terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

DOLLHOUSE - TUDO PARA DECOLAR

E nesta segunda finalmente "Dollhouse" estreou lá em casa. Não foi exatamente o fato de ser uma série de Joss Whedon o que me empolgou para conferir a série - até porque nunca fui Whedonista -, mas sim a trama inusitada. Para quem não sabe, "Dollhouse" é centrada em um grupo de pessoas que vive em uma casa e que têm suas memórias programadas, deletadas e reprogramadas constantemente, assumindo personas distintas em suas missões; e no papel principal, vivendo uma agente que começa a se recordar de seu passado, Eliza Dushku - o segundo grande apelo da série.





Com fotos calientes e promos idem, a Fox americana baseou boa parte de sua estratégia de divulgação do seriado no inegável sex appeal de Eliza - um apelo confirmado no episódio de estreia. Echo, personagem dela e a principal de "Dollhouse", aparece tomando banho, em microvestidos etc.. Mas, felizmente, esse não é um apelo solitário. "Dollhouse" tem mais a oferecer... embora não tenha oferecido o seu melhor.

Explicando: na verdade, "Ghost", o primeiro episódio de "Dollhouse", não vai muito além de servir ao propósito de ser uma grande introdução - e quando digo isso significa que é mais do que tipicamente deve ser um episódio inicial. Isso porque a história da vez não foi tão cativante, servindo melhor para exemplificar como é toda essa história de personalidade programada...

Pulando esse pequeno grande defeito, a trama maior é interessante demais. Pelos pouco mais de 45 minutos exibidos, dá para definir "Dollhouse" de forma grosseira como um misto de "Alias" com "Matrix". Da série de Sydney Bristow, os disfarces e personas; e da saga de Neo e Morpheus, a programação de habilidades - só que, desta vez, agregadas às personalidades construídas, que também trazem imperfeições. São humanos, certo?




Há outros pontos positivos que merecem citação: os personagens funcionam, Eliza está bem no papel de Echo e a série tem um potencial mitológico bem bom, embora o próprio Joss Whedon já tenha dito que não quer se aprofundar nesse aspecto. E a casa dos agentes - chamados de "ativos" ou "dolls" - é espetacular!

Na dúvida, acreditem: são diversos indícios para que "Dollhouse" engrene e se confirme como uma boa série de ficção. Como disse, o que tivemos até agora foi uma boa pista de decolagem; resta saber se a série vai voar. E creio que, daqui a pouco, todos estaremos olhando para cima.

7 comentários:

Pedro Ivo disse...

Estava esperando seu comentário,pois até esse momento não tinha lido uma crítica positiva ou até mesmo esperançosa sobre a série.
Estava até empolgado com o retorno da Eliza,que não via desde Tru Calling,mas no fim das contas,havia desistido de ver.
Seu comentário me fez ter vonntade de dar uma chance à série
Farei contato com o Paul e depois a gente conversa...

Ricardo Rente disse...

Carlão, assim como Pedro Ivo também não tava lendo coisas boas sobre a série. Confesso que seus comentários me motivaram a pelo menos ver o primeiro episódio.

Po comenta Fringe tb cara!

paulo disse...

uma serie de comedia nova que eu gostei foi the collegehumor show na mtv americana, dá para ver no site da mtv americana

Anônimo disse...

adorei a nova série do whedon tem td pra decolar mto...gostei de ver um post sobre a série ^^

:p disse...

c.a. é verdade q vc vai sair do lost in lost??se for, pq????

Luca disse...

Eliza, uau!!! ODEIO Tru Blood (acho que a serie peca pelos excessos, mas uma serie que trata de sangue sintetico para alimentar vampiros que antes viviam secretamente... OK, pau da barraca chutado com forca), mas acho Anna Paquin incrivel no seu papel de Sookie, o papel eh de um baita charme e de uma sutileza que mereceu suas indicacoes ao Golden Globe ... Eu ficava pensando, como uma serie que naum me agrada tem uma protagonista taum fodastica? Eu me sentia culpado por isso... Ecko tomou o lugar de Sookie no meu coracao... Em um misto de atuacao afiada e muito sex appeal, o personagem quebrou tudo... A serie naum teve um episodio excelente, porem me segurou e me fara assisti-lo semana que vem... Tenho muita fe na serie

Arthur Arroxelas disse...

Carlão concordo contigo a série é bem elaborada e coesa. Claro que o piloto não foi marcante como Lost, Alias e X-files, mas Fringe e True Blood são a prova de que mesmo com um piloto mais ou menos a série pode decolar.

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