags, dou de cara com a Stratosphere Tower, preciosidade de Las Vegas, idéia de gênio: um parque de diversões localizado no alto de um arranha-céu.

Vejam isso e isso e entendam por que eu me darei mais esse check-up no dia em que pisar em Las Vegas. A Área 51, o casamento-relâmpago e as jogatinas podem esperar.



Novo (e bendito) vício



Tirando o exercido contra a axé music, o sertanejo-prendi-meu-saco-no-gavetão e o pagode-mauricinho, o preconceito é mesmo uma grande titica. A nova prova de que tive disso foi ao jogar "The Legend of Zelda - Twilight Princess", minha nova aquisição para o Wii.

Adoro a Nintendo, sempre curti Mario e cia. e os jogos da série Metal Gear, mas os games daquele misto de Peter Pan, Senhor Spock e herói de animê que atende pelo nome de Link não me desciam sem mesmo eu jogar um segundo deles. Implicância gratuita mesmo. Mas então a gente acabou comprando aqui pra casa e aí...

E aí ferrou. Acabei de largar o jogo depois de 3h seguidas de tentar tirar o Link (o tal herói) de enrascadas - ou de me meter nelas, depende de quem vê. Não sei quanto aos demais, mas "Twilight Princess" é bom pra cacete mesmo.

O game é tão divertido e viciante que, se minha força de vontade der certo, vou continuar afastado dos futuros títulos da série, com medo de afundar no sofá e morrer igual aqueles moleques coreanos em lan house.

Brincadeira, desse mal eu não padeço. Mas que o troço é bom, é.

3 comentários:

rodrigo carvalho disse...

eu tb nao ia com a cara do Link, nem no snes, nem no niiiintendo sixxxxtyyyyy fooooouuuuurrr (/guri maluco do youtube). só fui descobrir o quanto era demais no game boy advanced, muito legal mesmo. vlw carlão =]

Thati Ponce disse...

Oba! C.A. falando de coisas fúteis, ja está no favoritos.

zeh disse...

Experimente Zelda: Ocarina of time pro N64.
hehe boa sorte em tentar sair do sofá, amigo...

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